Retrospectiva 2015: Em imagens
Retrospectiva 2015: Em imagens
Centro do Rio em PB
Setembro/Outubro – Via Instagram
Peça do escultor suíço Not Vital – e o coadjuvante inesperado | Paço Imperial.
Museu de Arte do Rio (MAR). Outubro, 2015.
A foto da foto da foto da foto… Estendendo minhas horas no centro da cidade, com mais uma visita à mostra Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940 – 1960). Tarde no #MAR.
Fotodiário – Via Instagram
Dias de intensa maratona cinematográfica. Aí, esforçando-me para conciliar sessões no centro da cidade — do CCBB ao Odeon, passando pelo CCJF. E nesse ritmo pretendo seguir, até que tenha assistido a todos os filmes de minha lista.
Publicações Julho/Agosto
Via Flickr e Instagram
Do Flickr: Sessão fotográfica com ares de editorial de moda.
Pavilhão Colbert, Museu do Louvre.
Do Instagram: Irmã e sobrinha nos últimos dias de férias em plagas cariocas e a vontade era matar saudade da Urca, bairro onde elas também moraram. Já os tão acalentados planos de subida ao Pão de Açúcar, dessa vez, não poderão ser satisfeitos. Ao contrário do que insinuava-se hoje cedo, com um sol que até prometia praia, o tempo voltou a fechar no início da tarde… #invernocarioca.
Capítulo: Europa 2015
Mais uma série nascida no Instagram
De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.
Atravessando a Pont Royal.
Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.
Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.
Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.
Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.
Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.
Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.
Recortes de um diário visual
Na volta à casa de nossos anfitriões, em Haia, a espera pelo trem que nos levaria a Rotterdam… #Thalys #garedunord.
A caminho do d’Orsay…
Na ida para Paris, a escala em Bruxelas. Desembarcamos uns cinco minutos antes do que registra o relógio da plataforma. E seguimos viagem, conforme previsto, às 10:13. Pontualidade que não se repetiu no trajeto inverso…#BruxellesMidi #Thalys.
Dia do Rei. Centro histórico de Haia (27/4) … #koningsdag2015 #denhaag #nederland.
Domingo em Delft. As senhorinhas não demoraram a embarcar na proposta de um aquecimento para o “Dia do Rei”, comemorado amanhã (27), feriado nacional na Holanda…#koningsdag2015.
Sábado à tarde, em Rotterdam, na entrada do Markthal.
Chegando ao Rijksmuseum para ver “Late Rembrandt”. Sexta-feira (24).
“Anton Corbijn – Hollands Deep”, no Gemeentemuseum. Haia, 23/5.
Holland Pass em mãos, a única dúvida é saber por onde iniciaremos nossa maratona de visitas a museus.
Fotos por Adriana Paiva ©
Março 2015 * Recortes
Estação Trianon-MASP, às 13:16 de uma quarta-feira. Momento raro de poucos usuários na plataforma.
Aeroporto de Congonhas.
Em uma esquina qualquer da Avenida Paulista.
A caminho do Itaú Cultural, para ver a Ocupação Hilda Hilst, esbarrei nos músicos canadenses do Street Meat. Ali mesmo, fiquei sabendo que eles fariam show no Epicentro Cultural.
De frente com Hilda e alguns de seus mais queridos. Ocupação Hilda Hilst no Itaú Cultural. Até 21 de abril.
Beco do Batman. Personagens concebidos pelo grafiteiro Presto em mural que também traz interferências dos artistas Binho Ribeiro, Ciro Schu, Feik, Highraff, Marcelo Eco e Snek.
Ah, as ciclovias de SP, essas incompreendidas. Ainda que mal traçadas ou feitas a toque de caixa, sejamos justos, antes elas a nenhuma. Fotografei as placas ao lado da ciclovia da Vila Madalena, na altura da movimentada esquina das ruas Dr. Virgilio Carvalho Pinto com Artur de Azevedo.
Juliano Salgado chegou cedo à Reserva Cultural. “O Sal da Terra”, documentário que codirigiu com Wim Wenders, foi um dos destaques da IV Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e abriu o evento em sessão especial para convidados.
Janeiro de 2015
Via Instagram
Meio que sem querer, colecionando ângulos da Baía de Guanabara.
Aí, a caminho da Escola Naval, na Ilha de Villegagnon.
…Por um atalho pego equivocadamente, na saída do Aeroporto Santos Dumont, fomos parar aí, à beira da Baía de Guanabara, de onde se divisam a Ilha Fiscal e a Ponte Rio-Niterói.
Enseada de Botafogo. A caminho do Santos Dumont.
Caminhamos sem pressa | Ipanema, Posto 8.
Praia da Barra da Tijuca, Posto 5.
Tem mais gente lendo
Do Metrô de SP: Para o Instagram
Gosto muito dessa série de flagrantes colhidos pelo jornalista Sergio Miguez no Metrô de São Paulo. Frequentemente, penso nela quando ando de Metrô, aqui, no Rio. Entre estações do Centro, Botafogo e Ipanema, por onde mais circulo, é muito raro que eu veja pessoas lendo outra coisa que não as telas de seus celulares. Por que, nessas circunstâncias em especial, os paulistanos dedicam seu tempo ocioso à leitura de livros, mais do que o fazem os cariocas, é algo que há muito tempo me intriga.
Via Instagram
Plataforma Rodoviária, o centro do Plano Piloto, e seus múltiplos apelos visuais. Lembro que meu primeiríssimo ensaio para uma disciplina de fotografia, na UnB, saiu desse pedaço da cidade. Tendo morado em duas quadras da Asa Norte (102 e 103) e em outras duas na Asa Sul (209 e 112), fato é que quase nunca passei por aí indiferente ao que ocorria no entorno… #bsbnotas.
E há essa Brasília que sempre me surpreende. Registro de viagem feita em 2011.
Para fechar mais uma série #bsbnotas. Supremo Tribunal Federal. Diante do prédio projetado por Oscar Niemeyer, “A Justiça”, escultura em granito de Alfredo Ceschiatti.
Postado, originalmente, no Instagram
Manoel de Barros: Conversa com futuras jornalistas
Campo Grande (MS). Maio de 1992. De uma tarde na casa de Manoel de Barros, em companhia de amigas – estudantes de jornalismo, como também eu àquela altura. A qualidade da foto original é sofrível. Os negativos e as ampliações das outras imagens que registrei na ocasião, lamentavelmente, perderam-se em uma de minhas muitas mudanças. Guardo este registro, entretanto, como uma vívida lembrança de horas de animada conversa com o poeta.
Via Instagram
Recortes de setembro e outubro
Amanhecer na Praia do Pepê.
Centro Cultural Banco do Brasil.
Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
De turistas e de transeuntes. A caminho do Paço Imperial.
De quando se tem tempo para os prazeres da contemplação. Ou: A ensimesmada do Posto 6.
De uma escala no Instagram
Barra da Tijuca, Posto 8
Eu e minha família deixamos o Rio em 1985 e fomos morar em Belém. Entre aquela mudança e as muitas escalas que a ela se seguiram (de Campo Grande a Brasília, passando por Olinda e SP), até minha volta a terras cariocas, em 2008, já tive tempo suficiente para ver sedimentada uma certeza: o cinza daquelas plagas não me afeta como o de cá. Com que força detesto esses dias mormacentos que abrem a primavera e se impõem sobre outubro.
Via Instagram
Recortes de julho a setembro
Cidade das Artes. Dia de “Interlocuções” na Sala de Leitura. Agosto, 2014.
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Escala corriqueira ao longo do corredor cultural. Museu Nacional de Belas Artes. Registro de julho.
Pelas curvas do corredor cultural. Na esquina do CCBB e diante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.
Com a deixa de um especial de aniversário
Gostei de abrir o jornal, hoje, e constatar que algumas das imagens que ilustram especial de 10 anos da Revista O Globo trazem interferências do designer gráfico Lucas Levitan (aqui, a reportagem: http://glo.bo/1lMFJXk). Eu já conhecia seu trabalho do Instagram. Publicitário de formação e artista por paixão, como ele também gosta de se apresentar, o gaúcho toca por lá o projeto Photo Invasion. Tempos atrás, ele invadiu minha galeria e assim modificou uma foto que fiz a caminho do Teatro Nacional, em Brasília:
Foto: Adriana Paiva | Arte: Lucas Levitan
Revista da Cultura. Edição 84. Julho de 2014
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Fotos: Luciana Whitaker
Entrevistei a cantora Thaís Gulin para a edição de julho da Revista da Cultura. Entre um show e outro, a curitibana tenta concentrar energias na criação de canções de seu próximo disco. O álbum já tem alguns parceiros confirmados e a provável participação do músico Jorge Mautner, com quem a cantora volta a dividir palco em apresentações na Caixa Cultural Brasília, nos dias 24 e 25/7. Para ler a matéria na íntegra, >>clique aqui.
Instagram : Rio, Junho | Julho 2014
Longe de estádios, já que não gosto de futebol, um pouco do que vi do Mundial no Brasil
Lá vai o menino, o país do futebol como souvenir
De como podem ser divertidas as crianças quando entregues aos seus momentos lúdicos. Todas as vezes em que a bola correu pela areia, foi muito engraçado observar com que empenho a menina tentou tomá-la do garotinho com a camisa do Neymar.
Brasil e Alemanha. Bonitas as bandeiras tremulando juntas sobre as areias de Copacabana. E que hoje, no gramado, vença a seleção mais merecedora. Terça-feira, 8 de julho
Sei de muitos cariocas que, ainda antes de a Copa terminar, já admitem que sentirão falta da alegria e da cordialidade dos argentinos. Esses fofos eu encontrei ontem, em Copacabana. Primeiro, dentro da loja da Fifa. Depois, lá fora, se revezando entre deixarem-se fotografar ao lado do Fuleco e atender àqueles que os abordavam pedindo, também, uma foto. Quando saí dali, já quase não os enxergava em meio a tantos turistas.
Será que era isso mesmo? Uma orgulhosa brasileira no meio de um punhado de chilenos? Não estou certa, mas me divirto ao conjecturar. Divisei-os, dia desses, no trecho de mar em frente ao Praia Ipanema Hotel.
Nos momentos de festa ou de dor”. Ela, a já não tão “sagrada bandeira”, embalando corpos e enfeitando cabeças
De coincidências. Ou para provar que minha intimidade com os assuntos do mundo futebolístico está mesmo perto de nula. Fiz esta foto quando estive em Copacabana, dias antes da abertura da Copa do Mundo. Fincada no calçadão, a meio caminho do meu destino, a propaganda da Adidas me chamou a atenção. Àquela altura, entretanto, eu não reparara que o personagem a ilustrá-lá era o hoje mundialmente execrado Luís Suárez. A bem da verdade, até o Mundial começar, eu nada sabia sobre a sua pessoa. E mesmo quando comentei, em redes sociais, que havia achado bonita a maneira como o jogador comemorou seus gols na partida contra a Inglaterra, eu não o associei à tal propaganda. Agora, com todo um passado de atos violentos vindo à tona, só posso aplaudir a decisão da Fifa de banir o atleta da competição.
De entrevistas à beira-mar. Uma Canon no tripé e será que o inglês na ponta da língua?
Nas areias daquela mesma #Copacabana… Ora, e se não seria verde e amarela a bola da pelada dos turistas?
Copacabana, Posto 6: Turistas dos mais variados credos e nações. Segunda-feira, 9 de junho.
Porque #vaitercopa, há muita gente apostando todas as suas fichas. Copacabana, Posto 5.
Seleção | Instagram
Porque minha mais inspiradora estação se despede, ficam as notas de dias tipicamente outonais
Passando pelo “corredor cultural”, dia desses. O balão no céu lembra que a mostra Call me Helium, colaboração artística entre Helio Oiticica e os irmãos Andreas e Thomas Valentin fica no Centro Cultural Correios até 13/7.
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No Posto 5. Um raro sábado outonal a superar a mais otimista de minhas projeções.
Registro de 31 de maio.
A cada outono essa mesma vontade de me encontrar na imensidão | Praia da Barra, Posto 4.
Primeira lua cheia do signo de Touro vista da varanda daqui de casa.
Grata por sua aparição neste dia em especial.
Outro aniversário lembrado no Instagram
(…) Começo aqui uma série em homenagem à cidade. E o faço com registro de uma daquelas tardes de céu dramático, típicas de quando recomeça o período de chuvas. Aí um dos muitos skatistas que costumam lotar a ampla área que circunda o Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. #bsb54.
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Primeira visão de Brasília eu a tive do alto, ainda criança, quando eu e minha família fomos morar na cidade. O estranhamento infantil diante da terra vermelha a perder de vista continua entre minhas melhores lembranças dos dias de chegada.
Mesmo em plena seca, há quem mantenha inalterado o hábito das longas caminhadas. O casal eu fotografei, há não muito tempo, na altura da 103 Norte.
Fiz essa foto logo após um período histórico de seca em Brasília. Tinham sido quatro meses sem chuvas. E quando elas voltaram, vi pelas ruas do Plano Piloto o mesmo milagre da multiplicação de ambulantes vendendo guarda-chuvas, que eu me acostumara a ver no centro de SP. Algo que, nesse dia, não deixou de ser uma forma de redenção.
Sob o imponente céu. A meio caminho entre o CNB e o Teatro Nacional Claudio Santoro.
O homem e seu lar sobre rodas. Esplanada dos Ministérios, abril de 2010 — véspera do 50° aniversário de Brasília.
Fechando a série #bsbnotas : Canoagem no Lago Paranoá. Registro feito da varanda do restaurante Coco Bambu.
Mais uma série no Instagram
Tamanha a saudade da Pauliceia me bateu hoje, que resolvi reabrir os arquivos de meus agridoces (dez) anos de moradia na cidade. Inicio a série com esta feita de dentro do carro. Provavelmente a caminho de casa, em Moema. Lá fora, vestígios da chuva e o famoso Monumento às Bandeiras.
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Com ares interioranos e nome de milico, essa praça é uma *gracinha, no coração de Moema. Gostava de incluí-la no meu trajeto de casa até o “Pé no Parque”, na Hélio Pellegrino com a Inhambu, onde, não raro, tomava café da manhã — àquela altura, um dos melhores da zona sul de SP.

De domingos no parque. O Ibirapuera era um destino frequente, tanto na época em que morei em Moema quanto, anos mais tarde, na fase em que vivi no Campo Belo — ambos bairros vizinhos daí. E como esquecer a série “Pão Music”? Um dos primeiros shows a que assisti, tão logo me mudei para São Paulo, em 1998, foi o de Gal Costa.

Arte ou o mais descartável entretenimento ? A polêmica fervia e mal desembarcara em São Paulo a primeira edição brasileira da #CowParade. Estávamos em 2005. No começo, foi mesmo divertido andar pela cidade e dar de cara com uma dessas multicoloridas vaquinhas. Customizada pela artista plástica Patrícia Golombek, a “Cowmen Miranda” ficava na Avenida Paulista, bem em frente ao prédio do @itaucultural.
Outra de minha ex-vizinhança. Só que, agora, no Campo Belo. Onde mais teria-me sido possível saber que irmãs carmelitas são dadas a flanar em grupo? Certo dia, em que também saía a passeio, divisei-as subindo a Rua Princesa Isabel, do outro lado da calçada. Provavelmente, rumo ao convento, próximo daí. E o que me pareceu tão interessante quanto, uma delas carregava uma sacolinha da Kopenhagen.

Encerro mais uma série de “notas paulistanas” com este registro de uma tarde na Imã Foto Galeria, onde participei, ao lado de outros jornalistas, de entrevista com Walter Firmo – especialmente gravada para o site do fotógrafo Claudio Versiani.
Rio de Janeiro, 2014
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Avenida Rio Branco: Bloco de evangélicos
Não. Não se trata de um recorte da Marcha da Família com Deus e o retrocesso. Mas não fica muito longe disso. Esse foi um encontro de evangélicos da igreja Vida Nova, na Avenida Rio Branco, no começo de março, em plena terça-feira de carnaval. Com o desfile do chamado “Bloco Cara de Leão”, a igreja conseguiu reunir na avenida centenas de seguidores. Algo que, para minha também surpresa, já acontece há pelo menos 17 anos. Li um dos fundadores da Vida Nova, o pastor Ezequiel Teixeira, dizer em entrevista que a existência do “bloco evangelístico” não deve ser interpretada como apoio de sua igreja ao carnaval, já que essa é, em seu entender, uma festa “tremendamente maligna”. Afirmação que ganha contornos um pouco mais inquietantes quando se sabe que a ‘agremiação’ criada por ele, no final da década de 1990, apresenta-se deste modo, em sua página na Internet: ”Bloco Cara de Leão – Evangelismo estratégico”. Pois é também assim, travestida de iniciativa alegre e inofensiva, que esse tipo de manifestação ganha cada vez mais adesões. Medo. Em caixa alta, para que não restem dúvidas: MEDO.
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Meu carnaval também lá, aqui, cá e acolá.
Preparativos para uma nova mostra
Na Fortes Vilaça, a partir de junho
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Os artistas em ação : Foto publicada no Instagram dos grafiteiros
A primeira vez em que estive com os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo foi, exatamente, nas dependências da Galeria Fortes Vilaça (em junho de 2006) para entrevista sobre a estreia dos grafiteiros no circuito de galerias de arte de São Paulo, com a mostra O Peixe que Comia Estrelas Cadentes. Agora, os grafiteiros se preparam para uma volta à galeria com nova exposição. A abertura está programada para o final de junho.
Instagramadas do período

Muros do Jockey Club Brasileiro, na Gávea: Onde os grafiteiros cariocas se encontram.
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Explorando entorno da Praça XV, depois de deixar o Paço Imperial. A região ficou bem mais interessante após ação Adicione Cor, capitaneada pela marca Converse.

Mais uma pilastra grafitada durante ação Adicione Cor, promovida pela marca de artigos esportivos Converse.
Fotodiário – De mostras que chegam ao Rio
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Work in progress : Registro feito na quinta-feira, 1° de agosto, durante montagem da mostra do artista chinês Cai Guo-Qiang. A exposição “Da Vincis do Povo” já passou por São Paulo e Brasília e, a partir de 7/8, também poderá ser visitada no CCBB carioca e no Centro Cultural Correios.
>> Clique para ver no Flickr imagem ampliada da instalação.
Brasília, 53 anos
Instagramada especial : Abaixo, uma seleção de imagens publicadas no meu perfil, nas três últimas semanas.
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A terra vermelha, a árvore retorcida, as linhas arquitetônicas de Niemeyer, três símbolos tão conhecidos dos brasilienses, apenas para saudar: Parabéns, Brasília, pelos seus 53 anos.

Nem o mais tímido dos turistas abre mão de uma foto em frente às obras projetadas por Oscar Niemeyer. Aí a Catedral Metropolitana de Brasília, inaugurada em maio de 1970 — e reinaugurada após reformas, em dezembro do ano passado.
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Congresso Nacional : Visto pelos fundos, em um dia de nuvens carregadas

Museu Nacional Honestino Guimarães: Mais uma obra concebida por Oscar Niemeyer
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No foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro: “A Contorcionista”, escultura em bronze de Alfredo Ceschiatti
Com a deixa de uma ‘missão fotográfica’
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Brasília, 53 anos: Símbolo do trânsito brasiliense serve de mote a desafio fotográfico
#Desafiotesourinha — Embora o tema do desafio não tenha me soado dos mais inspiradores, sei que houve muita gente que fez bonito. À maneira de outros que aprenderam a dirigir em Brasília, minha relação com as tesourinhas típicas do trânsito de lá é de amor e ódio. Certeza absoluta de que foram elas que retardaram um pouco mais a emissão da minha carteira de motorista. Por outro lado, reconheçamos, quem aprende controle de embreagem ali, nunca mais vacila diante de barranco.
>> Imagem extraída do perfil da Revista do Correio, no Instagram.
Instagramadas do período

RIO : Recorte do prédio em estilo neoclássico projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, na segunda década do século 19, e que teve muitas funções antes de passar a abrigar a Casa França-Brasil, a partir de 1990.

BRASÍLIA: Entrada do Museu Nacional Honestino Guimarães, um projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.

Making of: Luciana Whitaker fotografa Clarice Falcão para a Revista da Cultura. Sairam dessa sessão as fotos que ilustram minha entrevista com a multiartista recifense radicada no Rio. Seu primeiro álbum de estúdio deve chegar às lojas entre abril e maio.
Via Instagram
Rodou a baiana, no melhor dos sentidos. No aquecimento do Bloco Cru e ao som de muito rock‘n‘roll, o garoto era todo abraços…Segunda-feira de carnaval. Praça XV, em frente ao Paço Imperial.
Foto por Adriana Paiva ©
De revisitas
*”…O errante voyeurístico que descobre a cidade como uma paisagem de extremos voluptuosos. Adepto das alegrias da observação, connoisseur da empatia, o flâneur acha o mundo ‘pitoresco’ “

Rasgos de amor na São Paulo da garoa. Beijos apaixonados em plena Avenida Paulista.
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De uma volta pela minha antiga vizinhança, em Moema. Flores crescendo, teimosa e harmoniosamente, para além dos domínios de edifício na Avenida Macuco, próxima à Tuim, outra rua com nome de pássaro e onde morei entre 1999 e 2005.
* Susan Sontag em Sobre Fotografia, Companhia das Letras, 1983.
Seleção Outubro/Setembro
E no meio do mar, o garoto. Praticando a que, insinua-se, será a febre do próximo verão.
Stand up paddle visto do Forte de Copacabana.
À frente ou às costas do poeta, ecos de sua elegia carioca : “Rio diverso múltiplo. Desordenado sob tantos planos“… Drummond e, como ele mesmo escreveria, a cidade que o vive.
Espelhos da cidade. Dentro do carro, a caminho do Armazém da Utopia, no Cais do Porto.
Praia de Copacabana fervilhante, vista de uma das sacadas do Rio Othon Palace.
Para fechar a série que fiz da sacada do Othon Palace. Giro um pouco meu pescoço à esquerda e ei-las, mais bonitas e robustas, as montanhas e as nuvens.
No Armazém da Utopia, debate mediado por Pedro Butcher (Filme B) sobre o longa de animação “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi. Também presente na mesa, a cineasta Laís Bodanzky.
A visitante em busca de informações. Mostra “Artistas Brasileiros na Itália”, no Museu Nacional de Belas Artes.
De uma cidade que se pretende maravilhosa
Cais do Porto: Baía de Guanabara vista do Armazém da Utopia
Entusiasmante antever, com a ajuda desse vídeo, como ficará a Zona Portuária quando o projeto de revitalização (Porto Maravilha) for concluído. Hoje, teve início a demolição de uma das rampas de acesso do Elevado da Perimetral, obra tida como vital para a reformulação viária da região do Porto. A realizar-se tudo o que se vê nessa apresentação, não apenas o acesso à região ficará facilitado, como muito mais agradável se tornará o entorno de onde hoje se realizam eventos importantes para a cidade, em segmentos como o das artes plásticas (feira ArtRio), do cinema (Festival do Rio) e da moda (Fashion Rio).
Foto por Adriana Paiva ©
+Instagramadas

Corpos Presentes (Still Being), primeira individual, no Brasil, do escultor britânico Antony Gormley se despede, hoje, da sede carioca do Centro Cultural Banco do Brasil, onde repetiu o sucesso de público de sua passagem por São Paulo. Que venham os impressionistas !
* Instagramadas

No Posto 6, hoje cedo. A chuva que, timidamente se anunciava, veio nos pegar horas depois, já na Barra.
* Instagramadas
Via Instagram

Entre a EAV e os jardins do parque: Lembranças de infância
Sempre delicioso andar por aqui e lembrar de quando minha mãe vinha ter aulas na EAV e eu e minha irmã fazíamos desses jardins a extensão da nossa casa. A essa altura, já tínhamos morado em Brasília e eu já sabia bem o que era ser embriagada pelos verdes e seus aromas.
Foto por Adriana Paiva ©
Acessório para registros nas cidades

Praia da Barra da Tijuca com feições de antanho: Primeiras inscursões
Nunca pensei que me renderia ao Instagram. Considerando-se o fato de que antes de ser jornalista (e quase antropóloga), cheguei a pensar que faria carreira como fotógrafa, é de se esperar que o brinquedinho não entusiasme assim, logo de cara. Para que se entenda, faço um ligeiro retrospecto: fotografo regularmente desde os 17 anos. Ou seja, desde que fiz um curso na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e (por ter passado no vestibular) ganhei de meu pai e de minha avó um laboratório PB e uma câmera Canon semi-profissional. A partir daí e entre uma bolsa do CNPq de pesquisa em antropologia visual e o estágio como fotógrafa em dois jornais, não parei mais de fotografar. Apenas a compreensão de que não quereria fazê-lo profissionalmente é que demorou a acontecer.
Voltando ao Instagram : assumindo-se, de um lado, o que há de diletante no uso de uma câmera de celular e, de outro, enxergando-se seu valor como ferramenta cheia de limitações, a pergunta que se coloca é: por que não ?
Assim, a partir de agora, usarei o aplicativo como acessório adicional ao que aqui já funciona como um “diário fotográfico”. Para quem pretenda me seguir também por lá minha ID é @ drixpaiva.
+ Instagramadas

Grafite na Farme de Amoedo: Arte por Marcelo Ment, Ottis, entre outros.

Na Praia do Pepê, aproveitando breve aparição do sol.

A luz vespertina dos dias outonais é ótima, a propósito, para explorar texturas.

Na Delfim Moreira, celular em punho: Ousando aproximações.
Fotos por Adriana Paiva ©