Instagram : Rio, Junho | Julho 2014
Longe de estádios, já que não gosto de futebol, um pouco do que vi do Mundial no Brasil
Lá vai o menino, o país do futebol como souvenir
De como podem ser divertidas as crianças quando entregues aos seus momentos lúdicos. Todas as vezes em que a bola correu pela areia, foi muito engraçado observar com que empenho a menina tentou tomá-la do garotinho com a camisa do Neymar.
Brasil e Alemanha. Bonitas as bandeiras tremulando juntas sobre as areias de Copacabana. E que hoje, no gramado, vença a seleção mais merecedora. Terça-feira, 8 de julho
Sei de muitos cariocas que, ainda antes de a Copa terminar, já admitem que sentirão falta da alegria e da cordialidade dos argentinos. Esses fofos eu encontrei ontem, em Copacabana. Primeiro, dentro da loja da Fifa. Depois, lá fora, se revezando entre deixarem-se fotografar ao lado do Fuleco e atender àqueles que os abordavam pedindo, também, uma foto. Quando saí dali, já quase não os enxergava em meio a tantos turistas.
Será que era isso mesmo? Uma orgulhosa brasileira no meio de um punhado de chilenos? Não estou certa, mas me divirto ao conjecturar. Divisei-os, dia desses, no trecho de mar em frente ao Praia Ipanema Hotel.
Nos momentos de festa ou de dor”. Ela, a já não tão “sagrada bandeira”, embalando corpos e enfeitando cabeças
De coincidências. Ou para provar que minha intimidade com os assuntos do mundo futebolístico está mesmo perto de nula. Fiz esta foto quando estive em Copacabana, dias antes da abertura da Copa do Mundo. Fincada no calçadão, a meio caminho do meu destino, a propaganda da Adidas me chamou a atenção. Àquela altura, entretanto, eu não reparara que o personagem a ilustrá-lá era o hoje mundialmente execrado Luís Suárez. A bem da verdade, até o Mundial começar, eu nada sabia sobre a sua pessoa. E mesmo quando comentei, em redes sociais, que havia achado bonita a maneira como o jogador comemorou seus gols na partida contra a Inglaterra, eu não o associei à tal propaganda. Agora, com todo um passado de atos violentos vindo à tona, só posso aplaudir a decisão da Fifa de banir o atleta da competição.
De entrevistas à beira-mar. Uma Canon no tripé e será que o inglês na ponta da língua?
Nas areias daquela mesma #Copacabana… Ora, e se não seria verde e amarela a bola da pelada dos turistas?
Copacabana, Posto 6: Turistas dos mais variados credos e nações. Segunda-feira, 9 de junho.
Porque #vaitercopa, há muita gente apostando todas as suas fichas. Copacabana, Posto 5.










