De minhas vivências brasilienses

 

Com a deixa de um post publicado no perfil @historias_de_bsb no Instagram

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No alto: Comentários meus acerca de post contando a história da criação da superquadra 102 Norte (SQN 102):

Moramos, eu e minha família, em vários endereços destinados a militares na capital federal. Duas vezes na 102 Norte, quando meu pai era capitão. Duas vezes no SMU – Setor Militar Urbano (quando capitão e, depois, major, comandando um esquadrão próximo). Residimos, também, na 209 Sul e na 112 Sul, época em que meu pai (então, tenente coronel) serviu no EMFA. Nosso último endereço em Brasília foi na 103 Norte (até 1996).

E em resposta a comentário de um seguidor do @historias_de_bsb, aludindo à 112 Sul, ainda escrevi: Os prédios que pertenceram ao então chamado EMFA ficavam, na verdade, na 112 Sul. Eu e minha família moramos lá entre 1987 e (aqui, retificando) início de 1991, quando meu pai deixou o Estado Maior das Forças Armadas para assumir um comando em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Na época que menciono mais acima, eu e minha família morávamos no bloco K da 112 Sul.

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Acima, desmembrada em 3, minha carteirinha (datada de 1988) de usuária do “transporte escolar” destinado a dependentes de militares que trabalhavam no EMFA. Nessa época, eu ainda era aluna do departamento de Antropologia da UnB ; só tive a minha mudança de curso para a Comunicação efetivada em 1990.

 

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REPOST de correspondência entregue em alguns de meus endereços em Brasília : Cartão de Natal enviado de Amambai (MS) por Débora, amiga (e ex-vizinha de vila militar) que me conhece desde criança – nessa época, eu morava na 209 Sul. Em 1989, quando residíamos na 112 Sul, cartão de Ikeda-san, colega de minha irmã nos tempos de Colégio Marista (em Belém), acabou virando amiga de nós duas; e na 103 Norte, em 1993, remessa da amiga Mariliz, que conheci em Campo Grande (MS).

 

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Outras notas brasilienses

 

• Reminiscências de meus dois ingressos na Universidade de Brasília • A UnB de nossos manifestos juvenis • Pela janela de nosso apartamento na SQS 112 • Entre idas e voltas, lembranças de 15 anos de moradia em Brasília • Mostra no Palácio do Planalto na companhia de minha mãe e de meu sobrinho • Meu pai condecorado por FHC juntamente com meu professor Carlos Chagas • De Belém para Brasília via Correios • Série de posts em homenagem aos 54 anos de Bsb • Com a deixa do aniversário de 2013 • A caminho do Teatro Nacional, uma intervenção artística • Andar por condomínios da Barra com a sensação de circular entre blocos das quadras residenciais de Brasília • De um Carnaval em que eu fui atrás do Pacotão • Dos meus tempos de obsessão nipônica: templo budista da 316 Sul; aulas de nihongo, cultura japonesa e canto no coral Tanoshii Tori • Meu sobrinho Tiago, o brasiliense da família  • 

 

 
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O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

GYN Família Adriana Paiva jornalista viajante Goiania Setor Marista skyline edifícios shopping Órion Complex Complexo Orion centro hospitalar centros cirúrgicos periquitos gabiroba guabiroba frutos Instituto Panamericano da Visão Parque Areião Vaca Brava macacos-prego museu Goiás esporte esportes scooters patinete Grin vista aérea Uber Lounge Aeroporto Santos Dumont outono 2019...Fotos por Adriana Paiva

*  Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo Orion ; Setor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

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IG: Outubro/Novembro

 

O período em imagens

Dois meses em doze registros

Haia Paris ruas parisienses Europa europeus Avenida Niemeyer Sheraton Hotel São Paulo Oca Ibirapuera museu MAC Niterói Urca Fotos por Adriana Paiva

* #Throwbackthursday: Homenagem a Frans Krajcberg * Haia, Holanda * MAC / Niterói *
* Museu de Arte do Rio – MAR * JRart / Pier Mauá * Pista Claudio Coutinho *
* Bikes_Ciclovias:  Avenida Pasteur * 
Avenida Atlântica * Paris *
 * Avenida Niemeyer * Praia de Fora, Urca * Praia do Pepê, Barra da Tijuca *

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Dias de Pauliceia

 

Organizada e intensamente

Inaugurando junho na mais positiva das disposições

Fotos por Adriana Paiva

Praça Carlos Gardel e Rua Curitiba: No Ibirapuera, vizinhas ao local onde me hospedo

Fazer com que meus planejamentos pré-viagem caibam nessas curtas permanências em São Paulo é sempre um desafio. Mas minha localização, no Ibirapuera – tangenciando os bairros Paraíso e Jardim Paulista -, torna tudo muito mais fácil. Meu preparo físico, preciso não ser modesta, também tem lá sua cota de contribuição na maneira como desfruto essas minhas temporadas paulistanas. Embora costume priorizar o deslocamento por metrô e pegue táxis, aqui e ali, raramente me furto a uns bons minutos de caminhada. Pelo contrário. Flâneuse de longa data que sou, explorar a pé as cidades que visito (por mais que eu já as conheça) costuma ser um dos pontos altos de minhas viagens.

As rotas a considerar são muitas: abastecer-me de notícias locais na banca da Praça Carlos Gardel, seguir rumo ao Parque Ibirapuera – de bike ou a pé. E lá, escolher: Museu Afro Brasil? Ou andar um pouco mais até o MAM? Nessa viagem, contudo, minha prioridade era visitar a mostra “Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 Anos”, um recorte do acervo artístico do Itaú Unibanco, com mais de 750 obras distribuídas pelos quatro andares da Oca.

Oca Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera: Colegiais na entrada do Pavilhão Lucas Nogueira Garcez / OCA, espaço expositivo projetado por Oscar Niemeyer; quinta-feira, 1º de junho

Mas, dependendo do planejado, também posso pegar o caminho inverso: subir a Abílio Soares, desviar pela Travessa Tutoia, galgar a Teixeira da Silva até a Gêmel, onde costumo fazer uma parada estratégica para um café, e dali seguir até desembocar na Avenida Paulista. E uma vez lá, quem me conhece sabe bem, o céu é o limite. Dessa feita, no entanto, a estrela era a Japan House, inaugurada no início de maio.
Enquanto a tarde caía, fiz uma escala ligeira na Casa das Rosas, a caminho do Itaú Cultural, onde a visita pautada era à “Ocupação Conceição Evaristo”.
Terminei a noite na Paulista dando uma chegada na Reserva Cultural, onde acontecia o coquetel de abertura da 6ª Mostra Ecofalante.

Fotos por Adriana Paiva

Japan House:  A instalação do artista Chikuunsai IV Tanabe integra a mostra “Bambu – Histórias de um Japão”  (até 9 de julho) 

Reserva Cultural

Reserva Cultural: 6ª edição da Mostra Ecofalante teve abertura para convidados na quarta-feira (31/5). Programação com filmes de temática ambiental vai até 14/6

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|  + SÃO PAULO:  No blog e no Instagram – pela hashtag #adrinascidades  | 

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Brasília sempre presente

 Outro aniversário lembrado no Instagram

 

Brasília Esplanada dos Ministérios UnB Asa Norte Plano Piloto fotos

(…) Começo aqui uma série em homenagem à cidade. E o faço com registro de uma daquelas tardes de céu dramático, típicas de quando recomeça o período de chuvas. Aí um dos muitos skatistas que costumam lotar a ampla área que circunda o Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. #bsb54.

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Bsb - vista aérea Brasília pela janela do avião

Primeira visão de Brasília eu a tive do alto, ainda criança, quando eu e minha família fomos morar na cidade. O estranhamento infantil diante da terra vermelha a perder de vista continua entre minhas melhores lembranças dos dias de chegada.

Seca estiagem brasilense Crise hídrica Cerrado vegetação Brasília 54 anos

Mesmo em plena seca, há quem mantenha inalterado o hábito das longas caminhadas. O casal eu fotografei, há não muito tempo, na altura da 103 Norte.

Bsb, fim da estiagem - Chuvas chuva tempestades de verão

Fiz essa foto logo após um período histórico de seca em Brasília. Tinham sido quatro meses sem chuvas. E quando elas voltaram, vi pelas ruas do Plano Piloto o mesmo milagre da multiplicação de ambulantes vendendo guarda-chuvas, que eu me acostumara a ver no centro de SP. Algo que, nesse dia, não deixou de ser uma forma de redenção.

A caminho do Teatro Nacional

Sob o imponente céu. A meio caminho entre o CNB e o Teatro Nacional Claudio Santoro.

Pontão do Lago Sul

O homem e seu lar sobre rodas. Esplanada dos Ministérios, abril de 2010 — véspera do 50° aniversário de Brasília.

Vista do Coco Bambu

Fechando a série #bsbnotas : Canoagem no Lago Paranoá. Registro feito da varanda do restaurante Coco Bambu.

Porque hoje ela aniversaria

Brasília, 53 anos

Instagramada especial : Abaixo, uma seleção de imagens publicadas no meu perfil, nas três últimas semanas.

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Bsb

A terra vermelha, a árvore retorcida, as linhas arquitetônicas de Niemeyer, três símbolos tão conhecidos dos brasilienses, apenas para saudar: Parabéns, Brasília, pelos seus 53 anos.

 

Bsb

Nem o mais tímido dos turistas abre mão de uma foto em frente às obras projetadas por Oscar Niemeyer. Aí a Catedral Metropolitana de Brasília, inaugurada em maio de 1970 — e reinaugurada após reformas, em dezembro do ano passado.

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Bsb - Do meu Instagram

 Congresso Nacional : Visto pelos fundos, em um dia de nuvens carregadas

 

Bsb

Museu Nacional Honestino Guimarães: Mais uma obra concebida por Oscar Niemeyer

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Bsb - Do meu Instagram

No foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro: “A Contorcionista”, escultura em bronze de Alfredo Ceschiatti

 

Fotos por Adriana Paiva ©

 


Da Brasília que aprendi a ver ainda em criança

 

Minha singela homenagem ao poeta da curva

 

Museu Nacional de Brasília. Foto por Adriana Paiva

“Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível
criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que
encontro nas montanhas do meu país, na mulher preferida, nas nuvens do
céu, nas ondas do mar. De curvas é feito todo o universo. O universo curvo
de Einstein”.  (Oscar Niemeyer: * 15/12/1907 – + 05/12/2012)”

|| Na foto, o Museu Nacional Honestino Guimarães, em Brasília, projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer e inaugurado em dezembro de 2006.