Mais precisamente, no hall de entrada do museu
museus
Kunstmuseum Den Haag
Reminiscências em profusão
Quarentena | Dos meus arquivos para o Instagram
- Aniversário de Brasília
Brasília 60 anos, fragmentos de uma compilação-homenagem. No alto, meus sobrinhos. Acima, vista da chegada à cidade; no Congresso Nacional, intervenção de alunos de workshop conduzido pelo alemão Kurt Buchwald. Link para a seleção completa. [ + Mais Brasília ]
- Pinacoteca do Estado de S.Paulo
Outras pedaladas
Fragmentos via ‘Instagram Stories’
Os ciclistas, mundo afora:
* Amsterdã, imediações do Rijksmuseum >> Paris, entre o Rio Sena e o Museu d’Orsay * Pier Mauá (Velocity 2018) >> Avenida Paulista * Benoordenhout, Haia >> Ipanema, Posto 8 * Copacabana, Posto 5 (Rio 2016) >> Estação de trem Den Haag Centraal * De Passage, Haia >> Esplanada dos Ministérios, Brasília *
Links para as séries completas [ 1 ] [ 2 ]
O período em imagens | Abril 2019
Via Instagram
Temporada em GYN
* Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo Orion ; Setor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *
O período em imagens
Via Instagram
Junho | Agosto
* Ciclistas de Paris: 15º arrondissement ; Rue de Valois * Velocity 2018
* Museu Municipal de Haia * Museu Casa de Santos Dumont * Mostra no Paço Imperial
* Campo Grande (MS) * De livros e de castelos de areia * Praia Vermelha, Urca
* SUP na Praia do Pepê * Domingo no Corcovado *
IG: Outubro/Novembro
O período em imagens
Dois meses em doze registros
* #Throwbackthursday: Homenagem a Frans Krajcberg * Haia, Holanda * MAC / Niterói *
* Museu de Arte do Rio – MAR * JRart / Pier Mauá * Pista Claudio Coutinho *
* Bikes_Ciclovias: Avenida Pasteur * Avenida Atlântica * Paris *
* Avenida Niemeyer * Praia de Fora, Urca * Praia do Pepê, Barra da Tijuca *
Não mais do que de repente
Ainda o Instagram
E não é que o vaticínio que me soou risível pode mesmo fazer sentido? Minhas fotos voltaram à galeria. Estão lá, agora: 1014 publicações. A mágica aconteceu anteontem, logo após eu postar este registro de minha visita ao Museu Histórico Nacional:
Exposição Nirvana: Taking Punk to The Masses. Deixei para ir depois de passado o ‘hype‘ e não poderia ter feito melhor opção. A mostra, que inaugurou em meados de junho, fica por lá até 22 de agosto. Neste registro, cenário emulando a gravação do ‘MTV Unplugged in New York‘, o primeiro álbum ao vivo da banda.
* * *
Antes de desativar seu perfil no Instagram…
Pense bem; não há garantia de que você reveja suas fotos
Aqui, um resumo do que ocorreu comigo: Em 24 de julho de 2017, desativei minha conta no Instagram. Ao reativar, no dia seguinte, constatei que cerca de 750 de minhas imagens haviam desaparecido. Embora os sucessivos contatos com o suporte da rede social, em momento algum, eu obtive retorno. Dado o espantoso volume de queixas semelhantes, partidas de outros usuários, qual não foi a minha decepção ao concluir que falta de feedback é praxe do Instagram
‘Hollands Deep’, mostra do fotógrafo Anton Corbijn no Museu Municipal de Haia: Imagem (re)publicada no Instagram
Escrevi, em 26 de julho:
Sim, este é um ‘repost’. E um ‘repost’ em sinal de protesto. Pois que sigo inconformada com o sumiço de minhas fotos. M-I-N-H-A-S. Todos registros de minha autoria, convém enfatizar. Das mais de 1000 imagens publicadas, de 2013 para cá, restaram 250. Como assim? Por quê? Aonde foram parar? Entrei em contato com o suporte do Instagram, mas, como sói ocorrer nessas circunstâncias, não obtive nenhum retorno. Pesquisando na Internet, descobri que outros usuários passaram por situações semelhantes, ao desativarem seus perfis e reativarem algum tempo depois. Entre inúmeras reclamações e um e outro relato desesperado — de gente que, como eu, fez contatos infrutíferos com o suporte –, encontrei até quem relatasse ter perdido uma “galeria” inteira, ao desativar sua conta aqui. E aí? Fica por isso mesmo?
Voltei ao assunto, quatro dias depois:
Ainda à espera de ter minhas fotos de volta. Li em queixumes por aí, entretanto, que, justamente quando menos se espera, é que as imagens costumam retornar à sua galeria (…) No meu caso, que tenho usado o Instagram, sobretudo de forma lúdica, é certo que já não verei a mesma graça em continuar postando. Só não me aborreço mais porque tenho o backup de tudo o que já publiquei aqui. A exemplo deste registro, que fiz a bordo de um trem da Thalys, viajando de Rotterdam a Paris.
* * *
Outras notas juninas
O período em imagens
Via Instagram
* Pedra da Gávea / Avenida das Américas * Copacabana, Posto 6 * Arquipélago das Tijucas, Posto 4 * Casa França-Brasil, Centro * Avenida Portugal, Urca * CCBB: Los Carpinteros * Yes ! Nós Temos Biquíni * MuseumWeek: Mostra Late Rembrandt no RijksMuseum *
Dias de Pauliceia
Organizada e intensamente
Inaugurando junho na mais positiva das disposições
Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo
Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário. Flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.
As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.
Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho
Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.
Japan House: A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão” (até 9 de julho)
Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6
| + SÃO PAULO: No blog e no Instagram – pela hashtag #adrinascidades |
Sobretudo porque célere
Ainda o metrô
Certos encantos da metrópole: Sair do MASP, pegar o metrô até a Pinacoteca e voltar à Paulista com disposição para ainda flanar
Um leitor do blog fez a provocação e eu não me furtaria a responder: “Você fala tão bem do metrô porque não deve usar com frequência”. È vero, ultimamente, não. Ele ainda emendou: “E aposto que nunca entrou na Estação Sé perto de final de expediente”. Taí. Entrei. Pode ter sido por absoluta ignorância da multidão que encontraria em uma daquelas típicas tardes de temporal na capital paulistana. Mas entrei. Admito, é experiência para os fortes. Eu não a repetiria em sã consciência.
Sinto que minha relação com o metrô, hoje em dia, guarda certo laivo de minhas experiências de jovem universitária vindo ao Rio visitar meus avós. Com o sentido de urgência próprio de meus vinte e poucos anos, como não amar a ideia de sair de um sebo no centro da cidade, embarcar em uma estação próxima dali, e, minutos depois, já estar flanando por Botafogo? Quando vinha de férias, era principalmente meu avô quem costumava me deixar nos lugares onde eu desejava ir. Mas quando eu não podia contar com a carona dele, o metrô, frequentemente, me foi de grande serventia.
Já em São Paulo, de uns anos para cá, minhas melhores experiências com o meio de transporte têm se dado em dias em que, tendo uma agenda flexível, posso me deslocar sem muita pressa. Em uma dessas ocasiões, peguei o metrô na Paulista para ir até a Pinacoteca, dali até a Vila Madalena e, mais tarde, outro de volta à Paulista, aportando por lá com disposição para ainda flanar pelos arredores. A melhor maneira de visitar um número razoável de museus e galerias, em um mesmo dia, segue sendo essa. Mas, claro, evitando sempre os horários de rush.
A propósito ainda de ser conduzida aos locais que me interessam, com praticidade e rapidez, gostei bastante da experiência que tive, dia desses, de pegar um VLT na Parada dos Museus – ao lado do Museu de Arte do Rio -, para descer na Cinelândia, perto de onde, aliás, o ônibus exclusivo do Novo Leblon faz escala no percurso de retorno ao condomínio.
Em tempo: A revista O Globo deste domingo traz especial sobre a Linha 4 do Metrô do Rio, com crônica de Arnaldo Bloch e ensaio fotográfico de Custódio Coimbra. Aqui: [=].
Outras notas paulistanas
Diário ilustrado
Junho de 2016 * Via Instagram
Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).
Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)
Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).
Outros recortes da Pauliceia II
Flickr + Instagram
E o mote? Aquele mesmo : #SP462anos
Ponte-Aérea: Sobrevoando São Paulo com destino ao Rio. Agosto de 2010.
Museu da Língua Portuguesa. Junho de 2007. A essa altura, a instituição comemorava um ano de funcionamento. E a exposição que, naquele momento, atraía ao museu um grande público era “Clarice Lispector – A Hora da Estrela”, que ficou por lá entre os meses de abril e setembro.
A história da língua portuguesa em um painel repleto de recursos interativos. Outro registro feito em 2007…#sp462anos.
Free Jazz Festival 2000. Fernanda Lima e Luiz Thunderbird, então VJs da MTV Brasil, gravam chamada no estúdio móvel montado no Jockey Club de São Paulo… Saudade dessa que foi uma época fervilhante de minha vida na Pauliceia. Lembro, a propósito, que, nessa edição do festival, o Sonic Youth foi a banda que superou até as melhores de minhas expectativas. Showzaço… #recuerdosdesp.

Metrô, Estação Sumaré (dezembro de 2008). Lá fora, a diversidade étnica da população paulistana representada na obra de Alex Flemming… #recuerdosdesp.
Tapume das obras do Metrô, em uma esquina da Avenida Ibirapuera, no bairro de Moema. Morei bem perto, na Rua Tuim, entre os anos de 1999 e 2005. Embora gostasse bastante de viver no bairro, sempre me ressenti de não dispor de uma estação de Metrô mais próxima. Depois que vendi o meu carro e, mais tarde, mudei-me para o Campo Belo (bairro vizinho), cheguei a acreditar que assistiria à inauguração da linha prevista para cobrir essa área da cidade. Enganei-me. Rotundamente. De lá para cá, foram tantas as estimativas não cumpridas, que até desanimei de me informar a respeito. Vejamos se esse trem sai antes de 2020…#desejosparasp.

Inaugurado em 1949, o Sistema Municipal de Trólebus de São Paulo tinha, então, mais do que os 50 anos que os dizeres informam na lateral do veículo desta minha foto. Afinal, estávamos em 2004. E eu já não lembro fazendo o que, pelos lados da Vila Mariana… #meusarquivos #saopaulo462anos.
Entre os tantos momentos de minha coleção de chegadas e partidas. E certa de que, breve, volto a revê-la…Parabéns, São Paulo!
Novas – Das galerias virtuais
Caindo na estrada
Updated: Em três tempos
De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante.
Do Instagram:
A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan…
Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.
Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.
Que venha 2016 !
Retrospectiva 2015: Em imagens
Corredor cultural
Centro do Rio em PB
Setembro/Outubro – Via Instagram
Peça do escultor suíço Not Vital – e o coadjuvante inesperado | Paço Imperial.
Museu de Arte do Rio (MAR). Outubro, 2015.
A foto da foto da foto da foto… Estendendo minhas horas no centro da cidade, com mais uma visita à mostra Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940 – 1960). Tarde no #MAR.
Aqui e ali
Publicações Julho/Agosto
Via Flickr e Instagram
Do Flickr: Sessão fotográfica com ares de editorial de moda.
Pavilhão Colbert, Museu do Louvre.
Do Instagram: Irmã e sobrinha nos últimos dias de férias em plagas cariocas e a vontade era matar saudade da Urca, bairro onde elas também moraram. Já os tão acalentados planos de subida ao Pão de Açúcar, dessa vez, não poderão ser satisfeitos. Ao contrário do que insinuava-se hoje cedo, com um sol que até prometia praia, o tempo voltou a fechar no início da tarde… #invernocarioca.
Bicicletas, ciclistas e ciclovias
Capítulo: Europa 2015
Mais uma série nascida no Instagram
De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.
Atravessando a Pont Royal.
Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.
Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.
Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.
Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.
Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.
Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.
Primavera entre Haia e Paris
Recortes de um diário visual
Na volta à casa de nossos anfitriões, em Haia, a espera pelo trem que nos levaria a Rotterdam… #Thalys #garedunord.
A caminho do d’Orsay…
Na ida para Paris, a escala em Bruxelas. Desembarcamos uns cinco minutos antes do que registra o relógio da plataforma. E seguimos viagem, conforme previsto, às 10:13. Pontualidade que não se repetiu no trajeto inverso…#BruxellesMidi #Thalys.
Dia do Rei. Centro histórico de Haia (27/4) … #koningsdag2015 #denhaag #nederland.
Domingo em Delft. As senhorinhas não demoraram a embarcar na proposta de um aquecimento para o “Dia do Rei”, comemorado amanhã (27), feriado nacional na Holanda…#koningsdag2015.
Sábado à tarde, em Rotterdam, na entrada do Markthal.
Chegando ao Rijksmuseum para ver “Late Rembrandt”. Sexta-feira (24).
“Anton Corbijn – Hollands Deep”, no Gemeentemuseum. Haia, 23/5.
Holland Pass em mãos, a única dúvida é saber por onde iniciaremos nossa maratona de visitas a museus.
Fotos por Adriana Paiva ©
Brasília em preto e branco
Via Instagram
Plataforma Rodoviária, o centro do Plano Piloto, e seus múltiplos apelos visuais. Lembro que meu primeiríssimo ensaio para uma disciplina de fotografia, na UnB, saiu desse pedaço da cidade. Tendo morado em duas quadras da Asa Norte (102 e 103) e em outras duas na Asa Sul (209 e 112), fato é que quase nunca passei por aí indiferente ao que ocorria no entorno… #bsbnotas.
E há essa Brasília que sempre me surpreende. Registro de viagem feita em 2011.
Para fechar mais uma série #bsbnotas. Supremo Tribunal Federal. Diante do prédio projetado por Oscar Niemeyer, “A Justiça”, escultura em granito de Alfredo Ceschiatti.
Rio em preto e branco
Via Instagram
Recortes de julho a setembro
Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.
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Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.
Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.
Inspirados por Nise da Silveira
Revista da Cultura. Edição 86. Setembro de 2014
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Reginaldo Terra, um dos atores do Teatro de DyoNises. Foto: Bruno Veiga
Especial sobre Educação da Revista da Cultura deste mês vem com reportagem de minha autoria: Bravos discípulos – Dentro de instituição fundada há 103 anos, na zona norte do Rio, museu e série de projetos inovadores mantêm vivo o legado da psiquiatra Nise da Silveira. Para ler >> clique aqui.
Porque hoje ela aniversaria
Brasília, 53 anos
Instagramada especial : Abaixo, uma seleção de imagens publicadas no meu perfil, nas três últimas semanas.
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A terra vermelha, a árvore retorcida, as linhas arquitetônicas de Niemeyer, três símbolos tão conhecidos dos brasilienses, apenas para saudar: Parabéns, Brasília, pelos seus 53 anos.

Nem o mais tímido dos turistas abre mão de uma foto em frente às obras projetadas por Oscar Niemeyer. Aí a Catedral Metropolitana de Brasília, inaugurada em maio de 1970 — e reinaugurada após reformas, em dezembro do ano passado.
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Congresso Nacional : Visto pelos fundos, em um dia de nuvens carregadas

Museu Nacional Honestino Guimarães: Mais uma obra concebida por Oscar Niemeyer
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No foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro: “A Contorcionista”, escultura em bronze de Alfredo Ceschiatti
Entre praias e museus, algo mais
Instagramadas do período

RIO : Recorte do prédio em estilo neoclássico projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, na segunda década do século 19, e que teve muitas funções antes de passar a abrigar a Casa França-Brasil, a partir de 1990.

BRASÍLIA: Entrada do Museu Nacional Honestino Guimarães, um projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.

Making of: Luciana Whitaker fotografa Clarice Falcão para a Revista da Cultura. Sairam dessa sessão as fotos que ilustram minha entrevista com a multiartista recifense radicada no Rio. Seu primeiro álbum de estúdio deve chegar às lojas entre abril e maio.
Museu de Arte do Rio
Amanhã, terça-feira (5), MAR abre para visitação pública
Fotodiário: Aqui, registros feitos na quinta-feira passada (28/2), véspera da inauguração do museu, quando ocorreram a coletiva e a visita guiada para imprensa.

Acima, no segundo andar do pavilhão expositivo: Entre as 136 obras provenientes da coleção do romeno Jean Boghici, quadros de Rubens Gerchman e Antonio Dias. A cenografia da mostra tem assinatura da dupla Daniela Thomas e Felipe Tassara.
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E do meu Instagram: No topo do museu, onde se vê bem a conexão entre os prédios de estilos arquitetônicos tão distintos: à direita, o Palacete Dom João VI, onde fica o pavilhão expositivo. Ao lado, o edifício que abriga a Escola do Olhar. E, mais acima, derramando-se sobre ambas as construções, uma grande onda — declaradamente inspirada nas curvas de Niemeyer.
Hélio Oiticica em Brasília
Últimas semanas

Em Brasília, a terceira escala da mostra “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo”
Museu Nacional de Brasília
Endereço: Esplanada dos Ministérios
Horário: Terça a domingo , das 9h às 18h.
Entrada gratuita









































































