De minhas viagens à Amazônia

Fotos publicadas em meu site e nos meus perfis no Flickr e no Instagram

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Menino yanomami e seu cãozinho. Aldeia de Maturacá, 2002

Várias das fotos que fiz em minhas viagens à região amazônica (a trabalho e a passeio) estão, há anos, na Internet. Adicionadas ao meu site, à minha galeria no Flickr e, mais recentemente, também ao meu perfil no Instagram – algumas, diga-se, amiúde reproduzidas sem minha autorização.
Aliás, se você vir por aí alguma dessas fotos sem o devido crédito acompanhando-a – ou, ainda, se tiver interesse em publicar meu material –, agradeceria que entrasse em contato (o e-mail do blog).

Há poucos dias, no calor da discussão sobre a possível extinção do Fundo Amazônia e do aumento do desmatamento na região, subi no IG uma pequena série de fotos de uma viagem que fiz em 2002. Abaixo, uma delas:

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Sobrevoando a Terra Indígena Yanomami: A caminho da Reserva de Maturacá. Novembro de 2002

Depois de subir as (3) imagens, constatei que os desvios de cor ficaram bastante acentuados. Importante dizer que as fotos foram feitas com uma de minhas câmeras Nikon (analógicas) e, embora o filme tenha sido revelado e digitalizado em laboratório profissional, os problemas (que já vinham do registro original) ficaram ainda mais evidentes quando as imagens foram para o Instagram. Preciosista que continuo sendo, é possível que qualquer hora apague o post.

Ainda Amazônia | Outras imagens

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Menina yanomami: Aldeia de Maturacá, 2002

Urihi Terra-floresta casa povos originários maloca Yanomami taba aldeia povo indígena índios ianomâmis Fotos por Adriana Paiva

Reserva yanomami de Maturacá: Guiados pelas crianças da aldeia

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Parque Ecológico Janauari: Iranduba (AM), 2003.

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Ainda clima e Notas do Clã

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WhatsApp, 13/6: Minha irmã, recém-chegada de Curitiba, mandando um alô direto de Goiânia

As temperaturas pelo país andavam enlouquecidas assim quando minha mãe e minha irmã foram a Curitiba festejar o aniversário de meu sobrinho.
Vasculhada rápida em meu baú de reminiscências climáticas… Mais surreal do que 14°C em Goiânia? Peraí. Acho que apenas a visão de mulheres andando de cachecóis e polainas durante a estação de chuvas, em Belém, quando moramos lá em meados da década de 1980. Para nós, vindos, então, do Rio de Janeiro, a chuva em plagas paraenses em nada mitigava o calor “aderente” ao qual eu mesma nem cheguei a ter tempo de tentar me habituar. Moramos lá durante pouco mais do que um ano e meio.

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Tiago, o garotinho fofo das fotos acima (em nosso antigo apartamento na 103 Norte), à semelhança desta tia que aqui escreve, também cedo se habituou a frequentes mudanças de cidade. Depois de algumas idas e vindas pelo Brasil, aos 11 anos, ele foi morar em Caracas, na Venezuela. Recentemente, aos 20 e poucos — lembrando algo de meus arroubos nessa idade –, deixou para trás a faculdade na UnB, para prosseguir com o curso de Engenharia da Computação na PUC de Curitiba. E, agora, se prepara para uma temporada de seis meses em Santiago do Chile. A  startup  que ele criou em parceria com colegas de curso foi selecionada para um “programa de aceleração” na cidade. Do lado de cá, orgulhosa por ele continuar trilhando caminhos nos quais acredita, desejo-lhe SORTE.

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Saudade das cartas manuscritas

Lembranças de amigos que fiz país afora

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De Belém para Brasília. Pelos Correios

Encontrei, há algum tempo, em meio à minha papelada afetiva e achei que fazia sentido escanear. Carta e cartão postal vindos de Belém, em dois momentos daquele 1987, ano em que eu voltava a morar em Brasília.
No cartão, os dizeres: “Ainda não houve tempo para ver a exposição, mas são eles a expressão atual da fotografia paraense.” Impressos os nomes : Abdias Pinheiro, Ana Catarina, Elza Lima, Jorane Castro, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Octávio Cardoso, Patrick Pardini, Paulo Ribeiro, Rosário Lima.

Sorveteria Frutos do Cerrado

Frutos do Cerrado

Loja da Barra da Tijuca é uma das quase cem pertencentes à rede nascida em Goiânia

Achar a Frutos do Cerrado numa portinha, espremida entre uma loja de aluguel de bicicletas e edifícios residenciais, não é tarefa das mais fáceis. Para quem não conhece esse pedaço da Barra, mais simples dizer que a loja fica quase na esquina do burburinho de bares da Olegário Maciel.

Ambientação não é o forte do lugar, mas se você já esteve numa das sorveterias mais famosas de Santos (SP), deve saber que apuro decorativo nem sempre contribui para a fama dos estabelecimentos. A santista Royal, aliás, guarda muitas semelhanças com a filial carioca da Frutos do Cerrado. As duas, além de funcionarem em espaços físicos ínfimos, desprovidos de qualquer cuidado estético, ficam muito próximas da praia. E o mais importante: ambas têm como forte os sorvetes de fabricação própria.

Longe de ser novata no ramo, a Frutos do Cerrado, marca da Frutos do Brasil, tem matriz em Goiânia e cerca de cem filiais espalhadas por sete estados. E embora o nome possa induzir à outra interpretação, seus sorvetes também são feitos à base de frutos típicos de outras regiões que não o centro-oeste, como o açaí e o cupuaçu, nativos da Amazônia.
Ainda que competir com a Mil Frutas, considerada por especialistas em assuntos gastronômicos, ano após ano, a melhor sorveteria do Rio de Janeiro não seja embate para fracos, os donos da marca goiana poderiam bem considerar fazer melhorias físicas em sua loja carioca. Clientela pronta a aplaudir a iniciativa é o que não iria faltar.

Por ora, fica a dica desta taurina — amiúde , mais esteta do que gulosa : considerando que o espaço interno da sorveteria não comporta mesmo muitos clientes, peça sua casquinha, atravesse a rua e vá tomar seu sorvete olhando o mar. Foi exatamente o que eu fiz quando estive lá dia desses. Depois de pedir uma bola de meu sabor preferido: açaí (amargo demais para meu gosto), voltei à loja e fiz uma segunda escolha:  cupuaçu, cremoso no ponto certo e numa casquinha perfeitamente crocante.

Serviço :

  • Sorveteria Frutos do Cerrado : Avenida do Pepê, 760, loja B – Barra da Tijuca. Fone (21) 2491 4966