Primeira lua cheia do signo de Touro vista da varanda daqui de casa.
Grata por sua aparição neste dia em especial.
Primeira lua cheia do signo de Touro vista da varanda daqui de casa.
Grata por sua aparição neste dia em especial.
Com as deixas de uma crônica, um livro e algumas reportagens

Mad Men (HBO): Joan Holloway, personagem que, na série de TV, é interpretada pela atriz Christina Hendricks
Também eu já me vi inebriada por essa aura de glamour que o hábito de fumar, há não muito tempo, ainda desfrutava. Fumei, aproximadamente, entre os 16 e os 26 anos. A despeito de uma bronquite asmática, apesar da barulhenta oposição de meus pais — na frente de quem, a propósito. nunca ousei acender um cigarro.
Um belo dia, exatamente aos 26, em meio a preocupações típicas de uma mulher à beira dos 30 e sentindo que precisava de “fôlego” para dedicar-me às atividades que me davam prazer, me estabeleci: é hoje que abandono o vício. E assim foi. Taurina e compromissadamente. Numa boa, sem recaídas.
Minha irmã nunca fumou. Meu pai abandonou o hábito há alguns anos. Minha mãe, embora hoje fume menos do que já fumou, ainda é fonte de preocupação para todos nós. Lendo, dias atrás, a crônica da Cora Rónai, fiquei bastante tentada a adquirir olivro comentado. Não sou dada a policiar os hábitos alheios, mas quem sabe se, munida dos argumentos do jornalista Giacomo Papi, não logro convencer quem precisa ser convencido?
Sobre esse assunto (tabagismo), tão elucidativa (quanto alentadora) a reportagem publicada, domingo, na versão impressa de O Globo — primeira parte no site.

Loja da Barra da Tijuca é uma das quase cem pertencentes à rede nascida em Goiânia
Achar a Frutos do Cerrado numa portinha, espremida entre uma loja de aluguel de bicicletas e edifícios residenciais, não é tarefa das mais fáceis. Para quem não conhece esse pedaço da Barra, mais simples dizer que a loja fica quase na esquina do burburinho de bares da Olegário Maciel.
Ambientação não é o forte do lugar, mas se você já esteve numa das sorveterias mais famosas de Santos (SP), deve saber que apuro decorativo nem sempre contribui para a fama dos estabelecimentos. A santista Royal, aliás, guarda muitas semelhanças com a filial carioca da Frutos do Cerrado. As duas, além de funcionarem em espaços físicos ínfimos, desprovidos de qualquer cuidado estético, ficam muito próximas da praia. E o mais importante: ambas têm como forte os sorvetes de fabricação própria.
Longe de ser novata no ramo, a Frutos do Cerrado, marca da Frutos do Brasil, tem matriz em Goiânia e cerca de cem filiais espalhadas por sete estados. E embora o nome possa induzir à outra interpretação, seus sorvetes também são feitos à base de frutos típicos de outras regiões que não o centro-oeste, como o açaí e o cupuaçu, nativos da Amazônia.
Ainda que competir com a Mil Frutas, considerada por especialistas em assuntos gastronômicos, ano após ano, a melhor sorveteria do Rio de Janeiro não seja embate para fracos, os donos da marca goiana poderiam bem considerar fazer melhorias físicas em sua loja carioca. Clientela pronta a aplaudir a iniciativa é o que não iria faltar.
Por ora, fica a dica desta taurina — amiúde , mais esteta do que gulosa : considerando que o espaço interno da sorveteria não comporta mesmo muitos clientes, peça sua casquinha, atravesse a rua e vá tomar seu sorvete olhando o mar. Foi exatamente o que eu fiz quando estive lá dia desses. Depois de pedir uma bola de meu sabor preferido: açaí (amargo demais para meu gosto), voltei à loja e fiz uma segunda escolha: cupuaçu, cremoso no ponto certo e numa casquinha perfeitamente crocante.
Serviço :