O período em imagens | Abril 2019

 Via Instagram

Temporada em GYN

GYN Família Adriana Paiva jornalista viajante Goiania Setor Marista skyline edifícios shopping Órion Complex Complexo Orion centro hospitalar centros cirúrgicos periquitos gabiroba guabiroba frutos Instituto Panamericano da Visão Parque Areião Vaca Brava macacos-prego museu Goiás esporte esportes scooters patinete Grin vista aérea Uber Lounge Aeroporto Santos Dumont outono 2019...Fotos por Adriana Paiva

Aeroporto Santa Genoveva * Vistas do Mundi Consciente Square: Complexo OrionSetor Marista * Centro Cultural Oscar Niemeyer * De psitacídeos e de frutas nativas * Atenção! Macacos-prego à espreita * Patinetes elétricos por todos os lados * Alameda Ricardo Paranhos * Paisagens do retorno ao Rio *  

* * *

Velo-city 2018

Conferência mundial de ciclismo urbano

Convocatória para inscrição de trabalhos

A  Federação Europeia de Ciclismo (ECF), organizadora da conferência, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, lançou, no final de agosto, chamada para inscrição de trabalhos a serem selecionados para apresentação durante o evento, que terá lugar no Rio de Janeiro, entre os dias 12 e 15 de junho de 2018.
Referência mundial na discussão e formulação de políticas voltadas ao ciclismo urbano, a Velo-City se realizará pela primeira vez em uma cidade da América Latina.

Sob o tema central  ‘Acesso à Vida – aí contemplados os tópicos Saúde, Infraestrutura, Tecnologia, Governança e Dados – , os trabalhos devem ser submetidos até 30 de outubro de 2017.

Mais informações pelo sitewww.velo-city2018.rio.

*

|  + CICLISMO – No blog   | 

* * *
 

“Mobilidade e Cultura de Bicicleta no Rio de Janeiro”

Edição revista e ampliada

Bikerio Mandala - Barra da Tijuca

Sistema de bicicletas compartilhadas: Case BikeRio

Com a proposta de difundir informações relativas ao planejamento da infraestrutura cicloviária da capital fluminense (a partir da década de 1990), a Associação Transporte Ativo lançou, neste mês, em formato de livro – e em edição revista e ampliada -, monografia da consultora em gestão ambiental Gabriela Binatti, originalmente intitulada “Mais Amor Menos Motor: Cultura e Mobilidade por Bicicleta no Rio de Janeiro”.
O livro é o terceiro de uma série de publicações sobre o tema, patrocinadas pelo banco Itaú, e encontra-se disponível para download aqui: http://transporteativo.org.br/ta/?p=9155.

 *

Um flagrante da Paralimpíada

 

Via Instagram

Rio 2016

Nós indo e eles vindo. Ness Murby, a atleta australiana que, nos Jogos Paralímpicos, representa o Canadá no lançamento de disco, e seu zeloso labrador retriever – que, eu soube depois, recebeu dela o curioso nome de Lexington Pão de Queijo. Quarta-feira (14), no Parque Olímpico.

Transporte público em evidência

 

O valor de um desabafo nas redes sociais

 

onde estudei estudos Segundo Grau Escola Eduardo Guimarães Escola de Artes do Parque Lage atrizes Maria Padilha atores Daniel Dantas Colégio Eduardo Guimarães

Lucélia Santos na capa da revista O Globo: “Não é pelos R$3”

Reportagem na revista O Globo deste domingo traz suíte da polêmica que envolveu atriz e, vai além, convidando outras personalidades que utilizam o sistema para discutir seus prós e contras.
Sobre o assunto, escrevi em meu perfil, no Facebook, há alguns dias: Polêmica torta essa. Vivi uma fase de minha adolescência, no Rio, em que as pessoas não eram estigmatizadas por andarem de ônibus. Eu, particularmente, adorava os das linhas 511/512, que me levavam não apenas ao colégio, na Mena Barreto (Botafogo), como também aos meus cursos, na EAV do Parque Lage.

Certa feita, aliás, no ponto em frente à escola de artes, esperando meu ônibus de volta a Urca, onde eu morava, vi ao meu lado, também esperando, a atriz Maria Padilha. Só não lembro se, nessa época, o “Pessoal do Despertar”, grupo teatral ao qual ela pertencia, estava com alguma peça em cartaz na EAV.
E nos comentários, ainda escrevi : Sou fã de metrô, Filipe. Só não fui usuária mais assídua ao morar em bairros (até então) não servidos por esse tipo de transporte – como Moema e Campo Belo, em São Paulo e agora, na Barra da Tijuca. Tive carro, pego eventualmente o de minha mãe, mas não tenho a mínima vontade de voltar a ter – muita dor de cabeça envolvida nisso. Na Barra, moro em um condomínio com transporte próprio, o que facilita deveras a minha vida, mas adoraria que minha locomoção pela cidade pudesse se dar basicamente de metrô.

Imagem: Reprodução capa da revista O Globo / Foto: Fábio Seixo.

Outro #prontofalei

E o alvo, mais uma vez, a Barra da Tijuca

manifest_camara_exibidos31ct800ss

Cidade das Artes: Músicos homenageiam Luiz Paulo Horta

Tantos eventos interessantes rolando ultimamente. E perto, mas tão ridiculamente perto de casa (2 km + ou – ), que é o fim da picada que chegar lá a pé seja tão complicado (para não dizer…letal). Sei que esse é um meu queixume recorrente, mas se algo na Barra da Tijuca me tira do sério (afora emergentes dados a ostentar aquisições), é que este seja um bairro tão pouco amigável a quem prefira locomover-se por meios outros que não os automotivos.

No Facebok, adendos meus em debate sobre o assunto:

De O Globo, em matéria sobre o Projeto Aquarius: “Kalil lembra que a Cidade Das Artes está diretamente ligada ao Terminal Rodoviário da Alvorada, por meio de uma passagem subterrânea que facilita o acesso de todos aqueles que decidirem usar o transporte público para chegar ao concerto”. Bacana, perfeito que a população em geral tenha acesso facilitado a eventos dessa natureza. Mas, vem cá, e os moradores da Barra? Para chegar lá, continuarão a ter que tirar seus veículos da garagem (ou, quem sabe, se aventurar a uma viagem de BRTrombada)?

Aí eu comparo a Barra da Tijuca com Brasília, e os brasilienses mais bairristas ficam chateados. Estando Lucio Costa por trás de ambos os projetos arquitetônicos, fazem todo o sentido as semelhanças. Sempre gostei de andar a pé. Mesmo em Brasília, fazia-o com grande prazer. Mas, sejamos honestos, tanto lá quanto aqui, é altamente sacrificante viver sem carro.

Sim, Helena, as superquadras daí parecem-se bastante com os condomínios daqui. Inclusive no que tange a serem providas de bons centros comerciais. A questão é: e como fica quem não quer viver circunscrito à própria vizinhança ? Não é nada fácil ser pedestre ou ciclista na Barra. Aliás, você já deve ter ouvido/lido a respeito dos atropelamentos ocasionados pelo BRT.

Foto: Divulgação

 

Mas ela é carioca …

 

Das consequências de deixar de ser turista na própria cidade

 

Placas no entorno do Largo da Carioca

Explorações citadinas: Placas no entorno do Largo da Carioca

Agora, que no Rio tenho usado Metrô com uma certa regularidade, volta e meia esbarro nesse tipo de problema.
Outro dia, quis sair do Centro rumo à Tijuca e só fiquei sabendo que no mesmo lado da plataforma passavam trens com destinos diferentes quando já me dava por perdida em estação nada a ver com a pretendida.
Graças a um desses solícitos conterrâneos pude saber que a informação que me interessava encontrava-se num luminoso acima da porta dos trens. 
Imagine por que agruras não passam aqueles que dominam pouco mais que os rudimentos do nosso idioma.

É possível que eu ainda me perca assim por pautar-me pela época em que vinha passar férias na casa de meus avós, nos idos dos 90. Com menos linhas e trens era tudo, obviamente, mais simples para uma forasteira sazonal, como eu até há pouco tempo fui.

 

Tarde de verão com ares primaveris

 

 

Lagoa Rodrigo de Freitas

Desde a véspera do réveillon, semana de programação intensa, com a vinda, de Brasília, de minha irmã e meus sobrinhos.
Hospedada na Lagoa desde então, aí durante pausa para merecido dolce far niente

Dica prática:

A passeio no Rio e preferindo deslocar-se de bicicleta? As bikes da foto são parte do projeto BikeRio, do Banco Itaú, que mantém estações de aluguel bem perto dali .

Últimas da 35ª Mostra de Cinema – Gente que vai de bike

 

 

O público da Mostra Internacional de Cinema, que termina hoje em São Paulo, contou mais uma vez com a facilidade de se deslocar de bike até as salas de exibição. A organização do evento, em parceria com o Instituto Parada Vital, distribuiu bicicletas em 13 pontos próximos aos locais que exibem os 300 filmes da programação. Para quem ainda pretende aproveitar a mostra (e ir de bike), os endereços dos bicicletários: http://35.mostra.org/servicos/bicicletario/.