“(…) estava em plena negação, via o mundo como que através de uma vidraça, era o início de um longo percurso no qual eu tinha a sensação de viajar sentada ao lado de mim mesma.”
“(…) já não conseguia ouvir música, compreendia Marguerite Duras, que dizia a que ponto a música podia ser devastadora.”
“A nossa vida tinha se tornado uma enorme anomalia.”
(Brigitte Giraud – Em: ‘Viver Depressa’ – Prêmio Goncourt 2022 )
