Uma nova córnea

transplante de córnea SP

Comentei aqui o problema oftalmológico pelo qual passei em agosto de 2021. Pois aquela úlcera de córnea acabou por deixar uma cicatriz comprometendo todo o chamado eixo visual de meu olho direito.
Entre o segundo semestre de 2021 e até meados de 2022, me consultei com diversos oftalmologistas. Apenas um deles, indicado a nós como sendo um luminar no assunto, e que me atendeu logo após o incidente com a lente de contato — em uma avaliação que hoje sabemos ter sido irresponsavelmente precipitada —, descartou a necessidade de um transplante.
Mais de uma dezena de consultas após aquela (para tratar, inclusive, do problema original), alguns meses depois, já com o diagnóstico fechado de “cicatriz corneana (leucoma central) no olho direito, sem possibilidade de tratamento clínico, e baixa visão do olho esquerdo, devido a 19.75 graus de miopia”, a única intervenção que me restava enfrentar seria mesmo o transplante.
Marcamos, então, uma consulta preliminar no BOS – Hospital Oftalmológico e Banco de Olhos de Sorocaba, centro de referência na área. Após confirmação do diagnóstico, o médico que me atendeu na ocasião inscreveu-me na fila de receptores de córnea do Estado de São Paulo. Fui chamada para o transplante em setembro de 2022.
Desde então, venho sendo acompanhada por uma excelente oftalmologista aqui, no Rio.

Também a propósito da experiência, fiz esta publicação no Instagram:

FELIZ 2023 ☆
“Quis que meu último post de 2022 fosse uma coletânea de fotos de épocas variadas de minha presença nesta e em outras redes. A ideia é me despedir de um ano cujo maior desafio foi, sem dúvida, ter precisado passar por um transplante de córnea. Voltando a enxergar como antes do problema que me afligiu, só tenho a agradecer. À família do doador da minha nova córnea, esteja onde estiver, à minha família, sempre presente, aos médicos que me trataram, e a todos que, de perto ou de longe, torceram por mim.
Que venha 2023! E que nos encontre fortes e aptos aos maravilhamentos que dão sentido à existência.”

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Um post para dizer de outro

Fox Paulistinha gatos poodles doglovers pets

 

A compilação de fotos dos animais de estimação da família apenas começou. Novos acréscimos hão de vir por aí.
Nessa primeira seleção, aparecem 1) três dos nossos poodles; 2) Apolo, o fox paulistinha que eu e minha mãe demos ao meu sobrinho, na véspera de ele se mudar para a Venezuela; 3) “Gatinho”, o pequeno felino que viveu conosco na 112 Sul; e 4) Mallu, a border collie que entrou este ano para o clã.

Até aqui, ficaram de fora: nosso perdigueiro Comanche, a vira-lata Pretinha, a lulu da Pomerânia Judy, a poodle Preta, as gatas Gaia e Mia e os pequineses dos meus avós, o Chang e a Suzuki.
À medida que encontrar outras fotos nos meus arquivos, nos álbuns dos meus pais, ou entre as fotos vindas da casa de meus avós, acrescentarei aos stories.
Do Comanche, a propósito, o perdigueiro que tivemos na época em que residimos na Restinga da Marambaia, encontrei uma pequena preciosidade, dia desses: uma foto onde ele aparece junto à minha irmã (pequenininha), meu pai e minha avó. Cheguei a digitalizá-la, mas como a original era pequena e, ainda por cima, sofreu um rasgo quando a removi do álbum, ela ainda precisará de edição.

À iminência do término de um ano que se revelou tão difícil, escolhi tangenciar assunto que ativa em mim os melhores sentimentos: os animais que passaram por minha vida — e os que vêm chegando por aí. 

Que 2021 venha mais leve e nos brinde com verdadeiros motivos para celebração. Paz, saúde e amor para todos nós.

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#MarinaPresente

blog da jornalista Adriana Paiva ciclista bicicleta dissertação mobilidade ativa labcidade Ricardo Abramovay vídeo Erika Berenguer arquitetura urbanismo ativista vídeo homenagens mãe educadora ambiental Maria Claudia Kohler pai oceanógrafo video ativismo bairro Pinheiros ciclistas urbanos planejamento urbano

#PedaleComoMarina: Arte por Juliana Calheiros

 

Perda doída e difícil de processar a de Marina Kohler Harkot, socióloga e cicloativista de 28 anos, atropelada enquanto pedalava pela Avenida Paulo VI (zona Oeste de São Paulo), na madrugada de 8 de novembro, por um motorista de SUV, que fugiu do local sem prestar socorro.

Não a conhecia pessoalmente, mas pude acompanhar um pouco de sua atuação como estudiosa sobre mobilidade urbana.
Em setembro de 2016, publiquei, no blog, referência a um estudo então recém-divulgado (Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo), conduzido por Marina e colegas do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade. Os dados colhidos na pesquisa pioneira viriam, mais tarde, a servir de base para sua tese de mestrado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP).

Menina aplicada e comprometida com seus ideais, Marina Harkot vai fazer muita falta. Ainda mais nesses tempos de carrocentrismo revigorado sob o lema “Acelera, São Paulo”.
Abaixo, uma das muitas homenagens feitas à ativista:

Reminiscências em profusão

Quarentena | Dos meus arquivos para o Instagram

  • Aniversário de Brasília


Academia Torp crianças natação infantil Histórias de Brasília Bsb Asa Norte SQN 103

Brasília DF brasilienses Distrito Federal Instituto Goethe fotos por Adriana Paiva

Brasília 60 anos, fragmentos de uma compilação-homenagem. No alto, meus sobrinhos. Acima, vista da chegada à cidade; no Congresso Nacional, intervenção de alunos de workshop conduzido pelo alemão Kurt Buchwald. Link para a seleção completa.  [ + Mais Brasília ]

  • Pinacoteca do Estado de S.Paulo

arte escultores esculturas parque da Luz pintura óleo

museu Coletiva Portugal Novo portugueses pinadecasa Alfredo Ceschiatti Guanabara escultura em bronze‎

Pinacoteca de São Paulo, Parque da Luz & Estação Pinacoteca | Registros entre 2005 e 2016: Série 1 (9 fotos); Série 2 (8 fotos). | [ + Mais São Paulo ]

  • Arte de Rua

streetart urbanarts arte de rua grafite Luis Bueno Ornitol

Cine Belas Artes Petra

Arte de Rua: Rio, Brasília, São Paulo, Paris…Série 1 (21 fotos) ; Série 2 (9 fotos).

  • Dia do Rei – Haia

Netherlands Europe Kingsday tram urban Den Haag Nederland

27 de abril de 2015. Haia, Holanda | Link para a seleção de fotos ( 5 ) | [ + Mais Holanda ]

 

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Outras pedaladas

Fragmentos via  ‘Instagram Stories’

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Os ciclistas, mundo afora:

* Amsterdã, imediações do Rijksmuseum >> Paris, entre o Rio Sena e o Museu d’Orsay * Pier Mauá (Velocity 2018) >> Avenida Paulista * Benoordenhout, Haia >> Ipanema, Posto 8 * Copacabana, Posto 5 (Rio 2016) >> Estação de trem Den Haag Centraal * De Passage, Haia >> Esplanada dos Ministérios, Brasília *

Links para as séries completas [ 1 ] [ 2 ]

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Patinetes elétricos na ordem do dia

Adesão maciça, regulamentação a caminho

transportes aplicativos compartilhados Grin Tembici Yellow Uber mulheres líderes políticas política Ipanema Beach Orla carioca 021 cariocas turistas Assembleia Legislativa do Estado do Rio blog da jornalista Adriana Paiva

Ipanema, Posto 8: Trecho de orla onde patinetes da Grin são tão numerosos quanto os da Yellow

Pelo que leio em veículos de imprensa, aqui e ali, a virada de mesa da prefeita de Paris não demorou a reverberar nas bandas de cá.

Na quinta-feira, 6 de junho, Anne Hidalgo anunciou, em uma coletiva de imprensa, medidas que visam ordenar o uso dos patinetes elétricos na capital francesa.
“Na ausência de um quadro jurídico claro”, os patinetes na cidade se multiplicaram de “forma anárquica”, comunicava, no Twitter, o perfil da prefeita.  Em Paris, atualmente, 12 empresas operam nesse ramo e há cerca de 20 mil patinetes elétricos em circulação. O temor da prefeita era o de que, sem regras claras, no ano que vem esse número chegasse a 40 mil.
Além de ressaltar o fato de que o patinete elétrico é um modal que contribui para a redução do uso de veículos poluentes, Hidalgo escreveu na mesma rede social: “Não se trata de pregá-lo ao pelourinho. Mas é preciso ordem e regulamentação para garantir a segurança no trânsito e pacificar ruas e calçadas.”

Vamos lá, em caixa alta: SEGURANÇA no trânsito. PACIFICAR ruas e CALÇADAS.

Serei sempre uma ardorosa defensora dos transportes limpos. Mas espero que você que me lê aqui não saiba o que é estar andando tranquilamente pela calçada (lugar, lembremos o óbvio, onde a preferência é do pedestre) e quase ser atropelada por patinetes em alta velocidade. Pois eu sei. Por pouco, não aconteceu comigo. Em Ipanema e no centro da cidade.

fotos VLT patinetes scooters patinete Grin questões urbanas mobilidade urbana Orla Conde Blog da jornalista Adriana Paiva

Praça 15, Centro do Rio: Do meu Instagram

Verifica-se, no caso dos patinetes, algo semelhante ao ocorrido com outras inovações: elas chegam, conquistam hordas de adeptos, e, apenas algum tempo depois, a regulamentação acontece. Mas, também nesse caso, a sociedade começa a fazer pressão para que as regras sejam estabelecidas e de forma clara.

Reportagens veiculadas em abril passado já davam conta de que, no Rio, com o aumento exponencial do número de usuários de patinetes elétricos (a partir do final de 2018), também vinham se multiplicando os registros de acidentes – de atropelamentos de pedestres a colisões com outros veículos.
Por ora, as regras para o uso e trânsito de patinetes na capital fluminense têm caráter provisório e obedecem decreto publicado em 2018. Na ALERJ, entretanto, aumenta a pressão para que a regulamentação não demore mais a sair.

Na capital paulista, depois da decisão polêmica que resultou na retirada das ruas, no final de maio, de mais de 500 patinetes, a Grow, proprietária das marcas Grin e Yellow, anunciou, em 6 de junho, que voltava a operar normalmente, após efetuar o credenciamento da empresa junto à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.
Cabe lembrar: A Grow Mobility Inc. é resultado da fusão, anunciada em janeiro deste ano, da mexicana Grin, maior operadora de patinetes elétricos da América Latina, com a startup brasileira Yellow, que já liderava, por aqui, o negócio de bicicletas compartilhadas sem estação.

Outras cidades brasileiras também vêm discutindo como regular o uso do modal. Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura abriu uma consulta pública para coletar opiniões da população, não apenas acerca do serviço de patinetes compartilhados no esquema ‘dockless’ (sem estação fixa), mas também sobre o de bicicletas (elétricas e convencionais).

 

GYN Goiânia capital goiana Setor Bueno scooters cidades economia compartilhada veículos compartilhados adrinascidades micro-mobility blog environmentally friendly electric scooters mobility Instagram da jornalista Adriana Paiva

Goiânia, abril de 2019: Operação da Grin, na capital, começou no final de março

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IG: Outubro/Novembro

 

O período em imagens

Dois meses em doze registros

Haia Paris ruas parisienses Europa europeus Avenida Niemeyer Sheraton Hotel São Paulo Oca Ibirapuera museu MAC Niterói Urca Fotos por Adriana Paiva

* #Throwbackthursday: Homenagem a Frans Krajcberg * Haia, Holanda * MAC / Niterói *
* Museu de Arte do Rio – MAR * JRart / Pier Mauá * Pista Claudio Coutinho *
* Bikes_Ciclovias:  Avenida Pasteur * 
Avenida Atlântica * Paris *
 * Avenida Niemeyer * Praia de Fora, Urca * Praia do Pepê, Barra da Tijuca *

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Dias de Pauliceia

 

Organizada e intensamente

Inaugurando junho na mais positiva das disposições

Fotos por Adriana Paiva

Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo

Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário. Flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.

As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.

Oca Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho

Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.

Fotos por Adriana Paiva

Japan House:  A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão”  (até 9 de julho) 

Reserva Cultural

Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6

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|  + SÃO PAULO:  No blog e no Instagram – pela hashtag #adrinascidades  | 

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Diante de soluções imperfeitas

Movimento para mudanças

Depois de 16 anos hospedando um de meus sites na Locaweb

Reportagens publicadas - Renitência taurina

Portfólio de publicações: Acima, uma das matérias que escrevi para a Revista da Cultura

Mantenho um site hospedado na Locaweb desde 2001. E, neste contrato ininterrupto de 16 anos, segundo recordo, no mesmo plano “Hospedagem Profissional II”.
Dando corda ao que há de mais taurino em minha personalidade, precisei fazer testes por tempo suficiente, até poder admitir que, desde que deixei de trabalhar com assessoria de imprensa, essa solução já não corresponde mais às minhas necessidades. Para se ter uma ideia, no antigo website da Verve, chegamos a criar até hotsites para os nossos assessorados, com recursos, entre outros, o de enviar cartões postais eletrônicos.

Quando decidi que passaria a atuar como jornalista freelancer, contratei uma empresa de webdesign para criar um outro site. Quis manter, nesse meu portfólio de matérias publicadas, a mesma autonomia que eu já experimentava atualizando o site da assessoria. Isto é, podendo subir textos e imagens, sem precisar recorrer a um webmaster. Estabelecido isso, não pensei mais a respeito. Tenho razoável liberdade para fazer alterações e publicar o meu material? O sistema está funcionando? Então, ótimo!

 Cliente Locaweb

Painel do cliente Locaweb: O plano do meu contrato

E daí, por achar que essa ainda era, para mim, a melhor solução profissional – no tocante, sobretudo, ao funcionamento do site e à administração de mensagens -, continuei pagando por um plano de hospedagem (‘print’ acima) que pressupõe que eu use “e-mail marketing”, 80 caixas postais, além de outros 200 domínios – o que, obviamente, está longe de ser a minha realidade.
Em fevereiro, solicitei à Locaweb ‘downgrade’ de plano.  A resposta dada, àquela altura, era que, como o sistema estava com problemas para efetuar a operação, no lugar da migração do plano, eles me concederiam um bônus — o que ocorreu até abril passado. Neste mês, sem qualquer aviso prévio, a cobrança voltou a vir com o valor de antes da solicitação de ‘downgrade‘. Valor, a propósito, muito acima do que os concorrentes praticam para os serviços/recursos que a Locaweb afirma me prover – maior parte dos quais, convém frisar, eu não utilizo. Paguei o boleto, claro. Inconformada, é óbvio.

Minutos depois de eu pagar a fatura e fechar o ‘bankline‘, o telefone tocou. Ora, ora, se não era da Locaweb. A funcionária confirmava as restrições técnicas para realizar o ‘downgrade’ e, além de reiterar que a empresa não tinha um prazo para tal, me informava da concessão de um novo bônus, a vigorar pelos próximos três meses. Bem, talvez esse seja o mínimo de deferência possível para com um cliente com tanto tempo de contrato.
Mas, enfim, a considerar a imperfeição das soluções e o stress que já me causam, vamos ver o que decido a partir daqui. Vontade de mudança e domínios reservados não me faltam.

sites da jornalista Adriana Paiva site hospedagem experiência jornalística cliente clientes assessoria de comunicação reportagem reportagens publicadas portifolio portfólio de publicações WEB

Simples e funcional: Painel por onde, atualmente, faço ‘upload’ de minhas matérias. 

Terças Musicais do CCBB violão 7 cordas Pixinguinha músicos clientes assessorados reportagem cultural Registro.Br

Da época da assessoria de imprensa: Projeto “Sete Cordas – Um Violão Brasileiro“, que esteve em cartaz no CCBB de São Paulo. 

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São Paulo, 463 anos

 

“Aprender que a Pauliceia ainda pode cantar”

Hoje, a capital paulista faz aniversário. E eu, aqui, do outro lado da ponte-aérea, cedo peguei a deixa e entrei no clima.

São Paulo Playlist da jornalista Adriana Paiva - música seleção musical paulista paulistas

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Sobretudo porque célere

Ainda o metrô

Museu de Arte de São Paulo Lina Bo Bardi arquiteta cavaletes de vidro

Certos encantos da metrópole: Sair do MASP,  pegar o metrô até a Pinacoteca e voltar à Paulista com disposição para ainda flanar

Um leitor do blog fez a provocação e eu não me furtaria a responder: “Você fala tão bem do metrô porque não deve usar com frequência”. È vero, ultimamente, não. Ele ainda emendou: “E aposto que nunca entrou na Estação Sé perto de final de expediente”. Taí. Entrei. Pode ter sido por absoluta ignorância da multidão que encontraria em uma daquelas típicas tardes de temporal na capital paulistana. Mas entrei. Admito, é experiência para os fortes. Eu não a repetiria em sã consciência.

Sinto que minha relação com o metrô, hoje em dia, guarda certo laivo de minhas experiências de jovem universitária vindo ao Rio visitar meus avós. Com o sentido de urgência próprio de meus vinte e poucos anos, como não amar a ideia de sair de um sebo no centro da cidade, embarcar em uma estação próxima dali, e, minutos depois, já estar flanando por Botafogo? Quando vinha de férias, era principalmente meu avô quem costumava me deixar nos lugares onde eu desejava ir. Mas quando eu não podia contar com a carona dele, o metrô, frequentemente, me foi de grande serventia.

Já em São Paulo, de uns anos para cá, minhas melhores experiências com o meio de transporte têm se dado em dias em que, tendo uma agenda flexível, posso me deslocar sem muita pressa. Em uma dessas ocasiões, peguei o metrô na Paulista para ir até a Pinacoteca, dali até a Vila Madalena e, mais tarde, outro de volta à Paulista, aportando por lá com disposição para ainda flanar pelos arredores. A melhor maneira de visitar um número razoável de museus e galerias, em um mesmo dia, segue sendo essa. Mas, claro, evitando sempre os horários de rush.

A propósito ainda de ser conduzida aos locais que me interessam, com praticidade e rapidez, gostei bastante da experiência que tive, dia desses, de pegar um VLT na Parada dos Museus – ao lado do Museu de Arte do Rio -, para descer na Cinelândia, perto de onde, aliás, o ônibus exclusivo do Novo Leblon faz escala no percurso de retorno ao condomínio.

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Em tempo: A revista O Globo deste domingo traz especial sobre a Linha 4 do Metrô do Rio, com crônica de Arnaldo Bloch e ensaio fotográfico de Custódio Coimbra. Aqui: [=].

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De como saio dos meus domínios

Ou: Pretexto para tecer loas ao metrô

Barra da Tijuca

Casas do Novo Leblon e, ao fundo, edifícios do Mandala : Ambos os condomínios dispõem de transporte exclusivo para os moradores.

Um espanto lembrar que há mais de década vendi meu carro. Para ser precisa, em 2005, quando ainda morava em Moema (São Paulo) e, àquela altura, já mal o tirava da garagem, desanimada que andava com o trânsito da cidade e com todas as implicações de ser proprietária de um automóvel.
Não abri mão por completo de dirigir, entretanto. Prova é que, ainda antes de mudar para o Rio, fiz questão de renovar minha carteira de motorista – emitida em Brasília, em meados dos anos 1990 -, e, desde então, já renovei-a uma segunda vez.

Embora tenha cada vez menos vontade de dirigir, para não perder, digamos, a prática, pego de vez em quando o carro do meu pai. Mas é raro que me aventure a deixar os limites da Barra da Tijuca. Situação que talvez fosse diferente, se eu não contasse com o transporte próprio do Novo Leblon, condomínio onde moro. Os ônibus, equipados com wi-fi, ar-condicionado, poltronas reclináveis (e, em alguns casos, TV), me levam, com conforto e eficiência, a todos os locais onde preciso estar, do Leblon ao centro da cidade, bem como de volta ao condomínio.  Não dispusesse dessa comodidade, é possível que me tornasse uma usuária mais frequente do BRT. Sobretudo porque, além de ter uma estação em frente ao Novo Leblon, agora também faz ligação com a recém-inaugurada estação Jardim Oceânico do Metrô.

METRÔ. Ergo um altar a esse maravilhoso invento humano. Metrô, do que mais sentia falta quando morava em Moema. Como não pensar, além de tudo, na pequena fortuna que eu teria deixado de desperdiçar com táxi, se essa área da cidade já integrasse a malha metroviária, nos últimos anos em que residi no bairro?

Minha mãe, que voltou de São Paulo no sábado, veio puxar assunto a respeito. Tendo se hospedado na Lavandisca, rua vizinha à Tuim, onde morei entre 99 e 2005, ela comentou que, observando o tumulto ocasionado pelas obras do metrô, na Avenida Ibirapuera e no entorno, essas pareceram-lhe bastante adiantadas. E, a caminho do Congonhas, o taxista que a conduziu só fez reforçar essa sua impressão.
Comentei de volta, um tanto ceticamente, que era de se esperar. Afinal, a estação de Moema é uma das extensões da Linha 5-Lilás cujas obras, após uma série de problemas na Justiça, foram retomadas em 2011. Dado que o prazo de sua entrada em operação foi tantas vezes revisto, disse a ela que achava mais sensato ainda não comemorar. Por ora, indo a São Paulo e hospedando-me no Ibirapuera, vou me resolvendo com os meios de transporte habituais.

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Mobilidade por bicicleta

 

Os desafios enfrentados pelas mulheres de São Paulo

Uma pesquisa levada a cabo pela Ciclocidade

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* Ciclovia da Paulista

Por que ainda são poucas as mulheres que se deslocam por meio de bicicleta na cidade de São Paulo? E de que maneira seria possível reverter esse quadro?
Estas foram algumas das questões sobre as quais se debruçaram, ao longo de um ano, as pesquisadoras do Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo). Os resultados preliminares do levantamento – intitulado “Mobilidade por Bicicleta e os Desafios das Mulheres de São Paulo” – foram tornados públicos em 21 de setembro, véspera do Dia Mundial sem Carro, e compartilhados no canal da associação.

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* Fiz a foto acima em junho, quando estive em São Paulo e usei a ciclovia da Paulista pela primeira vez. *  Veja também: + Ciclistas e ciclovias >> Registros de minhas andanças, no Brasil e no exterior > * SP: Avenida Paulista; Rua da Consolação * Em Brasília, Esplanada dos Ministérios  * Rio: Aterro do Flamengo; Avenida Pasteur; Praia de Copacabana ; Leme ; Lagoa ; Ipanema ; Jardim Botânico ; Barra da Tijuca, Posto 4 * Europa: Sob o Rijksmuseum, na Museumplein e na saída do Van Gogh Museum (
Amsterdã) * Praia de Scheveningen, Buitenhof e Benoordenhout (Haia). Entrada do Markthal, Rotterdam. Centro de Delft. * Em Paris: Pont Royal,  Museu do Louvre *

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Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram e Foursquare

Grafite de Eduardo Kobra no Pier Mauá, Boulevard Olímpico, Centro do Rio de Janeiro. Foto feita pela jornalista Adriana Paiva

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

"

Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do meu Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier Mauá. Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

Grafiteiros exibem murais no Boulevard Olímpico do Centro do RJ
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
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Mural da artista paulistana Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

São Paulo artística

 

Sobre mostras e murais grafitados

Junho em SP – Notas via Instagram

Ex Machina

Itaú Cultural: Exposição Arquivo Ex Machina – Identidade e Conflito na América Latina. Aberta à visitação até 7 de agosto.

Acervo MASP

MASP – Acervo em Transformação : Não recordo de já ter visto tantas crianças pequenas circulando pelo museu. Tocante testemunhar o esforço da professora para explicar a esses meninos e meninas, com idades em torno dos quatro anos, a cena pintada por Pierre-Auguste Renoir no quadro “A Banhista e o Cão Grifon” (Lise à Beira do Sena), de 1870.

Pinacoteca São Paulo por Adriana Paiva
Na quarta-feira em que estive na Pinacoteca, cheguei a presenciar parte dos preparativos finais da mostra “Fora da Ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear“, inaugurada no sábado (25/6). Àquela altura, já ocupavam o octógono as esculturas de ferro e espelho do português José Pedro Croft | Até 26/9.

Graffiti

De uma das sacadas da Pinacoteca (22/6): Mural do artista Daniel Melim.

Graffiti na fachada do Cine Belas Artes
Rua da Consolação * Arte por Walter Nomura (a.k.a. Tinho)
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Nove - Digital Orgânico

Um giro à esquerda…e eis o mural do grafiteiro paulistano João Paulo Cobra – aka NOVE / #digitalorganico (…) Dando um tempo em mais esta série de #notaspaulistanas.

Qual o destino?

 

Eis aqui uma força para os seus deslocamentos em SP

 

Aplicativos - Leve-me - Otima aplicativo


Vinha subindo a Abílio Soares em direção à Paulista, quando vi a propaganda do aplicativo em um backlight. Baixei o Leve-me no meu smartphone por pura curiosidade e acabei descobrindo mais utilidade do que imaginara. Soube, mais tarde, que havia sido lançado menos de um mês antes.
Desenvolvido pela Otima, empresa responsável pela instalação e pela gestão publicitária dos abrigos de ônibus da cidade de São Paulo, o app tem como função relacionar as melhores opções de rotas, com base em diversos modais de transporte – do ônibus ao metrô, do táxi à bicicleta.
Uma vez preenchidos os campos ‘Origem’ e ‘Destino’, surgem, pormenorizados, os itinerários possíveis e, de quebra, o valor aproximado, em reais, para que se cumpra o percurso de táxi. Basta, então, escolher entre a rota mais rápida, a mais confortável ou a mais saudável. Eis a funcionalidade do Leve-me que, àquela altura, mais me interessou, já que essa última opção privilegia o deslocamento por meio de bicicleta.
Voltei ao Rio antes de explorar todo o potencial do aplicativo, mas quem estiver em São Paulo e tiver interesse em testá-lo, o download é gratuito e está disponível para os sistemas Android e iOS. Mais informações no site: http://www.leve-me.com/

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Outras notas paulistanas

 

Diário ilustrado

Junho de 2016 * Via Instagram

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Chamam-na de “cinzenta”. Eu, de meu lado, nunca me ressenti de falta de verde em São Paulo. Em Moema ou no Campo Belo, bairros onde morei, como aqui, no Ibirapuera, onde estou hospedada agora, o que não falta são jardins e praças, como esta simpática Carlos Gardel, mantida, com muito esmero, pela  APRACE, ‘Associação dos Amigos das Praças da Rua Curitiba e Entorno‘ (Sexta-feira, 24/6).

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Também eu, enfim, pedalei pela Paulista. Não poderia voltar para o Rio sem tê-lo feito. Não foi sobre uma “laranjinha”, como eu teria querido, mas valeu ! (Quinta-feira, 23/6)

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Fruição artística se aprende é de pequeno. Crianças da escola Jardim São Luiz I durante visita à exposição “Histórias da Infância”, hoje à tarde, no MASP (23/6).

Inverno paulistano

Via Instagram

Avenida Paulista, inverno em São Paulo, frio, baixas temperaturas, termômetro de rua, foto por Adriana Paiva, Instagram Drixpaiva, iPhone,

Quando desembarquei em São Paulo, um pouco depois do meio-dia, a temperatura no bairro do Campo Belo estava perto dessa marca. Enquanto a chuva não caiu, essa foi uma média bastante agradável para flanar pela Paulista, o que fiz entre uma visita à Casa das Rosas e outra ao Itaú Cultural.