Família morando na Tailândia

 

De Caracas para Bangkok

Com escalas no Rio de Janeiro e em Curitiba

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Nas fotos, fachada do prédio onde minha irmã mora com a família; varanda do apartamento e a cidade vista a partir desse ponto — acima, à esquerda, o icônico King Power Mahanakhon, edifício de 77 andares;  no centro da imagem, o Saengthong Thani Tower, à direita, o Bangkok Bank.

Em setembro de 2025, minha irmã foi morar com a família em Bangkok, capital da Tailândia, levando na bagagem experiências memoráveis de 4 anos de residência em Caracas (na primeira vez, em 2003, ela morou na cidade por 2 anos).

Escrevo este ainda impactada pelos sismos que abalaram a Venezuela.
Sei o quão difícil será a reconstrução do país em meio a um cenário político ainda mais dramático e incerto do que aquele existente sob a ditadura de Nicolás Maduro.
Espero que os venezuelanos se mantenham resilientes e não tardem a ter a liderança que verdadeiramente merecem.

Minha irmã deixou o país com a família em agosto do ano passado. Antes de ir visitar o meu sobrinho, em Curitiba, eles estiveram uns dias conosco, no Rio.
Mallu, a Border Collie da Luisa, que já havia enfrentado um traslado problemático em sua mudança para Caracas, também esteve aqui.

Depois de pesar prós e contras, detidamente, minha irmã concluiu que seria muito arriscado levar a cachorra com eles para a Tailândia. E, com isso, Mallu está passando uma temporada com a sobrinha do meu cunhado que, afortunadamente, também adora cães. Eu e meu pai a teríamos acolhido aqui, em casa, mais uma vez. No entanto, embora nossos esforços, ela e Hannah, logo aos primeiros contatos, se estranharam seriamente. Já ouvi especialistas em comportamento canino dizerem que a convivência de duas Border Collies fêmeas, depois de pelo menos uma delas já ter se tornado adulta, é mesmo muito difícil de administrar. Mallu deve voltar a viver com suas tutoras tão logo elas retornem da Tailândia.

Agora, com meu cunhado exercendo novo cargo no escritório tailandês da ONU, Cristina e Luísa também experimentam uma nova vida no Sudeste Asiático.
Não posso deixar de pensar que minha mãe, se já não tivesse demovido a filha caçula de ir morar em região tão mais distante que a anterior, com certeza, estaria passando uns dias com eles. Essa sua disposição de ir estar conosco, ao nosso primeiro chamado ou aonde quer que fôssemos nos aventurar, faz uma falta que eu não conseguiria mensurar.
Aqui, eu e meu pai já nos acostumamos às 10 horas de diferença de fuso entre o Brasil e a Tailândia, para colocarmos nossas conversas em dia. O que nos consola é saber que a permanência da Cristina em Bangkok termina em algum momento do primeiro trimestre de 2027.

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Dos arquivos | A família em primeiro lugar

• Conforta-me pensar que Hannah chega às nossas vidas enviada por mamãe • Dos stories, o nosso amor pelos pets • Mallu, a outra Border Collie da família • Meu avô Edmundo, filho de portugueses vindos de Viseu (Nelas) e de Matosinhos • Tempos de EAV, sensibilidade artística herdada da minha mãe • Do Instagram, lembrando quando mamãe tinha aulas na EAV  •  Meu pai em 3 tempos: No Colégio Militar, na AMAN e condecorado pós-comando no MS • Em Bsb: Expo com mamãe e Tiago • Ele, o brasiliense da família • Eu, sannyasin aos 16 – e a fé dos que me educaram • Os irrequietos Thiago e Tiago • Os irmãos Antonio e Edmundo – papai e titio em início de carreira • Minha irmã volta a morar na Venezuela • Foi nas piscinas do Clube Militar da Lagoa que eu minha irmã demos nossas primeiras braçadas • Prima Marlene, primeira engenheira da Rede Globo • Na Barra como em Bsb: Nossos endereços na capital federal • Pandemia com meus pais: recebendo notícias dos queridos, mundo afora • Aquela Brasília que aprendemos a amar • Os sobrinhos e um pouco da infância em Bsb •

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Hannah, a minha Border Collie

* Presente do meu pai para mim

Ela chegou às nossas vidas em agosto de 2024. Gostaria, imensamente, que minha mãe a tivesse conhecido; certeza de que a amaria aos primeiros afagos.

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De acordo com o pedigree emitido pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), a Hannah é uma Border Collie de pelagem azul e branca, o que significa dizer que ela herdou o gene que provoca a diluição do preto, conferindo ao pelo esse tom acinzentado.

Aí, em agosto de 2024, recém-chegada, aos 2 meses.

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No colo da minha sobrinha, uma das tutoras da Mallu, a outra Border Collie da família.

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Primeira vez no Rio Design Barra, shopping center ao lado de casa, em fevereiro deste ano.
Não sou muito favorável à ideia de levar cães a lugares desse tipo — fechados e, normalmente, barulhentos. Se for para ir com a Hannah ao comércio local, ainda prefiro os shoppings Novo Leblon e Millenium, que são abertos.

Barra da Tijuca

Na marina do condomínio, em março deste ano, aos 9 meses.

Passeio pela vizinhança, também em março deste ano. 

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Condomínio Novo Leblon. Maio de 2025.
* Fotos originalmente publicadas no meu Instagram (@drixpaiva).

 
 
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Dos arquivos | A família em primeiro lugar

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Abril iluminado II

 

Clã no Rio

Cristina e família direto de Caracas. Tiago, vindo de Curitiba. Todos aqui para a primeira etapa das celebrações referentes ao aniversário de minha sobrinha Luísa.

De volta à Venezuela

No final de 2021, minha irmã voltou a morar em Caracas. Na primeira vez em que foi residir na cidade, em 2003, meu cunhado havia ido para lá fazer um curso. Nessa época, minha irmã, que tem formação acadêmica em pedagogia, trabalhava em um instituto cultural, tendo como função, inclusive, a de lecionar português para estrangeiros. Ocupação que, a propósito, lhe rendeu boas amizades, como com a esposa de um diplomata que, mais tarde, viria a se tornar madrinha de Luísa, não nascida na época.

Agora, eles voltam para a cidade em função de um novo cargo assumido por meu cunhado, atualmente, trabalhando na ONU.

À maneira do que ocorreu na primeira vez, minha irmã volta a ter a oportunidade de descortinar um lado da Venezuela que poucos brasileiros conhecem.

Mar das CaraíbasMar das Caraíbas

Mar das Caraíbas"Colonia

 

 

 

 

Na primeira foto, sobrevoo por Los Roques, arquipélago venezuelano no Mar das Caraíbas. Ao lado, Cayo Francisqui. Distante cerca de 10 minutos de barco da ilha principal, Gran Roque, a ilhota é opção para quem busca atividades como stand-up paddle e mergulho com snorkel. Abaixo: minha irmã no Parque de La Exotica Flora Tropical, em San Felipe, junto ao Hotel Antigua Misión. Ao lado, Colônia Tovar. cidade fundada por imigrantes alemães, a 60 km de Caracas; Mallu, a border collie da minha sobrinha, no Hotel Klein Dorf, destino dog friendly

 

Entre 2003 e 2005, minha irmã morava em La Castellana, área nobre da capital venezuelana. Agora, não muito distante de lá, em um condomínio repleto de estrangeiros.

Na noite do domingo de Páscoa, minha mãe embarcou para Caracas na companhia de filha, neta e genro, para participar da segunda etapa das comemorações do niver de Luisa (e para assistir à sua estreia no teatro). Ela já havia estado no país em outras duas ocasiões, quando da primeira vez em que a Cristina morou lá.

Mar das CaraíbasMar das Caraíbas

A caminho de casa: Vizinhança de minha irmã. Na placa, La Castellana, seu antigo bairro e onde ficam o colégio de Luisa e o parcão frequentado por Mallu. Ao lado, ela pronta para ir com a Cristina pegar minha sobrinha na escola

Restaurante Bambu Altamira xxxxxxx Segundo Muelle

Vida noturna e opções gastronômicas: Restaurante Bambú Altamira, especializado em culinária oriental. Comemoração de aniversário no Hard Rock Cafe. Localizada em Los Palos Grandes, bairro de agitada vida noturna, filial do restaurante americano reabriu no início do ano. Restaurante Segundo Muelle, representante da cozinha peruana, com filiais, também, na Espanha e em Portugal. Registros feitos por minha irmã

Mais Caracas

Trasnocho

Caracas Cultural

Fundación Trasnocho Cultural : Espaço reúne teatro, salas de cinema, galerias de arte, lounge e cafeteria. Entre os espetáculos em cartaz, os clássicos A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, e Ato Cultural, do dramaturgo venezuelano José Ignacio Cabrujas.

 

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De passagem. Ou podendo me demorar além das cercanias

Porque é imensa a saudade de cair na estrada e de flanar por aí

Mais uma série via Instagram

De Passage shopping mall mulheres ciclistas The Hague Netherlands Journalist Adriana Paiva

Den Haag Centrum (Centro de Haia): Imediações do shopping De Passage

 

Van Alkemadelaan  Den Haag Nederland Haia Holanda Países Baixos‎

Van Alkemadelaan, Haia: Paisagens no caminho para o balneário de Scheveningen

 

Den Haag Centraal train station

Maior estação de trens da Holanda, a Den Haag Centraal comporta também o maior número de linhas

 

Netherlands Europe turismo turistas IATA AMS, ICAO: EHAM urban Den Haag Nederland

Schiphol, Amsterdam: Principal aeroporto da Holanda e um dos maiores da Europa

 

Netherlands Europe Oase ZUID-HOLLAND Nederland

Nieuwe Langendijk, Delft. Holanda

 

Netherlands Delft South Holland agência de publicidade comunicação Nederland

Turistas no centro de Delft. Na faixa, mensagem de boas-vindas alusiva ao Dia do Rei

 

Netherlands Europe Kingsday Roterdã tram urban Den Haag Nederland

No carro dos primos paulistanos, nossos anfitriões em Haia. A caminho de Rotterdam

[ + Mais Holanda ]

França parisienses vélo

Paris: Boulevard Garibaldi e estação Cambronne do metrô

France Europe Europa jornalista Adriana Paiva periodista journalist photos street photography photographer european europeus ruas pedestres

O passeio do Corgi : 15.º arrondissement

Paris França Louvre bairros parisienses arr. arrondissements Europa

Rue de Rivoli  / 1.º arrondissement

[ + Mais Paris ]

 

 
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Vicissitudes de uma miopia progressiva


E sobre rever o modo como usamos lentes de contato

Via post no meu Instagram

blog da jornalista Adriana Paiva miopia progressiva alta problemas oculares ótica óculos óticas armações Ray-Ban Tommy Hilfiger Wilson eyeglasses míopes de nascença míope documentário Janela da Alma oculistas oculista cirurgia refrativa

“(…) Sou míope. Míope de nascença. O mais recente exame de refração detectou – 19.75 na minha vista esquerda e – 6.25 na direita. Por razões distintas nenhum dos olhos pode ser submetido a uma cirurgia de redução de grau.
Pois eis que, no início de agosto, num descuido no manuseio de uma lente de contato gelatinosa, acabei machucando seriamente meu olho direito. Ter sido atendida numa emergência oftalmológica foi o que evitou que o quadro de úlcera de córnea se tornasse mais grave.
Uso lentes de contato desde a adolescência e nunca antes experienciara algo similar. Graças ao fundamental apoio de minha família pude atravessar dias um tanto angustiantes.

Não míopes talvez tenham dificuldade para entender. Mas o fato é que, apesar do alto grau em ambos os olhos, minha limitação visual, até aqui, jamais me impedira de fazer nada que eu quisesse (e também sou grata por isso) – de fotografar a pegar estrada, chegando a dirigir, por exemplo, entre Olinda e o Rio de Janeiro.
A propósito da experiência de viver com limitações dessa ordem, costumo recomendar o ótimo documentário “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho, também eles míopes.

Por fim, quero registrar aqui o alerta: à menor lesão no olho, ocasionada por uso de lentes de contato, não demore a buscar atendimento. Nesse tipo de situação, é o que determinará se sua córnea ficará ou não com cicatrizes ou se o caso se tornará ainda mais grave.”

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Na foto do topo, meus óculos de grau – todos com lentes que atenuam o efeito ‘fundo de garrafa’ (nenhum deles, entretanto, com o grau total do meu olho esquerdo). Na imagem acima, parte do que foi prescrito pelos oftalmologistas que me atenderam – alguns dos colírios aplicados de hora em hora.

 
 
 
 
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Google Maps

Das voltas que a internet dá

Abaixo, minha vizinhança no Novo Leblon: Clube e casas do condomínio. Ao fundo, o Mandala. Foto feita na varanda de casa e publicada despretensiosamente na plataforma, cinco meses atrás

Google Gmail da jornalista Adriana Paiva edifício edifícios Condomínio Novo Leblon Canova condomínios Barra da Tijuca  Local Guide Guides

 da jornalista Adriana Paiva adripaivamovel Foursquare checking Local Guide Guides Blog Adri nas Cidades Adriana Paiva Em Trânsito

Acima, print de mensagem enviada pelo Google em agosto. No momento, as exibições da imagem passam de 91 mil


Qual não foi minha reação ao abrir o menos divulgado dos e-mails que acesso do meu celular e deparar com a chuva de confetes? Eu ri.
Fotos de minha autoria, a meu ver muito mais informativas e/ou esteticamente interessantes, não tiveram um décimo sequer desse número de visualizações.

 
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Ainda mais reminiscências


ANO II da pandemia

Também direto do Instagram

foto fotos jornalista Adriana Paiva guarani kaiowa transferida transferência filhos de militar militares Alto Comando do Exército brasileiro Coronel QEMA Antonio Augusto Abreu de Paiva 18.º B Log Quadro de Estado-Maior Ativa Curso de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército ECEME Oeste Cavalaria Forças Armadas comando comandou tropas tropa comandantes crianças família indígena famílias indígenas Oficial do Quadro de Estado-Maior Grandes Unidades do Exército Brasileiro

Família guarani-kaiowá. Mercadão Municipal de Campo Grande (MS). #TBT de 1991, ano em que eu e minha família nos mudamos para a cidade.
Como outros de nossos deslocamentos país afora, este também se deu em função da profissão do meu pai que, coronel à época, foi para lá comandar o 18° Batalhão Logístico.
Obs.: (Preferi dessaturar a imagem para republicá-la no blog).


blog da jornalista Adriana Paiva artistas circenses perna de pau foto circo Plano Piloto Bsb UnB Brasília

Brasília. Registro feito alguns anos depois.
Apresentação de trupe circense mirim na Torre de TV.

#TBTs em série

ANO II

Também direto do Instagram

carioca off-Momo cariocas atípicos Rio de Janeiro

Esse menino me representa. Explico. O período em que mais gostei de Carnaval foi na infância. Tenho ótimas lembranças de carnavais brincados com minha irmã, nos bailes vespertinos de clubes de Brasília e do Rio, sempre fantasiadas com esmero por minha mãe ou por minha avó. Da adolescência para cá, no entanto, meio que corroborando minha fama de carioca atípica, meu entusiasmo para a folia de Momo passou a variar bastante de ano a ano. Principalmente depois que voltei a morar no Rio, em 2008, houve carnavais em que me senti o garotinho nessa foto — feita num pré-carnavalesco na Cidade das Artes. A sensação de peixe fora d’água parece vir se avolumando desde que inventaram que o Carnaval tem que durar de três a cinco vezes mais do que aqueles 4 dias aos quais havíamos nos habituado.

Em 28 de janeiro …

Fora Collor geração caras pintadas Fora Bolsonaro corrupto Ele não ForaBolsonaro EleNão presidentes corruptos impichados impichado estudantes de Jornalismo caras-pintadas UFMS universidade federal do mato grosso do sul impedimento deposição presidente da República manifestação manifestações

#TBT nostálgico e, de certa forma, oportuno. Agora, que a palavra ‘impeachment‘ volta a andar nas cabeças, andar nas bocas. Inevitável lembrar de mim jovenzinha, estudante de Jornalismo, ao lado de amigos, colegas e professores, clamando pela deposição de um outro presidente da República, nas ruas de Campo Grande, Mato Grosso do Sul…

adolescentes estudantes secundaristascaras pintadas

É bem verdade que alguns de nossos contemporâneos não tinham muita noção do que estavam fazendo ali. Minha turma, entretanto, não tinha sombra de dúvida.
Algo daquele período de que também sinto falta é do quão mais combativa era a nossa indignação.

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Uma Border Collie entre GYN e o RJ

A primeira viagem aérea de Mallu

Ou sobre como transportar seu cão em meio a uma pandemia

companhia aérea Voe Gol avião aviação voos blog da jornalista Adriana Paiva

O básico, exigido em viagens domésticas, pela maioria das companhias aéreas (neste caso, pela Gol): atestado de saúde, carteira de vacinação, comprovante de vacina antirrábica e caixa de transporte em tamanho suficiente para que o cão não apenas consiga ficar de pé, mas também girar em seu interior.
Minha irmã tinha uma caixa comprada para o Apolo, nos EUA, na época em que ela morou em Caracas. Mas quando ele, já bem idoso, deixou de fazer viagens aéreas com a família, ela acabou passando a caixa adiante. A nova, adquirida para a primeira viagem de Mallu, tem as seguintes especificações: Marca: Charlesco Gulliver – Tamanho 5; comprimento: 81 cm; largura: 61 cm; altura: 60 cm; peso: 7,9 Kg. Capacidade para suportar até 25 Kg.

cães petshops Rio

Acima: Após aterrissar no Aeroporto Santos Dumont, Mallu veio para a nossa casa, na Barra da Tijuca, conduzida pela MooviPet.

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No carro dos meus pais, do Novo Leblon à Cobasi.

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Na Cobasi, minha irmã comprou para Mallu (que está com 7 meses) ração e alguns brinquedos.

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Um post para dizer de outro

Fox Paulistinha gatos poodles doglovers pets

 

A compilação de fotos dos animais de estimação da família apenas começou. Novos acréscimos hão de vir por aí.
Nessa primeira seleção, aparecem 1) três dos nossos poodles; 2) Apolo, o fox paulistinha que eu e minha mãe demos ao meu sobrinho, na véspera de ele se mudar para a Venezuela; 3) “Gatinho”, o pequeno felino que viveu conosco na 112 Sul; e 4) Mallu, a border collie que entrou este ano para o clã.

Até aqui, ficaram de fora: nosso perdigueiro Comanche, a vira-lata Pretinha, a lulu da Pomerânia Judy, a poodle Preta, as gatas Gaia e Mia e os pequineses dos meus avós, o Chang e a Suzuki.
À medida que encontrar outras fotos nos meus arquivos, nos álbuns dos meus pais, ou entre as fotos vindas da casa de meus avós, acrescentarei aos stories.
Do Comanche, a propósito, o perdigueiro que tivemos na época em que residimos na Restinga da Marambaia, encontrei uma pequena preciosidade, dia desses: uma foto onde ele aparece junto à minha irmã (pequenininha), meu pai e minha avó. Cheguei a digitalizá-la, mas como a original era pequena e, ainda por cima, sofreu um rasgo quando a removi do álbum, ela ainda precisará de edição.

À iminência do término de um ano que se revelou tão difícil, escolhi tangenciar assunto que ativa em mim os melhores sentimentos: os animais que passaram por minha vida — e os que vêm chegando por aí. 

Que 2021 venha mais leve e nos brinde com verdadeiros motivos para celebração. Paz, saúde e amor para todos nós.

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Das paredes do Rijksmuseum

Mais precisamente, no hall de entrada do museu

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‘ The Jump of Jan Van Schaffelaar in 1482 ‘

Pintura decorativa de Georg Sturm. Circa 1885 *

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Motivos para deixar o confinamento

Em busca de soluções no comércio do entorno

Entre o Millenium, o Shopping Novo Leblon e o Rio Design Barra

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blog da Adriana Paiva livrarias cariocas lançamentos Café Severino Argumento.

Os registros acima são da tarde de 7 de julho (uma terça-feira), quando fui ao Rio Design Barra – um dos três shoppings contíguos ao Novo Leblon –, à procura de artigos que não encontrei em outras lojas do comércio local. Aproveitei que não havia muita gente circulando por lá e subi ao último piso, para sondar em que condições estavam funcionando os estabelecimentos que costumo frequentar. Em frente ao Cinépolis (fechado), a Livraria Argumento acabava de prestar atendimento a um cliente.
No meu post do Instagram sobre o assunto, falei do Gula Gula e do Adegão Português (ambos abertos), mas não comentei a surpresa de ver a Casa Graviola, um de meus restaurantes naturais preferidos nas redondezas, de portas fechadas. Liguei para a unidade da Olegário Maciel em busca de informações e uma funcionária me disse que a filial do Rio Design Barra não voltará a abrir.
Na breve passagem pelo shopping, também pude notar as medidas em acordo com os protocolos de reabertura do comércio no Rio, como funcionários medindo a temperatura de quem entra e totens com álcool em gel distribuídos pelos três pisos. Além disso, as lojas que vi pelo caminho traziam afixados em suas vitrines cartazes indicando a capacidade máxima de clientes.
Embora as precauções por parte dos comerciantes, estou certa de que ainda não é o momento de voltar a flanar por esses lugares como eu fazia antes da Covid.

Falando em livrarias e pandemia, algumas aquisições do período

máquina de escrever Underwood Typewriter souvenir Van Gogh Museum artesanato mini casario Olinda periodista jornalista cultural Adriana Paiva transportadoras família mãe mamãe vovô vô Edmundo regalito de la madrecita leitura leituras Jorge Goyeneche Genoveva Arcaute narrativa argentina romances

Postei a foto acima nos meus ‘stories‘ do Instagram, em maio. Ao lado da máquina de escrever Underwood que herdei de meu avô – e da agenda que minha mãe trouxe para mim, de Buenos Aires -, os livros que eu acabara de comprar pelo site da Livraria da Travessa: O que Ela Sussurra, de Noemi Jaffe, e A Vida Pela Frente, de Romain Gary – sob o pseudônimo Émile Ajar. Em uma segunda imagem, acrescentei a observação de que a entrega dos exemplares, pela transportadora Total Express, se deu antes do que eu previra.

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Kunstmuseum Den Haag

Das minhas galerias virtuais

Antes, Museu Municipal (Gemeentemuseum); desde 2019, Museu de Arte de Haia

blog da Adriana Paiva Museus da Holanda europeus paisagens francês franceses holandeses Claude Monet ladscapes paintings Vincent Willem van Gogh Kunst Museum voor Moderne Kunst Geesje Kwak

The Hague Den Haag Nederland Stadhouderslaan 41

Kunstmuseum Den Haag Benno Tempel museum buildings HP Berlage Mondrian & De Stijl

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Reminiscências em profusão

Quarentena | Dos meus arquivos para o Instagram

  • Aniversário de Brasília


Academia Torp crianças natação infantil Histórias de Brasília Bsb Asa Norte SQN 103

Brasília DF brasilienses Distrito Federal Instituto Goethe fotos por Adriana Paiva

Brasília 60 anos, fragmentos de uma compilação-homenagem. No alto, meus sobrinhos. Acima, vista da chegada à cidade; no Congresso Nacional, intervenção de alunos de workshop conduzido pelo alemão Kurt Buchwald. Link para a seleção completa.  [ + Mais Brasília ]

  • Pinacoteca do Estado de S.Paulo

arte escultores esculturas parque da Luz pintura óleo

museu Coletiva Portugal Novo portugueses pinadecasa Alfredo Ceschiatti Guanabara escultura em bronze‎

Pinacoteca de São Paulo, Parque da Luz & Estação Pinacoteca | Registros entre 2005 e 2016: Série 1 (9 fotos); Série 2 (8 fotos). | [ + Mais São Paulo ]

  • Arte de Rua

streetart urbanarts arte de rua grafite Luis Bueno Ornitol

Cine Belas Artes Petra

Arte de Rua: Rio, Brasília, São Paulo, Paris…Série 1 (21 fotos) ; Série 2 (9 fotos).

  • Dia do Rei – Haia

Netherlands Europe Kingsday tram urban Den Haag Nederland

27 de abril de 2015. Haia, Holanda | Link para a seleção de fotos ( 5 ) | [ + Mais Holanda ]

 

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Cenas de uma manhã de verão

Em Ipanema

Depois do banho de mar, a volta pra casa

blog da jornalista Adriana Paiva carioca lifestyle inu-san dog dogs cachorros cães de da raça dalmata dalmatas

ciclovias cachorros doglovers dálmata dalmatas jornalista Adriana Paiva

vá de bike aplicativos compartilhados Grin Tembici ônibus turístico por Adriana Paiva Ipanema Beach pedestres estilo de vida saudável blog da jornalista Adriana Paiva

[ A série completa no meu Instagram ]

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Outras pedaladas

Fragmentos via  ‘Instagram Stories’

Rijksmuseum Fietsersbond Amsterdam bicycles racks foto Adriana Paiva ciclismo cyclists Plan Vélo de la Ville de Paris Anne Hidalgo ponto de táxi museums streets Photo streetphoto street photography Musée d'Orsay franceses Museu de Orsay

foto de da Adriana Paiva fotos Velo-city 2018 cicloativismo BikeParade adrinascidades paulistanos questões urbanas infrastructures cyclablesfoto jornalista Adriana Paiva

foto Adriana Paiva cyclist cyclists Benoordenhout bairros holandeses bicicletas de carga ciclista fietser Vélib vélos électriques cargo bike periodista journalist jornalista Adriana Paiva

foto de Adriana Paiva bicicleta dobrável estações de trem train estations The Hague Den Haag Netherlands photo bike bikes fietsers europeia europeus Países Baixos Olimpíada Jogos Olímpicos periodista fotos da jornalista Adriana Paiva photos

foto de Adriana Paiva The Hague Nederland Centrum shopping centro comercial photo bicyclette Paris en Selle PlanVelo cyclist cyclists photo Bsb DF Plano Piloto fotos da jornalista Adriana Paiva photos

Os ciclistas, mundo afora:

* Amsterdã, imediações do Rijksmuseum >> Paris, entre o Rio Sena e o Museu d’Orsay * Pier Mauá (Velocity 2018) >> Avenida Paulista * Benoordenhout, Haia >> Ipanema, Posto 8 * Copacabana, Posto 5 (Rio 2016) >> Estação de trem Den Haag Centraal * De Passage, Haia >> Esplanada dos Ministérios, Brasília *

Links para as séries completas [ 1 ] [ 2 ]

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#TBT sem filtro

Publicado, primeiro, em meu perfil no Instagram

Royal Dutch Gazelle throwbackthursday IG photos by bicycle manufacturer company in the Netherlands Gazelle factory in Dieren Nederland espaço urbano ciclista europeia holandeses europeus smartphones bikes holandesas fábrica holandesa bicycles

Ciclista ao celular | Delft, Holanda: Flanando por entre canais em um dia chuvoso de primavera.

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No blog | + Bikes, Ciclistas & Ciclovias

* Junho – Mês da Bicicleta * Europa sobre duas rodas * + Ciclismo no Instagram * Recortes da Rio 2016 * Pedalando pela Ciclovia da Paulista * Brasília: Eixão do Lazer * Rio, Verão 2015 * Outubro/Novembro 2017 * Mobilidade por bicicleta | Desafios das ciclistas de SP * À beira do Rio Sena * Pedalando pela Urca * Velocity 2018 / BikeParade *

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Itinerâncias

Chamados d’além-mar

ascendência descendência portuguesa europeia dupla nacionalidade cidadania bisavós bisavô bisavó bisnetos bisneta Adriana Paiva Antonio Augusto Abreu de João Paiva Agostinho Figueiredo Figueredo, Esther Alves, Quinta do Mondego, Coração do Dão, cidadã lusitana, cidadãos portugueses, lusitanos, fotografias antigas, estrangeiros, álbum de família, jornalista Adriana Paiva, imigrantes europeus, lusos, Porto, Concelho, vila, Nelas, Viseu, Lafões Beira Alta freguesia raízes lusitanas retratos antigos Portuguese nationality citizenship jus sanguinis

Meu avô Edmundo, em registros feitos entre 1935 e 1944: Filho de portugueses que se conheceram no Brasil; minha bisavó Esther era de Matosinhos, meu bisavô Antonio de Viseu (Nelas) — tive a sorte de conviver com eles durante um bom período de minha infância. Ah, sim, quando eu me entendi por gente, vovô já tinha ficado calvo


Já se vão alguns anos desde que meus primos André e Thiago, filhos do irmão de meu pai, adquiriram cidadania europeia e escolheram a Europa para viver. O fato de nossos pais serem netos de portugueses trouxe, é claro, facilidades ao processo.

Thiago, o caçula do meu tio, mudou-se para Düsseldorf em função de seu trabalho como diretor de arte em uma agência de publicidade. Foi na cidade alemã, aliás, que sua primeira filha veio ao mundo. Depois de um período vivendo nos Estados Unidos (Chicago), também por injunções profissionais, recentemente ele resolveu voltar para a Alemanha. André, o primogênito, rumou para Portugal com esposa e filhos, comprou apartamento por lá e, segundo diz o titio, não pensa em, tão cedo, voltar a morar no Brasil.

primos de 1° grau primeiro primogênitos retratos fotografia descendentes de italianos e portugueses Paiva dupla nacionalidade europeus foto retratos cidadania herança europeia passaporte europeu prima irmãos familiares parentes da jornalista Adriana Paiva Cascais Germany Alemania alemã alemão alemães

André e Thiago em 2 tempos: o primogênito e o caçula de meu tio Edmundo

Essa facilidade em construir uma vida em cidades tão díspares é algo que, a despeito de minha própria experiência “cigana”, continua me causando admiração. No caso dos meus primos, me pergunto até que ponto o fato de eles também terem pai militar (como eu e minha irmã) não tornou as decisões ainda mais fáceis. Meu tio é oficial superior da Marinha, atualmente, na reserva.

fotos viagens meu pai papai Pelotas RS viajantes Antonio Augusto cadete quase aspirante base aérea aviões avião Hércules 2º Regimento de Cavalaria Mecanizada Turma Humaitá AMAN 1968 tio das Forças Armadas carreira vida militar militares cavalariano Rio Grande do Sul comando Marinha capitão de Mar e Guerra comandante Edmundo Paiva colégio naval oficiais navio Terra do Fogo

À esquerda: Meu pai, no 4° ano da AMAN, a caminho de São Borja (RS) ; final do curso de Cavalaria incluía partidas de polo na Argentina. Nas fotos ao lado, meu tio quando jovem oficial; navio de passagem pelo Estreito de Magalhães (Chile).

Há algum tempo experimentando a serenidade advinda de fincar raízes junto aos meus, depois de anos mudando de cidade — com mais frequência até que meus primos, enquanto titio esteve na ativa –, de repente, me vejo sondando possibilidades para algo além das fronteiras do Rio de Janeiro.

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De minhas viagens à Amazônia

Fotos publicadas em meu site e nos meus perfis no Flickr e no Instagram

yanomamis povos indígenas originários endereço email e-mail contato do blog cão cachorro cachorros animal de estimação região Pico da Neblina Comando de Fronteira Rio Negro 5º Batalhão de Infantaria de Selva Batalhão ianomamis ianomâmi indígenas Amazonia São Gabriel yaripo fronteira Venezuela Sivam Sipam índios terra indígena Funai Ministério da Justiça Alto Rio Negro Urihi terra-floresta indigenous people Amazon rainforest Sipam Sivam Amazonas photos periodista brasileña brazilian journalist Fotos de Adriana Paiva

Menino yanomami e seu cãozinho. Aldeia de Maturacá, 2002

Várias das fotos que fiz em minhas viagens à região amazônica (a trabalho e a passeio) estão, há anos, na Internet. Adicionadas ao meu site, à minha galeria no Flickr e, mais recentemente, também ao meu perfil no Instagram – algumas, diga-se, amiúde reproduzidas sem minha autorização.
Aliás, se você vir por aí alguma dessas fotos sem o devido crédito acompanhando-a – ou, ainda, se tiver interesse em publicar meu material –, agradeceria que entrasse em contato (o e-mail do blog).

Há poucos dias, no calor da discussão sobre a possível extinção do Fundo Amazônia e do aumento do desmatamento na região, subi no IG uma pequena série de fotos de uma viagem que fiz em 2002. Abaixo, uma delas:

Região Norte Amazônia desmatamento queimadas voo sobrevoo Cabeça do Cachorro São Gabriel da Cachoeira tomada aérea ianomâmi ianomâmis SOS Fundo Amazônia Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Inpe Noruega Alemanha floresta amazônica clima aquecimento global aldeias árvores avião Fotos Amazon rainforest forest Norway deforestation periodistas brasileños prensa photos press jornalista Adriana Paiva

Sobrevoando a Terra Indígena Yanomami: A caminho da Reserva de Maturacá. Novembro de 2002

Depois de subir as (3) imagens, constatei que os desvios de cor ficaram bastante acentuados. Importante dizer que as fotos foram feitas com uma de minhas câmeras Nikon (analógicas) e, embora o filme tenha sido revelado e digitalizado em laboratório profissional, os problemas (que já vinham do registro original) ficaram ainda mais evidentes quando as imagens foram para o Instagram. Preciosista que continuo sendo, é possível que qualquer hora apague o post.

Ainda Amazônia | Outras imagens

Reserva indígena crianças meninas ianomâmis arquitetura construção ianomâmi construções típicas aldeia aldeias Pico da Neblina Maturacá Ayrca Região Alto Rio Negro ICMBio fronteira Brasil Venezuela floresta

Menina yanomami: Aldeia de Maturacá, 2002

Urihi Terra-floresta casa povos originários maloca Yanomami taba aldeia povo indígena índios ianomâmis Fotos por Adriana Paiva

Reserva yanomami de Maturacá: Guiados pelas crianças da aldeia

blog da jornalista Adriana Paiva encontro dos rios Negro e Solimões Rio Negro safári amazônico encontro das águas parque ecológico Amazonas Porto de Manaus do Porto da Ceasa rainforest ecological park

Parque Ecológico Janauari: Iranduba (AM), 2003.

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Patinetes elétricos na ordem do dia

Adesão maciça, regulamentação a caminho

transportes aplicativos compartilhados Grin Tembici Yellow Uber mulheres líderes políticas política Ipanema Beach Orla carioca 021 cariocas turistas Assembleia Legislativa do Estado do Rio blog da jornalista Adriana Paiva

Ipanema, Posto 8: Trecho de orla onde patinetes da Grin são tão numerosos quanto os da Yellow

Pelo que leio em veículos de imprensa, aqui e ali, a virada de mesa da prefeita de Paris não demorou a reverberar nas bandas de cá.

Na quinta-feira, 6 de junho, Anne Hidalgo anunciou, em uma coletiva de imprensa, medidas que visam ordenar o uso dos patinetes elétricos na capital francesa.
“Na ausência de um quadro jurídico claro”, os patinetes na cidade se multiplicaram de “forma anárquica”, comunicava, no Twitter, o perfil da prefeita.  Em Paris, atualmente, 12 empresas operam nesse ramo e há cerca de 20 mil patinetes elétricos em circulação. O temor da prefeita era o de que, sem regras claras, no ano que vem esse número chegasse a 40 mil.
Além de ressaltar o fato de que o patinete elétrico é um modal que contribui para a redução do uso de veículos poluentes, Hidalgo escreveu na mesma rede social: “Não se trata de pregá-lo ao pelourinho. Mas é preciso ordem e regulamentação para garantir a segurança no trânsito e pacificar ruas e calçadas.”

Vamos lá, em caixa alta: SEGURANÇA no trânsito. PACIFICAR ruas e CALÇADAS.

Serei sempre uma ardorosa defensora dos transportes limpos. Mas espero que você que me lê aqui não saiba o que é estar andando tranquilamente pela calçada (lugar, lembremos o óbvio, onde a preferência é do pedestre) e quase ser atropelada por patinetes em alta velocidade. Pois eu sei. Por pouco, não aconteceu comigo. Em Ipanema e no centro da cidade.

fotos VLT patinetes scooters patinete Grin questões urbanas mobilidade urbana Orla Conde Blog da jornalista Adriana Paiva

Praça 15, Centro do Rio: Do meu Instagram

Verifica-se, no caso dos patinetes, algo semelhante ao ocorrido com outras inovações: elas chegam, conquistam hordas de adeptos, e, apenas algum tempo depois, a regulamentação acontece. Mas, também nesse caso, a sociedade começa a fazer pressão para que as regras sejam estabelecidas e de forma clara.

Reportagens veiculadas em abril passado já davam conta de que, no Rio, com o aumento exponencial do número de usuários de patinetes elétricos (a partir do final de 2018), também vinham se multiplicando os registros de acidentes – de atropelamentos de pedestres a colisões com outros veículos.
Por ora, as regras para o uso e trânsito de patinetes na capital fluminense têm caráter provisório e obedecem decreto publicado em 2018. Na ALERJ, entretanto, aumenta a pressão para que a regulamentação não demore mais a sair.

Na capital paulista, depois da decisão polêmica que resultou na retirada das ruas, no final de maio, de mais de 500 patinetes, a Grow, proprietária das marcas Grin e Yellow, anunciou, em 6 de junho, que voltava a operar normalmente, após efetuar o credenciamento da empresa junto à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.
Cabe lembrar: A Grow Mobility Inc. é resultado da fusão, anunciada em janeiro deste ano, da mexicana Grin, maior operadora de patinetes elétricos da América Latina, com a startup brasileira Yellow, que já liderava, por aqui, o negócio de bicicletas compartilhadas sem estação.

Outras cidades brasileiras também vêm discutindo como regular o uso do modal. Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura abriu uma consulta pública para coletar opiniões da população, não apenas acerca do serviço de patinetes compartilhados no esquema ‘dockless’ (sem estação fixa), mas também sobre o de bicicletas (elétricas e convencionais).

 

GYN Goiânia capital goiana Setor Bueno scooters cidades economia compartilhada veículos compartilhados adrinascidades micro-mobility blog environmentally friendly electric scooters mobility Instagram da jornalista Adriana Paiva

Goiânia, abril de 2019: Operação da Grin, na capital, começou no final de março

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O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

GYN Família Adriana Paiva jornalista viajante Goiania Setor Marista skyline edifícios shopping Órion Complex Complexo Orion centro hospitalar centros cirúrgicos periquitos gabiroba guabiroba frutos Instituto Panamericano da Visão Parque Areião Vaca Brava macacos-prego museu Goiás esporte esportes scooters patinete Grin vista aérea Uber Lounge Aeroporto Santos Dumont outono 2019...Fotos por Adriana Paiva

*  Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo Orion ; Setor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

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Recordações do MS

Campo Grande * Década de 1990

ateliê Arte do Pantanal animais pantaneiros tamanduá bandeira meu pai papai comandante comandou Antonio Augusto Abreu Paiva família, Turma Humaitá, AMAN 68, 1968,quarteis, quartel, círculo militar, Comando Militar do Oeste, 18º Batalhão Logístico, 18º B Log Batalhão de Transporte, Exército, Cavalaria, general, generais, coronel, coronéis, oficial, filho, filhos, filha, oficiais, militares de carreira, época em que moramos no Mato Grosso do Sul, jornalista Adriana Paiva, jornal Diário, amigos, Oscar, amiga Mariliz Romero Aquino, amizade

Ateliê Arte do Pantanal: De postais a camisetas, mimos com temática regional

Voltando a mexer em postais e fotos, me ocorreu verificar se estabelecimentos que eu frequentava quando moramos em Campo Grande (entre 1991 e início de 1993) ainda estão em funcionamento. Estariam em atividade, por exemplo, nos moldes em que os conheci, o Arte do Pantanal e o Bar Camaleão?

Sobre o Arte do Pantanal, é possível que, em algum grau, minha memória me traia, mas a imagem que me ficou desse período foi de adquirir uma grande variedade de souvenirs em uma lojinha situada na Avenida Afonso Pena – uma das principais da capital -, não muito distante de onde morávamos. Nossa casa ficava na rua Sargento Cecílio Yule – perpendicular à avenida — , em um trecho da vila militar reservado às residências de coronéis e generais. Nessa época, meu pai comandava o 18° Batalhão Logistico.

Do bar Camaleão, já cheguei a falar aqui. Tocado pela família Espíndola, o lugar era um dos mais fervilhantes pontos de encontro de artistas e intelectuais, na capital sul-matogrossense. Quando fiz a foto (abaixo) do recital de Adriana Calcanhotto, aliás, o diretor cultural do bar era o artista plástico Humberto Espíndola, irmão mais velho das cantoras Alzira e Tetê.

show violão música cantora gaúcha músicos cantoras musical jornalismo cultural cantores point cultural MS caderno 2 cultura foto por Adriana Paiva jornalista

Bom, como o Google não me pôde fornecer informações precisas sobre o bar e o ateliê, resolvi perguntar aos amigos Oscar e Mariliz, profundos conhecedores da ‘Cidade Morena‘.

Também jornalista (e, como eu, cobrindo área cultural), Oscar me disse que o bar esteve em atividade por algumas temporadas, na década de 1990, e depois fechou – e que a família Espíndola, desde então, não investiu mais nesse tipo de empreitada. Já o Arte do Pantanal, com aquele perfil que conheci, ao que parece, não existe mais.

Instagram e possibilidades

Recursos para contar histórias

Demorei a me render ao ‘Instagram Stories’.  Em 2016, quando lançaram o recurso, não me empolgava minimamente a ideia de publicar conteúdos que desapareceriam 24 horas após eu colocá-los online. Mesmo após anunciada a novidade de que essas publicações poderiam ser alçadas à condição de destaques, permanecendo no ar por tempo indeterminado, continuava a não me sentir suficientemente motivada a explorar a ferramenta.
Há pouco mais de uma semana, entretanto, deixei a má vontade de lado e resolvi experimentar. Enfrentando a instabilidade da plataforma (e vários ‘o Instagram parou’, entre uma publicação e outra), coloquei no ar três séries de fotos em torno de temas que me são caros: ‘ciclismo / mobilidade por bicicleta’ e ‘arte urbana’. Veremos o que se descortina a partir daí
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fotos blog da jornalista Adriana Paiva Drixpaiva IG Insta Photos Brazilian Journalist journalists Cyclists around world and Street art travel traveler - Den Haag Albert Heijn B.V. supermarket Netherlands The Hague Amsterdam Europa experiência europeia holandesa Amsterdã holandês mercados supermercados holandeses europeu europeus Delft Países Baixos Paris France Europa

Sobre ciclismo e arte de rua:  Por ora, três séries com 8 a 9 fotos cada.

 

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O período em imagens

 

Via Instagram

Junho | Agosto

Blog da jornalista Adriana Paiva Férias de julho família no Rio museu Cristo Redentor Pão de Açucar museu Petrópolis Europa europeia flânerie transportes sugarloaf mountain throwback thursday França francesa franceses Holanda holandês holandeses colonização europeia europeu europeus Marcio Mizael sem-teto Castelinho acampamento sem-terra época em que moramos no Mato Grosso do Sul...fotos por Adriana Paiva

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“Aulas de felicidade”

Na minha época de UnB era o SOU a apontar caminhos

A inclusão de uma disciplina na grade curricular da Universidade de Brasília (UnB) rendeu, na última semana, uma série de reportagens e posts redes afora. Inspirada na experiência das universidades americanas de Harvard e Yale, “Felicidade”, a matéria em questão, passará a ser oferecida a partir de agosto, e, por ora, apenas aos alunos do campus do Gama.
Com tantas chamadas apontando para o “inusitado” do fato, o que parece ter rendido menos comentários nas redes foi a real motivação da novidade curricular.

A preocupação com a saúde mental dos alunos da UnB foi o que, na verdade, levou à criação da disciplina. Precisamente depois que uma pesquisa demonstrou que um grande número de estudantes vinha apresentando sintomas de distúrbios como a depressão, quadro frente ao qual a universidade admitia não estar preparada para atuar.

UnB Universidade de Brasília John Lennon Beatles histórias de Brasília Bsb brasilienses jornalista Adriana Paiva homenagem música músicos estátuas

O que é bom para a UnB é bom para o Brasil? : Doada à universidade em meados da década de 1990 (época em que fiz a foto), estátua de John Lennon, ainda hoje, é alvo de pichações

Quando vi a reportagem na Globo News, um dos pensamentos que me ocorreram foi que, nos meus tempos de UnB, o que tínhamos à disposição como suporte para nossas inquietações – crises vocacionais, inclusive – era o SOU – Serviço de Orientação ao Universitário — http://www.deg.unb.br/sou — e que este foi-me bastante útil na época em que, tendo por volta dos meus 19, 20 anos, ainda não tinha firmeza sobre minhas escolhas profissionais — convém lembrar que entrei na universidade aos 17. Foi frequentando o SOU, aliás, que recebi apoio (e a indicação de uma terapeuta) para começar a fazer análise.

Há que ser sempre recebida com entusiasmo a oferta de disciplinas que tenham como meta a melhoria do bem-estar dos alunos. Entendo que a inserção no currículo acadêmico de aulas de “felicidade” é também uma forma de jogar luz sobre questões que, eventualmente, estejam a afligir os estudantes, e que fazê-lo em grupo, compartilhando experiências, é um bom começo. No entanto, se ao sentimento de inadequação também se somam sintomas de distúrbios mentais mais sérios, é óbvio que esses têm de ser tratados com a adequada orientação profissional.

 

OPTATIVAS

Uma olhada nos históricos escolares das universidades pelas quais passei atesta o quanto sempre fui adepta de incursões por matérias sem imediata ligação com o meu curso. Na UnB mesmo, na tentativa de descobrir qual seria minha real vocação, experimentei um bocado entre a Antropologia e o Cinema – um pouco menos, entretanto, quando me decidi pelo Jornalismo.

FAC história histórias bsb colegas UnB expediente Câmpus jornal ensino superior faculdades estudei DF experiência brasiliense Repórteres e editores Adriana Paiva matéria jornalística reportagem matérias jornalísticas assinadas fotos Veronica Goyzueta Nahima Maciel Renê Sampaio professores David Renault Maria Luiza Dainesi professores telejornalismo Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília

Expediente do jornal-laboratório Campus: Matéria obrigatória ; no meu segundo ingresso na UnB, em 1993, eu já estava decidida pelo Jornalismo

A lista de optativas cursadas (apenas na UnB) incluiu, entre outras: uma série de disciplinas nos departamentos de Literatura e Filosofia, uma efêmera incursão pela Psicologia (com PGE, uma de minhas mais atormentadas escolhas), além de experimentos em Letras, com alemão — que tranquei não muito tempo depois de começar a contar ‘eins, zwei, drei, vier’… – e língua japonesa, cuja aprendizagem busquei aprimorar em cursos fora da universidade.

Embora continue entusiasta de uma formação multidisciplinar, hoje reconheço que preferiria ter ingressado na universidade com menos dúvidas do que entrei, o que, é bem provável, me teria levado a cursar optativas com mais objetividade, isto é, buscando aquelas mais condizentes com minhas verdadeiras aptidões.

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Uso da bicicleta em evidência

Data instituída pela ONU, encontro brasileiro de cicloativistas e conferência internacional sediada no Rio

Uma decisão aprovada em sessão da Assembleia Geral da ONU, em abril passado, estabeleceu 3 de junho como o Dia Mundial da Bicicleta. A resolução, adotada pelos 193 paises-membros, reconhece a singularidade da bicicleta como meio de transporte por suas características de veículo acessível, versátil, ambientalmente amigável e benéfico à saúde.
Efeméride nascida neste 2018, oportuno que seja celebrada no mesmo mês do  Bicicultura, encontro anual de cicloativistas (de 8 a 10/6), e da Velo-City, conferência internacional sobre mobilidade urbana em bicicleta, que acontece no Píer Mauá (entre 12 e 15/6), marcada pelo ineditismo de ser sediada por um país da América Latina.

Mais ciclismo | Via Instagram

Foto da jornalista Adriana Paiva

De colóquios à beira-mar: Praia de Ipanema, Posto 8 * Abril, 2018.

Paris França Europa ciclistas fotos europeus musées européens vélo bicis sightseeing europeia museu fotografia artística turistas european museums bike riding photos by Adriana Paiva

Gente que aprecia explorar Paris a bordo de uma bicicleta. A Bike About Tours  desta minha foto no Louvre, a propósito, vem, por anos seguidos, sendo considerada, por viajantes dos quatro cantos do mundo, uma das melhores experiências de visita guiada sobre duas rodas. #TBT

foto fotos fotografia photo by Adriana Paiva

Praia de Ipanema, Maio 2018.

Museumplein Amsterdam amsterdammers Netherlands Amsterdã Países Baixos Holanda holandeses EU Nederland cenas europeias ONU Nações Unidas foto da jornalista Adriana Paiva

Entre visitas ao Rijksmuseum e ao Van Gogh Museum, uma volta pela Museumplein, a praça dos museus de Amsterdã.

No blog | + Bikes, Ciclistas & Ciclovias:

* Urca: A pé ou de bicicleta * Europa sobre duas rodas * Ciclismo de estrada (recortes da Rio 2016)  * Pedalando pela Ciclovia da Paulista * Brasília: Eixão do Lazer * Rio, verão 2015 * Outubro/Novembro 2017 * Mobilidade por bicicleta | Desafios das ciclistas de SP * À beira do Rio Sena *

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O período em imagens

 

Via Instagram

Seleção | Março – Abril 2018

esporte esportes corrida kitesurfe kitesurf photo photos Rio 92 Earth Summit Fotos por Adriana Paiva

* #TBT dos tempos de faculdade: Eco 92 * CCJF * Escadaria do Teatro Municipal (RJ)  *
* Marielle Franco: Presente!: Praça Floriano * Mês Internacional da Mulher * Cinelândia *
* Arpoador * Praia da Reserva * Orla Conde 
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 * Ipanema, Posto 8 * Kitesurfe na Praia do Pepê * Copacabana / Travessias *

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A UnB de nossos manifestos juvenis

[ Da série: ‘Arquivos Brasilienses’ ]

O ano em que, por pouco, não vimos uma viralata tornar-se reitora

Universidade de Brasília histórias Bsb história FAC Faculdade comunicação Geni a cãdidata cães viralatas SRD brasilienses Adriana Paiva jornalista

Campus da Universidade de Brasília (UnB): A mascote Geni “posa” ao lado do DCE. ‘Cãdidatura‘ da viralata à reitoria ganhou fôlego a partir dos centros acadêmicos 

Estávamos em 1993,  pouco tempo após o meu segundo ingresso na UnB (dessa vez, para cursar Jornalismo) e em época de eleições para a reitoria.

Não recordo das circunstâncias exatas que envolveram a iniciativa de lançar a viralata como candidata a reitora. Ouvi quem afirmasse que a ideia teria sido gestada dentro do DCE, mas também quem dissesse que teria partido do pessoal do CAFIS, o Centro Acadêmico do curso de Física.
Concebida para encarnar o voto de protesto – no mais galhofeiro estilo “macaco Tião” -,  fato é que a candidatura da cã bonachona deixou o campus em polvorosa, com as ações criativas promovidas pelo pessoal dos centros acadêmicos, vindo, inclusive, a ser destaque em vários veículos de imprensa.

Foto pde Adriana Paiva

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Algum tempo depois de “concorrer” à reitoria, Geni também foi parar na capa do “Agnaldo”, suplemento cultural de nosso semestre de Campus (o jornal-laboratório do curso de jornalismo da FAC), ao lado de acontecimentos e personagens de destaque da cena brasiliense, como o Maskavo Roots  – em sua primeira formação; a que tinha como guitarrista o Carlos Pinduca, fundador da banda e meu colega na disciplina ‘História da Imprensa’ (ministrada pelo saudoso Carlos Chagas):

jornal bandas brasilienses de garagem capa do suplemento Agnaldo do Campus

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Falando, ainda, em reitoria, informações que já quase me escapavam: Ao longo de meus dois ingressos na UnB, tivemos três diferentes reitores: Cristovam Buarque, Antônio Ibañez Ruiz (que chancelou minha mudança de curso, da Antropologia para o Cinema) e João Claudio Todorov (por dois mandatos).

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| Outras notas brasilienses:

*  + Universidade de Brasília * Meus endereços na capital federal * Brasília, 56 anos  * Bsb: 54° aniversário * Brasília aos 53  * Recuerdos digitalizados  * Pelas mesmas ruas onde aprendi a dirigir * Retratos em preto e branco * Notas do Clã * Arquivos de andanças * Razões para retornar a Brasília *

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Nostálgica

Ecos do Planalto Central

Daqui a mês e pouco, Brasília aniversaria e, eu, nostálgica por antecipação, passeando pelo meu primeiro blog, relembro do post cujo excerto trago para cá:

Foto por Adriana Paiva - Apartamento SQS 112 Plano Piloto Asa Sul DF Residência funcional do EMFA Estado Maior das Forças Armadas história histórias de Brasília Bsb apartamento imóvel  filhos de militar - militares

Edição a partir de fotomontagem feita no meu antigo laboratório PB.  Junto a “Meu Tempo é Quando”, poema de Vinícius de Moraes (‘Poética’, Nova York, 1950), inseri imagem registrada em 1987, da janela do apartamento onde morávamos, na 112 Sul — época em que eu estudava Antropologia (na UnB) e meu pai trabalhava no EMFA (atual EMCFA).

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Bsb | Entre idas e voltas:

* Na Barra como em Brasília – Meus endereços na capital federal * UnB – Universidade de Brasília * Fase de fixação nipônica  * Brasília, 56 anos – Via Periplus  * Bsb: Um brinde aos 54 * Bsb faz 53 * Ao calouro, com amor * Recortes brasilienses | Em P&B * Errantes desde pequenos | Notas do Clã * Arquivos de andanças * Por que 5 x Brasília? *

 

Incógnita nos céus

O dirigível que passou por aqui

Ao que parece, antes de ser derrubado pelo temporal que caiu sobre o Rio na Quarta-feira de Cinzas (14), o ADB 3-X01 não havia atraído grande atenção da imprensa local. Uma pena.
Na véspera, cheguei a publicar no meu perfil, no Instagram:

Voo entre o Mandala e o Novo Leblon - Foto de Adriana Paiva

ADB 3-X01 sobrevoa orla da Barra da Tijuca: No canto inferior esquerdo, a cobertura de um dos edifícios do Condomínio Mandala

Avistei-o, pela primeira vez, na quinta-feira (8), vindo da orla e voando na direção do Mandala, condomínio vizinho ao Novo Leblon, onde moro. Alguns dias depois, quando voltei a vê-lo, eu estava dentro do carro indo em direção ao Recreio.
Como o logotipo impresso em tamanho reduzido não permitia concluir do que se tratava, recorri ao Google. Diga lá, oráculo, o que há por trás do “dirigível sobrevoando a Barra da Tijuca”? Mistério solucionado. Trata-se de um dirigível de modelo ADB 3-X01 (da empresa AirShip do Brasil), a primeira aeronave desse tipo a ser construída no país.

Se a ideia do sobrevoo por tantas cidades entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo também é funcionar como um ‘teaser’, não apostaria que a estratégia venha, de fato, a surtir efeito. Mas, enfim, o dirigível cruza os céus do país em testes para a fabricação de outros maiores, que devem ter como funções monitoramento e transporte de cargas.

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Rio, 29°C

Da Barra da Tijuca a Ipanema

Paraglider rumo ao Arpoador

Manhã de sexta-feira (2/2), no Leblon. Do quiosque da Mãe Terra, no Baixo Bebê, acompanhando o que, por alguns minutos, pareceram evoluções de um parapente desgovernado. A pessoa planava tão rente aos edifícios, em direção ao Arpoador, que, logo, uma pequena multidão de transeuntes apreensivos se formou por ali. Um speed fly (parapente de velocidade), até onde sei, não teria (nem deveria ter) como percurso esse trecho da orla.

Avenida Vieira Souto - Foto pde Adriana Paiva

 Naquela mesma sexta (2). Ipanema, Posto 10, por volta de 13h30

Como carioca nada afeita a passar calor, preciso registrar que estou exultando com esses dias, digamos, quase frescos.
Quando, meus senhores, nestas terras de São Sebastião do Rio de Janeiro, vimos temperaturas oscilando entre toleráveis 29°C e 31°C, em pleno verão? Se essa graça ocorreu, sinceramente, eu não lembro (ou, talvez, nem morasse no Rio). 

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Saí da praia rumo à Ataulfo de Paiva, pouco depois de meio-dia e meia. E sem saber, afinal, o destino do aventureiro do parapente. Como, mais tarde, não vi nada a respeito no noticiário, quero crer que ele chegou a salvo em solo.

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Na minha rota até a Casa de Cultura Laura Alvim,  em Ipanema, o dia, que começara com sol e céu azul,  estava assim:

Ipanema Dois Irmãos Foto de Adriana Paiva

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Paris e seus cães

 Do meu perfil, no Instagram

Aqui, a foto sem cortes

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Nas imediações do Louvre: Eu ando pelo mundo prestando atenção na bicharada. E aí, fisgada pelo Lulu, porque, sem coleira e mui pacientemente, ele esperava seu dono terminar uma conversa bem perto da entrada da estação de metrô.

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Antes de desativar seu perfil no Instagram…

Pense bem; não há garantia de que você reveja suas fotos

Aqui, um resumo do que ocorreu comigo: Em 24 de julho de 2017, desativei minha conta no Instagram. Ao reativar, no dia seguinte, constatei que cerca de 750 de minhas imagens haviam desaparecido. Embora os sucessivos contatos com o suporte da rede social, em momento algum, eu obtive retorno. Dado o espantoso volume de queixas semelhantes, partidas de outros usuários, qual não foi a minha decepção ao concluir que falta de feedback é praxe do Instagram

Museu Municipal de Haia - Foto pde Adriana Paiva

‘Hollands Deep’,  mostra do fotógrafo Anton Corbijn no Museu Municipal de Haia: Imagem (re)publicada no Instagram

 

Escrevi, em 26 de julho:

Sim, este é um ‘repost’. E um ‘repost’ em sinal de protesto. Pois que sigo inconformada com o sumiço de minhas fotos. M-I-N-H-A-S. Todos registros de minha autoria, convém enfatizar. Das mais de 1000 imagens publicadas, de 2013 para cá, restaram 250. Como assim? Por quê? Aonde foram parar? Entrei em contato com o suporte do Instagram, mas, como sói ocorrer nessas circunstâncias, não obtive nenhum retorno. Pesquisando na Internet, descobri que outros usuários passaram por situações semelhantes, ao desativarem seus perfis e reativarem algum tempo depois. Entre inúmeras reclamações e um e outro relato desesperado — de gente que, como eu, fez contatos infrutíferos com o suporte –, encontrei até quem relatasse ter perdido uma “galeria” inteira, ao desativar sua conta aqui. E aí?  Fica por isso mesmo?

Voltei ao assunto, quatro dias depois:

Roterdã Paris - Foto de Adriana Paiva

Ainda à espera de ter minhas fotos de volta. Li em queixumes por aí, entretanto, que, justamente quando menos se espera, é que as imagens costumam retornar à sua galeria (…)  No meu caso, que tenho usado o Instagram, sobretudo de forma lúdica, é certo que já não verei a mesma graça em continuar postando. Só não me aborreço mais porque tenho o backup de tudo o que já publiquei aqui. A exemplo deste registro, que fiz a bordo de um trem da Thalys, viajando de Rotterdam a Paris.
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Outras notas juninas

 

O período em imagens

Via Instagram

Late Rembrandt no RijksMuseum, Amsterdã, Holanda, quadros, mostras, fotos, fotografia artística, expo, exposições,

* Pedra da Gávea / Avenida das Américas * Copacabana, Posto 6 * Arquipélago das Tijucas, Posto 4 * Casa França-Brasil, Centro * Avenida Portugal, Urca * CCBB: Los Carpinteros * Yes ! Nós Temos Biquíni * MuseumWeek: Mostra Late Rembrandt no RijksMuseum *

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Dias de Pauliceia

 

Organizada e intensamente

Inaugurando junho na mais positiva das disposições

Fotos por Adriana Paiva

Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo

Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário. Flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.

As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.

Oca Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho

Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.

Fotos por Adriana Paiva

Japan House:  A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão”  (até 9 de julho) 

Reserva Cultural

Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6

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Da série: “Arquivos de Andanças”

Revendo trajetórias

“Pertence à ordem do amor para um filho, em primeiro lugar, que ele diga sim a seus pais como eles são”

(Bert Hellinger)

Se eu já era cuidadosa em relação aos meus backups, tornei-me três vezes mais depois de passar por uma (ainda não digerida) perda de arquivos fotográficos.
E eis que, no movimento de encontrar (e, aos poucos, reparar) imagens do Periplus, meu primeiro blog – até recentemente, hospedadas em um de meus domínios -, deparei com um post em que eu relatava um reencontro com colegas jornalistas, ocorrido em São Paulo, logo após eu me mudar para lá. Fez-se, então, a deixa perfeita para eu retomar o assunto aqui.

Banner do Periplus Colégios estudos onde estudei Colégio Eduardo Guimarães Segundo Grau Escola La Salle Integral brasilienses japoneses faculdades Universidade de Brasília Em japonês das aulas de Alice Tamie Joko UnB hiragana katakana Nihongo Adoriana Paiba


Comentando uma afirmação equivocada sobre carreira no Exército, feita por uma das pessoas presentes àquela reunião, escrevi em certa altura: “Em um país onde o alistamento militar é obrigatório, não seria duplamente imperativo que nosso repórter estivesse a par de questões como essa?”
Então.Imaginem ter de explicar para um jornalista, com idade perto dos 30, o que significa, para essa carreira em especial, o seu pai ter cursado AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras). Logo eu! Difícil de acreditar, mas eu precisei fornecer tais explicações para um cara que chegou a frequentar festa na casa da minha família, em Campo Grande (MS), justo na época em que meu pai, então coronel, comandava um quartel na capital. O mesmo indivíduo que, algum tempo depois do tal equívoco, eu soube estar frilando para um jornal de São Paulo.

Papai como Coronel.
, Paiva Antonio Augusto, pai de Adriana Paiva, - ECEME Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Condecorado em 1995 durante governo FHC, QG do Exército, Forte Caxias, SMU Setor Militar Urbano, Colégio Militar, Prova de salto na AMAN, cavalo Batorité, Seção Equitação, Turma Humaitá 68, Academia Militar das Agulhas Negras, Resende, 1968, general de divisão, generais, Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais EsAO, Comandos, Curso de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, ECEME, Paiva, 3° Esquadrão Cmec, 3° Esquadrão de Cavalaria Mecanizada, O 18º Batalhão Logístico, 18º B Log, comunicação, Quadro de Estado-Maior da Ativa, QEMA,
história, Campo Grande MS, militares, pai da jornalista Adriana Paiva, filha, filhos de militar, General de Divisão, Q.G.,

 

Meu pai em 3 tempos: A partir do alto, no sentido horário: Em 1958, com 12 para 13 anos, aluno do Colégio Militar de Belo Horizonte; em 1967, participando, como cadete, de uma prova de salto na AMAN; e em 1995, aos 50 anos, condecorado, como coronel, na mesma cerimônia em que, coincidentemente, meu ex-professor de História da Imprensa (FAC/UnB), o jornalista Carlos Chagas (na 2.ª fileira), também era homenageado.

Pouco converso sobre o assunto, mas não teria como ignorá-lo. Afinal, trata-se de minha filiação. Meu pai chegou ao topo da carreira, tendo cumprido, com honrarias, todo o percurso a partir do Colégio Militar: entrou na AMAN – Academia Militar das Agulhas Negras (o equivalente, em termos civis, a uma universidade), fez EsAO, ECEME, comandou quartéis, como major e, depois, como coronel…
Ou o coleguinha, lá atrás, era pouco informado sobre o meio (do que duvido muito) ou agia de má-fé, opção que reputo como a mais provável. Bem, mas essa é uma outra história. Não faz sentido ocupar o espaço do meu blog com considerações sobre a motivação (e os complexos) de quem eu mal conheço.

Percursos dos pais, escolhas dos filhos

Lembro da primeira vez em que me senti constrangida por ser filha de militar. Eu era adolescente e cursava a primeira série do Segundo Grau numa escola particular de linha progressista, em Botafogo. A situação não poderia ser mais banal: minha carteira de identidade caiu no chão da sala de aula. O garoto que sentava-se ao meu lado viu e pegou-a, às gargalhadas e com um comentário mais ou menos nestes termos: ‘Olha só, gente, ela é filha de major!‘ — o RG emitido pelo então Ministério do Exército trazia impressa a patente do pai do portador.  Embora perdoado, o bullying continuou reverberando muito tempo depois. Mas foi ali, naquela escola da zona sul carioca, em meio a aulas de Sociologia da Educação e práticas artísticas, com professores por quem eu nutria enorme fascínio, que eu comecei a ter a real dimensão da triste herança deixada pelo regime militar. Daí porque, alguns anos depois, tenha ingressado na universidade esperando que esse viesse a ser um assunto particularmente incômodo. Chegava a antever os dedos em riste. Mas não foi o que ocorreu. Pelo menos não em minhas duas passagens pela UnB. Talvez tenha pesado o fato de que éramos ali, em um grande número, alunos vindos de outras cidades, vivendo em Brasília sobretudo em função das profissões de nossos pais. E por que mesmo interessaria saber a profissão dos progenitores dos seus colegas de turma?

Mas se eu, a partir da adolescência, passei a me sentir desconfortável com o fato de ser filha de militar, de lá para cá, tenho conhecido pessoas que relacionam-se com a sua filiação de maneira bem mais serena – gente, inclusive, com quem compartilho semelhantes ideais progressistas.

Nesse grupo, ouso incluir o fotógrafo Luis Humberto, de quem fui aluna na UnB. Conheci-o na época em que eu estava pleiteando mudança de curso, de Antropologia para Comunicação. Não demorou a que eu descobrisse que ele também era filho de militar. Antes e depois de meu ingresso na FAC, chegamos a conversar, muito abertamente, sobre as implicações de ter pai “milico” e de como essa nossa origem se refletia em nossas escolhas – para o bem e para o mal. Eu concluía ali que, para lá das diferenças geracionais (meu pai nasceu em 1945) e das trajetórias dentro das Forças Armadas, nossos pais tinham muito em comum. Em termos de formação intelectual e cultural, mas, sobretudo, no que dizia respeito a aceitarem as opções que fazíamos, por mais heterodoxas que pudessem se revelar. Entendia, então, que éramos ambos filhos de homens em nada parecidos com a imagem (ainda hoje) bastante difundida do militar inculto e reacionário.

 
 
 
 
 
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Promessa de estação

Enquanto caem as águas de março

O outono começou em 20/3. Desde lá, contudo, em meio ao volume de chuvas e ao calor – incomuns para esta época do ano -, raros foram os dias tipicamente outonais. Os meteorologistas preveem que este quadro mude a partir da segunda quinzena de abril. Enquanto essa bênção não vem, um apanhado dos melhores momentos da estação…

Marina do Condomínio Novo Leblon

Sábado de regata na Lagoa de Marapendi: Vista da marina do Novo Leblon.

E do Instagram

Instagram Drixpaiva, fotos por Adriana Paiva

Aterro do Flamengo: A caminho do Santos Dumont com meu pai ao volante.

Entre Enseada de Botafogo e Aterro do Flamengo

Rua do Rosário: Entre visitas a exposições no centro da cidade. Sempre buscando uma brecha para espiar o céu.

Condomínio Novo Leblon

Novo Leblon:  Por do sol visto da varanda | Quinta-feira, 23 de março.

Esquina da Almirante BArroso

Mais cedo, naquela mesma quinta-feira (23/3), a caminho da Caixa Cultural.

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Quando o verão dá uma trégua

 

Mais uma tarde na Urca

Pista Cláudio Coutinho

 

Pista Claudio Coutinho

Com entrada à esquerda da Praia Vermelha, a pista, também conhecida como Caminho do Bem-te-Vi, recebe muitos turistas e praticantes de atividades físicas, como trekking e escalada

 

Resolvi me aventurar a uma caminhada por lá porque não era tão intenso o calor àquela altura da tarde. Dado que minha disposição para atividades físicas ‘outdoor’, nessa época do ano, não é das mais constantes, quis aproveitar a rara combinação entre sol, vento e céu azul.

Há tempos, não encontrava a pista tão movimentada em um início de semana. O que em parte deve se explicar pelo fato de a cidade ainda vir recebendo muitos turistas em férias. Um pessoal que, quando visita o lugar, não raro quer conhecer a Trilha do Morro da Urca, uma subida de aproximadamente 900 metros de extensão, que conduz até o topo do morro, onde se encontram a 2ª e a 3ª estações do teleférico do Pão de Açúcar – entre nós, carinhosamente chamado de “bondinho”. Nessa tarde, vi alguns grupos de crianças acompanhadas de adultos, fazendo a descida pela trilha.

Ah, sim, convém lembrar que o portão de acesso à pista fica aberto, diariamente, entre 6h e 18h, e que ali é proibida a entrada de bicicletas, bem como vedado o uso de skates e patins.

 

Terrier Brasileiro

Do Instagram: Um tempo por ali, para ver o mar emoldurado e me hidratar. 

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