Primeira lua cheia do signo de Touro vista da varanda daqui de casa.
Grata por sua aparição neste dia em especial.
Primeira lua cheia do signo de Touro vista da varanda daqui de casa.
Grata por sua aparição neste dia em especial.
E do meu perfil, no Facebook
Sampa, SP: De uma caminhada por minha antiga vizinhança, em Moema, onde morei entre 1999 e 2005.
Já que falávamos em trânsito (cada vez mais difícil) nas grandes cidades: perdi as contas das vezes em que fiquei engarrafada aí, dentro de táxis a caminho do Aeroporto de Congonhas (distante poucos quilômetros). Uma das principais vias do bairro, a Avenida Rouxinol fica na chamada rota dos aviões. Eu morava na Tuim, uma das transversais.
Ainda sobre o assunto deslocar-se a pé. Não sei por que, mas também me veio à memória a época em que, residindo em Brasília, um de meus trajetos preferidos era sair do meu apartamento, na 112 Sul, e caminhar até o Templo Budista da Terra Pura, na 316. Cumprir longas distâncias a pé nunca me foi problema. Tanto quanto chegar a salvo aos meus destinos, sempre me importou poder me deter nos detalhes do que eu via pelo caminho.
Ou : Sobre o que você cogitava fazer, mas não fez

Encontrei o acima em uma de minhas muitas pastas de papéis e resolvi digitalizar
Rabiscos, com caneta esferográfica, que eu fazia durante alguma aula da UnB, já nos estertores da minha fase de fixação nipônica. A essa altura, já eram quase todas páginas viradas : os dias de habitué do templo budista da 316 Sul, minha experiência como mezzo-soprano no coral Tanoshii Tori (‘Pássaro Alegre’, no idioma do país do sol nascente), meus 4 ou 5 semestres de cultura e língua japonesas e as aulas de sumi-e e ikebana.
Estávamos em 1993. E embora meus devaneios sobre uma vida no Japão já não fossem mais tão coloridos (ou presentes) quanto na época em que eu ingressara no curso de Antropologia, meu namoro com o design e a ilustração seguia firme. Desde então, mesmo eu não tendo me empenhado em aprender a desenhar, a paixão pelo assunto em nada arrefeceu.
Ilustração por Adriana Paiva ©
Recortes das experiências desta jornalista
Quando vim cobrir a Rio 92, ainda na condição de estudante de jornalismo, o cenário era muito distinto do atual. E eram basicamente dois os locais onde trabalhávamos. No Aterro do Flamengo, onde hoje (15/6) inaugura-se a Cúpula dos Povos, tínhamos o Fórum Global.
Hospedávamo-nos no Forte de Copacabana — graças à cortesia do então comandante, o coronel Teixeira Neto, colega de AMAN e amigo pessoal de meu pai — e tínhamos um ônibus turístico à nossa disposição. Dadas as restrições para a locomoção de vinte e poucos alunos, todos os dias precisávamos decidir: sair para cobrir os eventos tão mais “sisudos” do Rio Centro (na zona oeste da cidade) ou para acompanhar a farra polifônica e multicolorida do Fórum Global (na zona sul). Diante disso, diariamente eu sofria com o que me pareciam dilemas insolúveis. E pensar que, entre meus colegas, havia quem quisesse sobretudo pegar uma praia.
Rio de Janeiro, 1992

Personagem folclórico do Rio, Beijoqueiro em congraçamento com indianas, no Fórum Global

Representando a Rede Globo, no Rio Centro, os coleguinhas Alexandre Garcia e Valéria Monteiro

Vindo do Japão para o evento, o monge zen-budista Kido Inoue também circulou por lá

Leonel Brizola, governador do Rio em 1992 : Depoimento para TV japonesa
Rio de Janeiro, vinte anos depois
Rio+20 – Quinta-feira, 14/6
Dia de palestras e visita a mostras e estandes de países e estados. Bastante proveitosa a ida ao estande do Japão onde, na esperança de encontrar o monge zen Kido Inoue (que conheci durante a Eco 92), acabei engatando ótimo papo com Yuki, representante da Asahi Glass Foundation, instituição japonesa que há vinte anos concede o “Blue Planet Prize” a pessoas que se destacam na área ambiental.

No Parque dos Atletas, o algodão produzido pela Embrapa: Colorido naturalmente

O H2+2, ônibus híbrido a hidrogênio com tração elétrica: Projeto da Coppe/UFRJ

A Terra Vista do Céu : Exposição de Yann Arthus-Bertrand fica até 24/6 na Cinelândia