Nossos dias com Hannah

 

* Recortes do período – Fevereiro 2026 / Agosto 2025

Imagens via INSTAGRAM

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Domingo, 18 de janeiro de 2026: Trajeto Barra da Tijuca-Botafogo, com meu pai ao volante.

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Mais adequadamente equipada para os passeios de verão, com peitoral antipuxão SofterWalk (e guia com amortecedor; ambos da Zee.Dog – modelos Reebok Court).

Condomínio Novo Leblon Barra da Tijuca Fatboy Slim Praise You trilha sonora música

17 de agosto de 2025 marcou 1 ano de sua providencial chegada às nossas vidas. Gosto de pensar que foi minha mãe quem a escolheu para nós.
Aí, capa do reel publicado no meu Instagram

 

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Acima, registros feitos no condomínio onde moro, no final de agosto de 2025.

 
 
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Dos arquivos | A família em primeiro lugar

• Conforta-me pensar que Hannah chega às nossas vidas enviada por mamãe • Dos stories, o nosso amor pelos pets • Mallu, a outra Border Collie da família • Meu avô Edmundo, filho de portugueses vindos de Viseu (Nelas) e de Matosinhos • Tempos de EAV, sensibilidade artística herdada da minha mãe • Do Instagram, lembrando quando mamãe tinha aulas na EAV  •  Meu pai em 3 tempos: No Colégio Militar, na AMAN e condecorado pós-comando no MS • Em Bsb: Expo com mamãe e Tiago • Ele, o brasiliense da família • Eu, sannyasin aos 16 – e a fé dos que me educaram • Os irrequietos Thiago e Tiago • Os irmãos Antonio e Edmundo – papai e titio em início de carreira • Minha irmã volta a morar na Venezuela • Foi nas piscinas do Clube Militar da Lagoa que eu minha irmã demos nossas primeiras braçadas • Prima Marlene, primeira engenheira da Rede Globo • Na Barra como em Bsb: Nossos endereços na capital federal • Pandemia com meus pais: recebendo notícias dos queridos, mundo afora • Aquela Brasília que aprendemos a amar • Os sobrinhos e um pouco da infância em Bsb •

 
 
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Abril iluminado II

 

Clã no Rio

Cristina e família direto de Caracas. Tiago, vindo de Curitiba. Todos aqui para a primeira etapa das celebrações referentes ao aniversário de minha sobrinha Luísa.

De volta à Venezuela

No final de 2021, minha irmã voltou a morar em Caracas. Na primeira vez em que foi residir na cidade, em 2003, meu cunhado havia ido para lá fazer um curso. Nessa época, minha irmã, que tem formação acadêmica em pedagogia, trabalhava em um instituto cultural, tendo como função, inclusive, a de lecionar português para estrangeiros. Ocupação que, a propósito, lhe rendeu boas amizades, como com a esposa de um diplomata que, mais tarde, viria a se tornar madrinha de Luísa, não nascida na época.

Agora, eles voltam para a cidade em função de um novo cargo assumido por meu cunhado, atualmente, trabalhando na ONU.

À maneira do que ocorreu na primeira vez, minha irmã volta a ter a oportunidade de descortinar um lado da Venezuela que poucos brasileiros conhecem.

Mar das CaraíbasMar das Caraíbas

Mar das Caraíbas"Colonia

 

 

 

 

Na primeira foto, sobrevoo por Los Roques, arquipélago venezuelano no Mar das Caraíbas. Ao lado, Cayo Francisqui. Distante cerca de 10 minutos de barco da ilha principal, Gran Roque, a ilhota é opção para quem busca atividades como stand-up paddle e mergulho com snorkel. Abaixo: minha irmã no Parque de La Exotica Flora Tropical, em San Felipe, junto ao Hotel Antigua Misión. Ao lado, Colônia Tovar. cidade fundada por imigrantes alemães, a 60 km de Caracas; Mallu, a border collie da minha sobrinha, no Hotel Klein Dorf, destino dog friendly

 

Entre 2003 e 2005, minha irmã morava em La Castellana, área nobre da capital venezuelana. Agora, não muito distante de lá, em um condomínio repleto de estrangeiros.

Na noite do domingo de Páscoa, minha mãe embarcou para Caracas na companhia de filha, neta e genro, para participar da segunda etapa das comemorações do niver de Luisa (e para assistir à sua estreia no teatro). Ela já havia estado no país em outras duas ocasiões, quando da primeira vez em que a Cristina morou lá.

Mar das CaraíbasMar das Caraíbas

A caminho de casa: Vizinhança de minha irmã. Na placa, La Castellana, seu antigo bairro e onde ficam o colégio de Luisa e o parcão frequentado por Mallu. Ao lado, ela pronta para ir com a Cristina pegar minha sobrinha na escola

Restaurante Bambu Altamira xxxxxxx Segundo Muelle

Vida noturna e opções gastronômicas: Restaurante Bambú Altamira, especializado em culinária oriental. Comemoração de aniversário no Hard Rock Cafe. Localizada em Los Palos Grandes, bairro de agitada vida noturna, filial do restaurante americano reabriu no início do ano. Restaurante Segundo Muelle, representante da cozinha peruana, com filiais, também, na Espanha e em Portugal. Registros feitos por minha irmã

Mais Caracas

Trasnocho

Caracas Cultural

Fundación Trasnocho Cultural : Espaço reúne teatro, salas de cinema, galerias de arte, lounge e cafeteria. Entre os espetáculos em cartaz, os clássicos A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, e Ato Cultural, do dramaturgo venezuelano José Ignacio Cabrujas.

 

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O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

GYN Família Adriana Paiva jornalista viajante Goiania Setor Marista skyline edifícios shopping Órion Complex Complexo Orion centro hospitalar centros cirúrgicos periquitos gabiroba guabiroba frutos Instituto Panamericano da Visão Parque Areião Vaca Brava macacos-prego museu Goiás esporte esportes scooters patinete Grin vista aérea Uber Lounge Aeroporto Santos Dumont outono 2019...Fotos por Adriana Paiva

*  Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo Orion ; Setor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

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IG: Outubro/Novembro

 

O período em imagens

Dois meses em doze registros

Haia Paris ruas parisienses Europa europeus Avenida Niemeyer Sheraton Hotel São Paulo Oca Ibirapuera museu MAC Niterói Urca Fotos por Adriana Paiva

* #Throwbackthursday: Homenagem a Frans Krajcberg * Haia, Holanda * MAC / Niterói *
* Museu de Arte do Rio – MAR * JRart / Pier Mauá * Pista Claudio Coutinho *
* Bikes_Ciclovias:  Avenida Pasteur * 
Avenida Atlântica * Paris *
 * Avenida Niemeyer * Praia de Fora, Urca * Praia do Pepê, Barra da Tijuca *

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Promessa de estação

Enquanto caem as águas de março

O outono começou em 20/3. Desde lá, contudo, em meio ao volume de chuvas e ao calor – incomuns para esta época do ano -, raros foram os dias tipicamente outonais. Os meteorologistas preveem que este quadro mude a partir da segunda quinzena de abril. Enquanto essa bênção não vem, um apanhado dos melhores momentos da estação…

Marina do Condomínio Novo Leblon

Sábado de regata na Lagoa de Marapendi: Vista da marina do Novo Leblon.

E do Instagram

Instagram Drixpaiva, fotos por Adriana Paiva

Aterro do Flamengo: A caminho do Santos Dumont com meu pai ao volante.

Entre Enseada de Botafogo e Aterro do Flamengo

Rua do Rosário: Entre visitas a exposições no centro da cidade. Sempre buscando uma brecha para espiar o céu.

Condomínio Novo Leblon

Novo Leblon:  Por do sol visto da varanda | Quinta-feira, 23 de março.

Esquina da Almirante BArroso

Mais cedo, naquela mesma quinta-feira (23/3), a caminho da Caixa Cultural.

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Quando o verão dá uma trégua

 

Mais uma tarde na Urca

Pista Cláudio Coutinho

 

Pista Claudio Coutinho

Com entrada à esquerda da Praia Vermelha, a pista, também conhecida como Caminho do Bem-te-Vi, recebe muitos turistas e praticantes de atividades físicas, como trekking e escalada

 

Resolvi me aventurar a uma caminhada por lá porque não era tão intenso o calor àquela altura da tarde. Dado que minha disposição para atividades físicas ‘outdoor’, nessa época do ano, não é das mais constantes, quis aproveitar a rara combinação entre sol, vento e céu azul.

Há tempos, não encontrava a pista tão movimentada em um início de semana. O que em parte deve se explicar pelo fato de a cidade ainda vir recebendo muitos turistas em férias. Um pessoal que, quando visita o lugar, não raro quer conhecer a Trilha do Morro da Urca, uma subida de aproximadamente 900 metros de extensão, que conduz até o topo do morro, onde se encontram a 2ª e a 3ª estações do teleférico do Pão de Açúcar – entre nós, carinhosamente chamado de “bondinho”. Nessa tarde, vi alguns grupos de crianças acompanhadas de adultos, fazendo a descida pela trilha.

Ah, sim, convém lembrar que o portão de acesso à pista fica aberto, diariamente, entre 6h e 18h, e que ali é proibida a entrada de bicicletas, bem como vedado o uso de skates e patins.

 

Terrier Brasileiro

Do Instagram: Um tempo por ali, para ver o mar emoldurado e me hidratar. 

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Azul, a cor mais quente

Recortes de minha vizinhança atual e de uma antiga vizinhança

Pier Novo Leblon, Marina do Condomínio Novo Leblon, por Adriana Paiva, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, condomínios, foto, fotos, fotografia,

Marina do condomínio Novo Leblon: À margem da Lagoa de Marapendi. Manhãs na companhia de quero-queros.

Urca, foto por Adriana Paiva,  EsEFEx Escola de Educação Física do Exército, CCFEx, Forte São João, Fortaleza de São João,

De mergulhos na Praia de Fora. Fortaleza de São João, Urca.

Outras notas paulistanas

 

Diário ilustrado

Junho de 2016 * Via Instagram

Bairro do Ibirapuera, foto da jornalista Adriana Paiva, fotos, Instagram da jornalista carioca Adriana Paiva, Drixpaiva, bairros paulistanos,

Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela  APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).

Ciclovia da Paulista, Foto por Adriana Paiva, paulistanos, blog da jornalista Adriana Paiva, São Paulo Ilustrada, Pauliceia, ciclovias,

Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)

MASP, visitação de escolas, crianças, alunos, jardim de infância, SP,

Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).

Dias de ressaca

Sobrevivência no ‘Rio Olímpico’

 

Praia do Arpoador

Da mureta do Arpoador: O trecho interditado pela Defesa Civil na sexta-feira (29/4) continuava assim quando passei por lá na terça (3/5) pela manhã.

Os reflexos da frente fria que chegou ao Rio, há pouco mais de uma semana, ainda se fazem notar em vários pontos da orla. No Arpoador, depois que ondas de mais de 2.5 de altura tragaram a faixa de areia, atingindo o calçadão, a Defesa Civil decidiu interditar, no último dia 29, o trecho à beira-mar que vai do Posto 7 até a rampa de acesso à praia, localizada em frente ao Hotel Arpoador Inn.
Já na Barra da Tijuca, o mar agitado chegou a danificar a estrutura que estava sendo montada, no Posto 2, para o campeonato de surfe Oi Rio Pro  (que ocorre entre 10 e 21/5), fazendo com que o palco principal do evento tivesse que ser transferido para a Praia do Grumari.
Prevendo outras fortes ressacas ao longo do ano, o oceanógrafo David Zee divulgou, na semana passada, que apresentaria à Defesa Civil do Rio de Janeiro um plano de mapeamento, onde sugeriria a interdição das áreas mais vulneráveis à incidência de grandes ondas. Além das praias do Arpoador e da Barra, devem constar desse monitoramento diversos trechos de orla entre a Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes, e a Pista Cláudio Coutinho, na Urca.

 

MNBA Por Adriana Paiva

Praia da Barra da Tijuca, feriado de 1° de maio: Quebra-mar é um dos pontos constantes do mapeamento de ressacas idealizado pelo oceanógrafo David Zee 

Ações preventivas

Quem vive no Rio e em outras cidades litorâneas certamente concorda que essas deveriam ser precauções habituais. O que mais comumente se observa, entretanto (aqui, como em outras regiões do país), é a ausência de um bem urdido plano de ações preventivas e tais cuidados só passarem a existir após a ocorrência de uma grande tragédia.
A tragédia da vez não poderia ter sido mais arrasadora no que tange à negligência e coincidências. No dia em que, na Grécia, era acesa a tocha olímpica, no Rio, cidade-sede da Olimpíada de 2016, recebíamos, aturdidos, a notícia de que um trecho da ciclovia Tim Maia – parte do alardeado legado olímpico — desabava na Avenida Niemeyer, ocasionando a morte de duas pessoas.

Creio que todos os que vibraram com a construção de uma ciclovia em área tão privilegiada jamais suporiam que uma obra costeira daquelas dimensões pudesse ter sido concebida sem que se previsse a ação de um fenômeno natural tão conhecido por aqueles que aqui vivem – exceto, conforme soubemos, pelo secretário municipal de Governo do Rio. Dado nosso extenso histórico de desacertos na área, deveríamos ter suspeitado.

Desde então, o que vinham sendo dias de forte ressaca, passaram a ser, também, de desencanto. No meu caso, que sempre me julguei uma carioca atípica, mas, que, há alguns anos, tenho tentado não mais viver às turras com a cidade onde nasci, de um pouco mais de desalento.

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Não cheguei a pedalar pela ciclovia Tim Maia, no trecho de São Conrado onde ocorreu o acidente. Mas fiz inúmeras fotos em minhas rotineiras passagens pela região. Uma delas, publiquei no Instagram, no dia 7 de fevereiro, poucas semanas após sua inauguração:

Ciclovia da Niemeyer

Dentro do carro, descendo a Avenida Niemeyer em direção ao Leblon. Lá fora, o guri, todo compenetrado, conduzindo sua bike pela recém-inaugurada ciclovia Tim Maia. Uma alegria ver tantas famílias pedalando por aí.

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Do Flickr

 

Atualizações / Março

Roterdã Holanda Países Baixos holandeses Europa europeus estações de trem leitor leitores de jornal transporte ferroviário ferroviária Fotos por Adriana Paiva

Rotterdam Centraal : À espera do Thalys que nos levaria a Paris.

Praia praias De Dentro De Fora Forte Fortaleza de São João Urca - Clique para ampliar

De uma tarde de verão na Praia de Fora (Fortaleza de São João, Urca).
Do outro lado da Baía de Guanabara, em Niterói, a Fortaleza de Santa Cruz da Barra.

 

Outros ares

 

Na vizinhança

E um pouco além

Vizinhança no Novo Leblon

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Paisagens cotidianas: A certeza de que minhas longas caminhadas, entre verde e mar, trarão de volta a serenidade que, às vezes, me falta

Debruçada sobre novos ‘jobs” e dando início a preparativos para viagens que farei em breve, resolvi desativar, há questão de três semanas (sim, outra vez), minha conta no Facebook.
Continuo, entretanto, publicando com alguma regularidade em outras redes sociais. Algumas delas, cabe frisar, sempre funcionaram como extensões deste blog, já que ali também compartilho opiniões e imagens relacionadas ao meu dia a dia – a exemplo de meus posts no Instagram e no Foursquare / Swarm.

De algumas semanas para cá, também venho tentando retomar minha presença no Twitter, que andava um tanto negligenciado desde que, tornando-me assídua no Facebook, passei a utilizar os tais 140 caracteres com o principal intuito de replicar posts daquela e de outras redes.
O que eu não considerara encontrar, nessa minha “volta” ao microblog, é o clima de acirramento político ainda mais pesado do que na rede que celebrizou Mark Zuckerberg. Suspeitava, é claro, mas não pensara a respeito.
Outro dado importante que já me escapava é que, quanto menos espaço as pessoas disponham para expressar seus pontos de vista, ainda mais mesquinhas elas podem soar.

Outras do inverno carioca

 

E de um domingo que se pretendia preguiçoso

Via meu perfil no Facebook

Condomínio Novo Leblon

Vista da varanda de casa: Clube do condomínio, Lagoa de Marapendi e o mar

Agora, deste lado da cidade, temos sol, céu limpo e estupefacientes 27°C. Mais cedo, à beira-mar, eram 18°C !
O vento gélido destas manhãs ensolaradas quase sempre me lembra uma certa fase de minha infância em Brasília, época em que ainda era possível dizer que se sentia frio no inverno. Frequentemente, aquele tipo de frio energético, que entra pelas narinas espantando o sono e que, mal bate na pele, o sol logo amorna. E, hoje, que meus planos de ficar mais tempo na cama foram cedo detonados por Bob, o poodle, esse solzinho matinal veio bastante a calhar. #invernocarioca

Os sempre surpreendentes dias invernais no RJ, inspiram, a propósito, reportagem de capa da revista O Globo.


Notas europeias II

 Dias em Haia

Benoordenhout bairro de classe média alta em Haia familiares paulistanos cidadãos italianos vizinhança holandesa diplomatas engenheiros cidadania europeia cidadãos europeus periodista journalist Netherlands Países Baixos Europa blog da jornalista Adriana Paiva

Benoordenhout: Estada na casa de parentes paulistanos


Após eu e minha mãe passarmos parte do Dia do Rei no centro de Haia, na companhia dos primos, fecho a tarde como iniciei a segunda-feira: caminhando pela vizinhança.

Inspiração Kodak

Como se folheasse álbuns da minha infância

 Poderia ser a Barra da Tijuca de algumas décadas atrás, mas é a minha vizinhança como a vejo da varanda daqui de casa. Brincando com o PicsArt

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Novo Leblon

 

Novo Leblon

 

Novo Leblon

 

Fotos por Adriana Paiva ©  

 

Fotodiário: 28/4/2014

 

Segunda-feira de ressaca

 

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De uma rotineira caminhada pela orla da Barra da Tijuca. Essa, entre a Praia da Reserva e o Posto 4. Achei bonito ver os dois andando lado a lado, indiferentes à fúria do mar. E durante tanto e tão entretido tempo, que quando me dei conta, já os tinha perdido de vista.

 

 


Porque hoje ela aniversaria

Brasília, 53 anos

Instagramada especial : Abaixo, uma seleção de imagens publicadas no meu perfil, nas três últimas semanas.

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Bsb

A terra vermelha, a árvore retorcida, as linhas arquitetônicas de Niemeyer, três símbolos tão conhecidos dos brasilienses, apenas para saudar: Parabéns, Brasília, pelos seus 53 anos.

 

Bsb

Nem o mais tímido dos turistas abre mão de uma foto em frente às obras projetadas por Oscar Niemeyer. Aí a Catedral Metropolitana de Brasília, inaugurada em maio de 1970 — e reinaugurada após reformas, em dezembro do ano passado.

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Bsb - Do meu Instagram

 Congresso Nacional : Visto pelos fundos, em um dia de nuvens carregadas

 

Bsb

Museu Nacional Honestino Guimarães: Mais uma obra concebida por Oscar Niemeyer

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Bsb - Do meu Instagram

No foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro: “A Contorcionista”, escultura em bronze de Alfredo Ceschiatti

 

Fotos por Adriana Paiva ©

 


Outros recortes da Pauliceia

De revisitas
 

*”…O errante voyeurístico que descobre a cidade como uma paisagem de extremos voluptuosos. Adepto das alegrias da observação, connoisseur da empatia, o flâneur acha o mundo ‘pitoresco’ “

Avenida Paulista por Adriana Paiva

Rasgos de amor na São Paulo da garoa. Beijos apaixonados em plena Avenida Paulista.

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Moema Pássaros. São Paulo

De uma volta pela minha antiga vizinhança, em Moema. Flores crescendo, teimosa e harmoniosamente, para além dos domínios de edifício na Avenida Macuco, próxima à Tuim, outra rua com nome de pássaro e onde morei entre 1999 e 2005.

* Susan Sontag em Sobre Fotografia, Companhia das Letras, 1983.

 

Fotos por Adriana Paiva ©


Verde que te quero verde …

 

* Instagramadas

 

Jardins do Parque Lage

Voltando a me perder, no melhor dos sentidos, nos jardins do Parque Lage.

Foto por Adriana Paiva ©


Parque Lage

Via Instagram

Jardins do Parque Lage

Entre a EAV e os jardins do parque: Lembranças de infância

Sempre delicioso andar por aqui e lembrar de quando minha mãe vinha ter aulas na EAV e eu e minha irmã fazíamos desses jardins a extensão da nossa casa. A essa altura, já tínhamos morado em Brasília e eu já sabia bem o que era ser embriagada pelos verdes e seus aromas.

Foto por Adriana Paiva ©