Dos muros do Boulevard Olímpico

 

A marca de artistas paulistanos
na hoje repaginada zona portuária carioca

Via Flickr, Instagram e Foursquare

Grafite de Eduardo Kobra no Pier Mauá, Boulevard Olímpico, Centro do Rio de Janeiro. Foto feita pela jornalista Adriana Paiva

“Etnias”, mural do artista Eduardo Kobra : A obra, que retrata representantes de tribos originárias de cinco continentes e tem 170 metros de largura e 15 de altura, acaba de ser reconhecida pelo Guinness World Records como “o maior grafite já feito por uma equipe no mundo”.

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Os últimos reparos: Tarde de 2 de agosto, três dias antes da abertura da Rio 2016.

Boulevard
Do meu Foursquare, em 2/8: Movimento diante do mural do Kobra já era intenso às vésperas da inauguração da obra e da abertura da Olimpíada.

Grafite no Pier Mauá. Fotos de Adriana Paiva

Ele foi, voltou, mirou-se no celular algumas vezes enquanto emoldurava os murais ao fundo. Até que, aparentemente satisfeito, fez a selfie neste. Com tantas pessoas circulando por ali, embevecidas, gostei de passar esse tempo observando-as.

Grafiteiros exibem murais no Boulevard Olímpico do Centro do RJ
Espia só… Intervenção do cartunista paulistano Andre Gola em prédio comercial no Pier Mauá
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Mural da artista paulistana Rita Wainer

E vizinho à intervenção do Andre Gola, o mural de sua conterrânea, a artista plástica Rita Wainer.

Metrópoles que se reinventaram por meio da arte

Na edição 69 da Revista da Cultura

Os casos de Tel Aviv-Yafo, Cidade do México e Rio de Janeiro.

reportagem e texto de autoria da jornalista Adriana Paiva matérias reportagens matérias jornalísticas Portugal portugueses descendentes imigrantes 

Morro da Conceição :  Foto do projeto “Fui?”, do coletivo português 10pt – Criação Lusófona, integra mostra “De Porto a Porto”, que fica no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) até 19 de maio.

>> Clique para ler minha reportagem na íntegra

Um porto à altura

 

De uma cidade que se pretende maravilhosa

 

Armazém da Utopia

Cais do Porto: Baía de Guanabara vista do Armazém da Utopia

Entusiasmante antever, com a ajuda desse vídeo, como ficará a Zona Portuária quando o projeto de revitalização (Porto Maravilha) for concluído. Hoje, teve início a demolição de uma das rampas de acesso do Elevado da Perimetral, obra tida como vital para a reformulação viária da região do Porto. A realizar-se tudo o que se vê nessa apresentação, não apenas o acesso à região ficará facilitado, como muito mais agradável se tornará o entorno de onde hoje se realizam eventos importantes para a cidade, em segmentos como o das artes plásticas (feira ArtRio), do cinema (Festival do Rio) e da moda (Fashion Rio).


Foto por Adriana Paiva ©

 

 

Festival do Rio

 

Penúltimas

 

Estação Sesc Rio

Estação Sesc Rio, em Botafogo: Público circula durante intervalos de sessões lotadas

Hoje, entramos na última semana de Festival do Rio. Perdi a conta dos filmes vistos, numa edição em que, mais do que nas anteriores, tenho me concentrado nos documentários e nas mostras voltadas às artes (Itinerários Únicos), música (Midnight Música) e meio ambiente.

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Festival do Rio

Armazém da Utopia, no Cais do Porto: Centro nervoso do festival

Ontem, aliás, estava na última sessão, dentro do festival, de “Trashed – Para Onde vai Nosso Lixo”, dirigido por Candida Brady (assista ao trailer). Foi a própria Ilda Santiago, diretora do evento, quem introduziu o filme, ao lado de Rose Ganguzza, uma das produtoras.

Já tinha visto gente (críticos, inclusive) reclamar do tom excessivamente professoral do documentário. Peraí. E quem mesmo vai para o cinema ver documentário esperando, sobretudo, diversão? O tema é difícil e o tom é de alerta máximo. “Não estamos falando de um futuro distante“, diz Irons a certa altura, “o chão sob nossos pés já está coberto de lixo“.
Se suas preocupações com o planeta ultrapassam modismos, não deixe de ver Trashed quando estrear em circuito comercial.