Das minhas galerias virtuais
Antes, Museu Municipal (Gemeentemuseum); desde 2019, Museu de Arte de Haia
Caindo na estrada
Updated: Em três tempos
De Ribeirão Preto rumo ao Rio: Pelo para-brisa do carro, com meu pai ao volante.
Do Instagram:
A ida. * Pela janela lateral: Em algum ponto entre Minas e Goiás * Aves de Gyn (I, II) * Da série: Nunca d’antes avistados * Ribeirão Preto * Rodovia Adalberto Panzan…
Gemeentemuseum Den Haag: Retrospectiva do fotógrafo holandês Anton Corbijn.
Fragmento de um colóquio amoroso: Jardin des Tuileries, Paris.
Brasília, 53 anos
Instagramada especial : Abaixo, uma seleção de imagens publicadas no meu perfil, nas três últimas semanas.
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A terra vermelha, a árvore retorcida, as linhas arquitetônicas de Niemeyer, três símbolos tão conhecidos dos brasilienses, apenas para saudar: Parabéns, Brasília, pelos seus 53 anos.

Nem o mais tímido dos turistas abre mão de uma foto em frente às obras projetadas por Oscar Niemeyer. Aí a Catedral Metropolitana de Brasília, inaugurada em maio de 1970 — e reinaugurada após reformas, em dezembro do ano passado.
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Congresso Nacional : Visto pelos fundos, em um dia de nuvens carregadas

Museu Nacional Honestino Guimarães: Mais uma obra concebida por Oscar Niemeyer
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No foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro: “A Contorcionista”, escultura em bronze de Alfredo Ceschiatti
Na edição 69 da Revista da Cultura
Os casos de Tel Aviv-Yafo, Cidade do México e Rio de Janeiro.
Morro da Conceição : Foto do projeto “Fui?”, do coletivo português 10pt – Criação Lusófona, integra mostra “De Porto a Porto”, que fica no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) até 19 de maio.
Instagramadas do período

RIO : Recorte do prédio em estilo neoclássico projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, na segunda década do século 19, e que teve muitas funções antes de passar a abrigar a Casa França-Brasil, a partir de 1990.

BRASÍLIA: Entrada do Museu Nacional Honestino Guimarães, um projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.

Making of: Luciana Whitaker fotografa Clarice Falcão para a Revista da Cultura. Sairam dessa sessão as fotos que ilustram minha entrevista com a multiartista recifense radicada no Rio. Seu primeiro álbum de estúdio deve chegar às lojas entre abril e maio.
Amanhã, terça-feira (5), MAR abre para visitação pública
Fotodiário: Aqui, registros feitos na quinta-feira passada (28/2), véspera da inauguração do museu, quando ocorreram a coletiva e a visita guiada para imprensa.

Acima, no segundo andar do pavilhão expositivo: Entre as 136 obras provenientes da coleção do romeno Jean Boghici, quadros de Rubens Gerchman e Antonio Dias. A cenografia da mostra tem assinatura da dupla Daniela Thomas e Felipe Tassara.
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E do meu Instagram: No topo do museu, onde se vê bem a conexão entre os prédios de estilos arquitetônicos tão distintos: à direita, o Palacete Dom João VI, onde fica o pavilhão expositivo. Ao lado, o edifício que abriga a Escola do Olhar. E, mais acima, derramando-se sobre ambas as construções, uma grande onda — declaradamente inspirada nas curvas de Niemeyer.
Seleção Outubro/Setembro
E no meio do mar, o garoto. Praticando a que, insinua-se, será a febre do próximo verão.
Stand up paddle visto do Forte de Copacabana.
À frente ou às costas do poeta, ecos de sua elegia carioca : “Rio diverso múltiplo. Desordenado sob tantos planos“… Drummond e, como ele mesmo escreveria, a cidade que o vive.
Espelhos da cidade. Dentro do carro, a caminho do Armazém da Utopia, no Cais do Porto.
Praia de Copacabana fervilhante, vista de uma das sacadas do Rio Othon Palace.
Para fechar a série que fiz da sacada do Othon Palace. Giro um pouco meu pescoço à esquerda e ei-las, mais bonitas e robustas, as montanhas e as nuvens.
No Armazém da Utopia, debate mediado por Pedro Butcher (Filme B) sobre o longa de animação “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi. Também presente na mesa, a cineasta Laís Bodanzky.
A visitante em busca de informações. Mostra “Artistas Brasileiros na Itália”, no Museu Nacional de Belas Artes.
+Instagramadas

Corpos Presentes (Still Being), primeira individual, no Brasil, do escultor britânico Antony Gormley se despede, hoje, da sede carioca do Centro Cultural Banco do Brasil, onde repetiu o sucesso de público de sua passagem por São Paulo. Que venham os impressionistas !