Uma Border Collie entre GYN e o RJ

A primeira viagem aérea de Mallu

Ou sobre como transportar seu cão em meio a uma pandemia

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O básico, exigido em viagens domésticas, pela maioria das companhias aéreas (neste caso, pela Gol): atestado de saúde, carteira de vacinação, comprovante de vacina antirrábica e caixa de transporte em tamanho suficiente para que o cão não apenas consiga ficar de pé, mas também girar em seu interior.
Minha irmã tinha uma caixa comprada para o Apolo, nos EUA, na época em que ela morou em Caracas. Mas quando ele, já bem idoso, deixou de fazer viagens aéreas com a família, ela acabou passando a caixa adiante. A nova, adquirida para a primeira viagem de Mallu, tem as seguintes especificações: Marca: Charlesco Gulliver – Tamanho 5; comprimento: 81 cm; largura: 61 cm; altura: 60 cm; peso: 7,9 Kg. Capacidade para suportar até 25 Kg.

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Acima: Após aterrissar no Aeroporto Santos Dumont, Mallu veio para a nossa casa, na Barra da Tijuca, conduzida pela MooviPet.

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No carro dos meus pais, do Novo Leblon à Cobasi.

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Na Cobasi, minha irmã comprou para Mallu (que está com 7 meses) ração e alguns brinquedos.

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Patinetes elétricos na ordem do dia

Adesão maciça, regulamentação a caminho

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Ipanema, Posto 8: Trecho de orla onde patinetes da Grin são tão numerosos quanto os da Yellow

Pelo que leio em veículos de imprensa, aqui e ali, a virada de mesa da prefeita de Paris não demorou a reverberar nas bandas de cá.

Na quinta-feira, 6 de junho, Anne Hidalgo anunciou, em uma coletiva de imprensa, medidas que visam ordenar o uso dos patinetes elétricos na capital francesa.
Na ausência de um quadro jurídico claro”, os patinetes na cidade se multiplicaram de “forma anárquica”, comunicava, no Twitter, o perfil da prefeita.  Em Paris, atualmente, 12 empresas operam nesse ramo e há cerca de 20 mil patinetes elétricos em circulação. O temor da prefeita era o de que, sem regras claras, no ano que vem esse número chegasse a 40 mil.
Além de ressaltar o fato de que o patinete elétrico é um modal que contribui para a redução do uso de veículos poluentes, Hidalgo escreveu na mesma rede social: “Não se trata de pregá-lo ao pelourinho. Mas é preciso ordem e regulamentação para garantir a segurança no trânsito e pacificar ruas e calçadas.”

Vamos lá, em caixa alta: SEGURANÇA no trânsito. PACIFICAR ruas e CALÇADAS.

Serei sempre uma ardorosa defensora dos transportes limpos. Mas espero que você que me lê aqui não saiba o que é estar andando tranquilamente pela calçada (lugar, lembremos o óbvio, onde a preferência é do pedestre) e quase ser atropelada por patinetes em alta velocidade. Pois eu sei. Por pouco, não aconteceu comigo. Em Ipanema e no centro da cidade.

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Praça 15, Centro do Rio: Do meu Instagram

Verifica-se, no caso dos patinetes, algo semelhante ao ocorrido com outras inovações: elas chegam, conquistam hordas de adeptos, e, apenas algum tempo depois, a regulamentação acontece. Mas, também nesse caso, a sociedade começa a fazer pressão para que as regras sejam estabelecidas e de forma clara.

Reportagens veiculadas em abril passado já davam conta de que, no Rio, com o aumento exponencial do número de usuários de patinetes elétricos (a partir do final de 2018), também vinham se multiplicando os registros de acidentes – de atropelamentos de pedestres a colisões com outros veículos.
Por ora, as regras para o uso e trânsito de patinetes na capital fluminense têm caráter provisório e obedecem decreto publicado em 2018. Na ALERJ, entretanto, aumenta a pressão para que a regulamentação não demore mais a sair.

Na capital paulista, depois da decisão polêmica que resultou na retirada das ruas, no final de maio, de mais de 500 patinetes, a Grow, proprietária das marcas Grin e Yellow, anunciou, em 6 de junho, que voltava a operar normalmente, após efetuar o credenciamento da empresa junto à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.
Cabe lembrar: A Grow Mobility Inc. é resultado da fusão, anunciada em janeiro deste ano, da mexicana Grin, maior operadora de patinetes elétricos da América Latina, com a startup brasileira Yellow, que já liderava, por aqui, o negócio de bicicletas compartilhadas sem estação.

Outras cidades brasileiras também vêm discutindo como regular o uso do modal. Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura abriu uma consulta pública para coletar opiniões da população, não apenas acerca do serviço de patinetes compartilhados no esquema ‘dockless’ (sem estação fixa), mas também sobre o de bicicletas (elétricas e convencionais).

 

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Goiânia, abril de 2019: Operação da Grin, na capital, começou no final de março

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Como na Era Pré-Facebook

 

Ainda as notícias do clã

E, dessa feita, sobre dois de seus mais irrequietos integrantes

Família sobrinho afilhado primo primeiro grau primos Thiago primo-irmão primos-irmãos cidadão passaporte europeu português cidadania portuguesa de Portugal European citizen União Europeia UE portuguese citizenship portugueses descendentes europeus dupla nacionalidade cidadania Leão de Prata Cannes Ilhas Mentawai Islands surf surfistas Bali Indonesia esporte esportes aquáticos radicais surfe Indonésia Dusseldorf Alemanha Europa climbing climbers escalada Rio Morro da Urca

Álbuns de família: Tiago, meu sobrinho, no auge de sua paixão por escalada. Thiago, meu primo, surfando na Indonésia

De um lado, Tiago L. de Paiva D. da Fonseca, meu sobrinho-afilhado – filho mais velho de minha única irmã. De outro, Thiago Di Gregorio Paiva, o filho mais novo do irmão de meu pai – meu primo de primeiro grau, portanto.
Com o espaço de mais ou menos quinze dias, entre um evento e outro, fiquei sabendo que meu primo, diretor de arte da BBDO Proximity, em Düsseldorf (onde mora, atualmente), faturava dois Leões de Prata no Festival de Publicidade de Cannes, e que meu sobrinho, recém-chegado em Santiago para o Start-up Chile, recebia, juntamente com colegas de faculdade, as boas-vindas de Luís Céspedes, Ministro de Economía, Fomento y Turismo, na cerimônia de abertura do programa, na Universidad de San Sebastián. É claro que vibrei. E exultei, quase tanto, com a notícia de que Tiago, não só já encontrara apartamento para morar, como já vinha deslocando-se para as reuniões de trabalho por meio de bicicleta.
Curioso o modo como, por eu estar fora do Facebook há meses – e por ainda ser um tanto reticente em relação ao WhatsApp – passei a receber (e, sobretudo, a curtir) as notícias referentes à minha família. Sensação de resgate de um certo sabor na comunicação que os excessos típicos das redes sociais já me tinham feito esquecer.

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Chile

Em tempo: Sobre o Start-up Chile, programa do qual meu sobrinho Tiago, estudante de Engenharia da Computação na PUCPR, participa com a UNiO, empresa criada com colegas de faculdade, reportagem publicada em 18/7, no jornal chileno La Tercera. 

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