Portugal | Eleições legislativas 2024

Exercendo nossos direitos como cidadãos portugueses

 
 

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Na imagem: Meu passaporte português e a correspondência vinda de Lisboa, contendo o envelope para remessa de volta com a cédula de votação assinalada, juntamente com a cópia do meu cartão de cidadão

 

Nossos boletins de voto foram entregues em casa, via CTT, a empresa de correios de Portugal, no início de março. No dia seguinte, já os remetíamos de volta a Lisboa, numa agência dos Correios, aqui, na Barra.
As eleições para a Assembleia da República, com a escolha de 230 deputados, acontecem em 10 de março.
A apuração dos votos provenientes dos chamados círculos da Europa e de fora da Europa deve ser finalizada no dia 20, quando o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciará o nome do novo primeiro-ministro.
O próximo pleito português do qual devemos participar é o de 9 de junho, quando serão escolhidos os deputados que terão assento no Parlamento Europeu.

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Dos arquivos | Entre as muitas andanças, a família em primeiro lugar

• Meu avô Edmundo, filho de portugueses vindos de Viseu (Nelas) e de Matosinhos • Tempos de EAV, sensibilidade artística herdada da minha mãe • Do Instagram, lembrando quando mamãe tinha aulas na EAV  •  Meu pai em 3 tempos: No Colégio Militar, na AMAN e condecorado pós-comando no MS •  Em Bsb: Expo com mamãe e Tiago • Ele, o brasiliense da família • Eu, sannyasin aos 16 – e a fé dos que me educaram • Os irrequietos Thiago e Tiago • Os irmãos Antonio e Edmundo – papai e titio em início de carreira • Prima Marlene, primeira engenheira da Rede Globo • Na Barra como em Bsb: Nossos endereços na capital federal • Pandemia com meus pais: recebendo notícias dos queridos, mundo afora • Aquela Brasília que aprendemos a amar • Mallu, a Border Collie, e sua chegada ao clã • Os sobrinhos e um pouco da infância em Bsb • Dos stories, o nosso amor pelos pets • Correspondência afetiva e as amizades de toda uma vida • 

 
 
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A primeira vez em que votei no Rio

E como foi bom fazê-lo transbordante de otimismo

A Onda Verde Gabeira 43 - PV RJ Partido Verde candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro 2010 ano também de eleição presidencial eleições estaduais presidenciais fora populistas populismo Lava-Jato ex-governador Operação Lava Jato Rio PT dos Trabalhadores corrupção Lula lulismo lulistas blog da jornalista Adriana Paiva

Fernando Gabeira: Candidato ao governo do Rio, em 2010; (reprodução do YouTube)

Embora carioca, só vim a fazer do Rio de Janeiro meu domicílio eleitoral em 2008, ano em que me mudei de São Paulo.  A primeira vez em que votei na cidade onde nasci, pasmem, foi em 2010.  De lá para cá, minha aposta para a Presidência da República recaiu, por três pleitos seguidos, em Marina Silva. Em 2010 (pelo PV), em 2014 (PSB) e, em 2018 (já pela Rede Sustentabilidade, partido por ela fundado).

Volto, no entanto, àquele 2010 de minha estreia como eleitora em plagas cariocas sobretudo para lembrar que meu voto para governador, naquele ano, foi, convicta e orgulhosamente, para Fernando Gabeira (PV).
Triste admitir, mas, desde lá, não votei para candidatos ao cargo com a mesma convicção. Gabeira, como se sabe, perdeu no primeiro turno para Sergio Cabral Filho, que concorria à reeleição.

Fui ao Twitter buscar o que escrevi sobre as eleições em questão. Entre outros comentários, encontrei, em 28 de setembro de 2010:

Eleições de 2010 Governo do Rio de Janeiro

Como se vê, àquela altura Sergio Cabral já não me inspirava mínima credibilidade. Considerando que suas penas somam, hoje, algo perto de 200 anos de prisão, fico inclinada a enxergar aí um sinal de que devo seguir confiando em meu feeling.

Mas não deixa de ser melancólico lembrar que, enquanto minha desconfiança vociferava a excruciantes decibéis, Cabral continuou a convencer a maior parte do eleitorado fluminense, vindo, inclusive, a facilitar a eleição de seu companheiro de sina, o agora também presidiário, Luiz Fernando P. (me recuso a escrever sua alcunha neste blog), outro que nunca me convenceu.

Culto à personalidade

Considerações tantas talvez para demonstrar que, embora venha repetindo minha aposta em determinados candidatos, não tenho políticos de estimação. Há anos, faço minhas escolhas priorizando pautas e não pessoas e partidos.

Afora por uma e outra ilusões, típicas de adolescentes, ao longo da maior parte da minha vida tenho sido refratária a um hábito tão comum por estas bandas: o culto à personalidade. E nunca, NUNCA caí na esparrela de ajudar a eleger pretensos salvadores da pátria.

Coerente com essa postura, não disfarço meu desinteresse em estabelecer aproximação com pessoas que não veem problemas em se encolher sob ‘ismos’ — de lulistas a bolsonaristas. Isso quando não aderem a iniciativas ainda mais estapafúrdias. Quem nunca esbarrou, nas redes sociais, com fulanos Lula da Silva, beltranas Moro ou – pesadelo dos pesadelos – ciclanos Bolsonaro?
Mas, enfim, fanatismo é assunto sério e não vou eu me estender aqui sobre os motivos que levam pessoas a abdicar de suas identidades e a seguir cegamente outras.

 

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Rio, 19 de março de 2016

Tchau, verão

Lamento não poder dizer que sentirei sua falta

opinião, Cristovam Buarque, eleições, governador, reitor, UnB, partidos políticos, PT, partido dos trabalhadores, eleição para governadores do DF,

Do Instagram: Na balsa do Novo Leblon, voltando para casa depois de longa caminhada

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Evitando confrontos desnecessários

Da série ‘Pensamentos que não quiseram calar’

À espera do momento mais apropriado para dizer àquela pessoa que conheci na época de meu primeiro blog e com quem sempre mantive diálogos cordiais, mas sem profundidade, que, se houve alguma vez em que votei no PT,  crendo, firmemente, que fazia a melhor das opções, essa  única vez  foi quando meu voto ajudou a eleger Cristovam Buarque governador do Distrito Federal.

 

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