Corredor cultural

 

Centro do Rio em PB

Setembro/Outubro – Via Instagram

Paço Imperial

Peça do escultor suíço Not Vital – e o coadjuvante inesperado | Paço Imperial.

Praça Mauá vista do MAR

Museu de Arte do Rio (MAR). Outubro, 2015.

fotografia analógica, foto artística, PB, fotos, Kurt Klagsbrunn

A foto da foto da foto da foto… Estendendo minhas horas no centro da cidade, com mais uma visita à mostra Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940 – 1960). Tarde no #MAR.

MAR
Daquela mesma quarta-feira no #MAR. Exposição Ângulos da Notícia – 90 Anos de Fotojornalismo de O Globo.

Teatro Municipal

Do topo da escadaria do Teatro Municipal.

 

 

Desconectados. Com muito prazer

Matéria de minha autoria. Para a Revista da Cultura

Edição 99 / Outubro de 2015

 

matéria texto escrita por reportagem da jornalista Adriana Paiva matérias jornalismo ilustrações reportagens

Reportagem e texto por Adriana Paiva. Ilustrações de João Montanaro.

Eles ficam tão bem longe de seus telefones celulares e sem internet que é comum serem vistos como excêntricos. Mas, atentos às consequências da hiperconectividade, o que eles buscam é o uso consciente das vantagens do mundo digital.  Para ler a reportagem na íntegra >> clique aqui.

Festival do Rio 2015

Fotodiário – Via Instagram

Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro

Dias de intensa maratona cinematográfica. Aí, esforçando-me para conciliar sessões no centro da cidade — do CCBB ao Odeon, passando pelo CCJF.  E nesse ritmo pretendo seguir, até que tenha assistido a todos os filmes de minha lista.

 

 

Aqui e ali

Publicações Julho/Agosto

Via Flickr e Instagram

Museu do Louvre - Paris foto fotos por Adriana paiva jornalista

Do Flickr:  Sessão fotográfica com ares de editorial de moda.
Pavilhão Colbert, Museu do Louvre.

Praia Vermelha - Urca

Do Instagram: Irmã e sobrinha nos últimos dias de férias em plagas cariocas e a vontade era matar saudade da Urca, bairro onde elas também moraram. Já os tão acalentados planos de subida ao Pão de Açúcar, dessa vez, não poderão ser satisfeitos. Ao contrário do que insinuava-se hoje cedo, com um sol que até prometia praia, o tempo voltou a fechar no início da tarde… #invernocarioca.

 

 

Bicicletas, ciclistas e ciclovias

 

Capítulo: Europa 2015

Mais uma série nascida no Instagram

Le Pont Royal - francesa, Paris França, blog da jornalista Adriana Paiva,

De pedaladas em Paris sob um céu de invariáveis tons dramáticos.

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Atravessando a Pont Royal.

Amsterdam Centraal estações de trem holandesas transporte ferroviário

Encontros na saída da estação Amsterdam Centraal; a caminho do Rijksmuseum.

Le Pont Royal, carteiro francês, entregador, arquitetura, francesa, Plan Velo Paris en Selle, França, praças, ruas europeias, europeia, Instagram da Adriana Paiva, franceses, Paris

Ciclovia próxima à Museumplein, praça cercada por alguns dos principais museus de Amsterdã.

Rijksmuseum, Amsterdam, amsterdammers, Amsterdã, holandeses, europeusmuseu holandês
E sob o Rijksmuseum, a sempre movimentada passagem para ciclistas.

Vincent Willem van Gogh museum museums Dutch Netherlands museus da Holanda holandeses europeus

Cair da tarde na Museumplein. A meio caminho entre o Rijks, o Van Gogh e o Stedelijk Museum.

Centro do Rio

Centro de Haia. Saída da galeria De Passage.

Nederland fietsers ruas holandesas europeias

Dentro do carro, voltando para a casa dos primos, em Benoordenhout.

musicista europeia centro histórico europeu europeias ruas

Centro de Delft. Véspera do Dia Do Rei.

Primavera entre Haia e Paris

 

Via Instagram

Recortes de um diário visual

Paris parisienses estação estações de trem cidadania europeia cidadãos europeus

Na volta à casa de nossos anfitriões, em Haia, a espera pelo trem que nos levaria a Rotterdam… #Thalys #garedunord.

Europa europeus museus cidadãos imersão cultura cidadania europeia

A caminho do d’Orsay…

Brussels estações estação de trem Clique sobre a imagem para ampliá-la

Na ida para Paris, a escala em Bruxelas. Desembarcamos uns cinco minutos antes do que registra o relógio da plataforma. E seguimos viagem, conforme previsto, às 10:13. Pontualidade que não se repetiu no trajeto inverso…#BruxellesMidi #Thalys.

música músicos cultura europeia europeus

Dia do Rei. Centro histórico de Haia (27/4) … #koningsdag2015 #denhaag #nederland.

Clique sobre a imagem para ampliá-la

Domingo em Delft. As senhorinhas não demoraram a embarcar na proposta de um aquecimento para o “Dia do Rei”, comemorado amanhã (27), feriado nacional na Holanda…#koningsdag2015.

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Sábado à tarde, em Rotterdam, na entrada do Markthal.

Rembrandt museu Clique sobre a imagem para ampliá-la

Chegando ao Rijksmuseum para ver “Late Rembrandt”. Sexta-feira (24).

Den Haag The Hague Netherlands Holanda Países Baixos

“Anton Corbijn – Hollands Deep”, no Gemeentemuseum. Haia, 23/5.

Holland Pass. Casa dos primos família familiares parentes paulistanos cidadãos europeus Clique sobre a imagem para ampliá-la

Holland Pass em mãos, a única dúvida é saber por onde iniciaremos nossa maratona de visitas a museus.

Fotos por Adriana Paiva ©

Notas europeias

 

Imersão holandesa

No trem, a caminho de Amsterdã

De Haia a Amsterdam Netherlands Países Baixos Europa europeia primos cidadãos europeus estação estações de trem trens europeias moinho moinhos de vento transporte ferroviário europeu blog da jornalista Adriana Paiva

De Haia a Amsterdam The Hague Netherlands Amsterdã Países Baixos mobilidade experiência europeia Por Adriana Paiva

Paisagens e estações: Leiden, no trajeto entre Haia e nosso destino final


Quando não vamos a outras cidades vizinhas, eu e minha mãe deslocamo-nos por Haia e Amsterdã, basicamente, como o fazem nossos queridos anfitriões paulistanos (primos morando aqui pela segunda vez): de trem, de bonde ou de ônibus. E quão prazeroso tem sido mergulhar assim no cotidiano dos holandeses. Aí, no início da tarde de ontem, dentro do trem, a caminho da estação “Amsterdam Central”. Já, hoje, com a chuva voltando a cair, outras possibilidades se delineiam.

Fotos por Adriana Paiva © 

Temporada em São Paulo II

 

Março 2015 * Recortes

 

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Estação Trianon-MASP, às 13:16 de uma quarta-feira. Momento raro de poucos usuários na plataforma.

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Aeroporto de Congonhas.

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Em uma esquina qualquer da Avenida Paulista.

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A caminho do Itaú Cultural, para ver a Ocupação Hilda Hilst, esbarrei nos músicos canadenses do Street Meat. Ali mesmo, fiquei sabendo que eles fariam show no Epicentro Cultural.

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De frente com Hilda e alguns de seus mais queridos. Ocupação Hilda Hilst no Itaú Cultural. Até 21 de abril.

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Beco do Batman. Personagens concebidos pelo grafiteiro Presto em mural que também traz interferências dos artistas Binho Ribeiro, Ciro Schu, Feik, Highraff, Marcelo Eco e Snek.

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Ah, as ciclovias de SP, essas incompreendidas. Ainda que mal traçadas ou feitas a toque de caixa, sejamos justos, antes elas a nenhuma. Fotografei as placas ao lado da ciclovia da Vila Madalena, na altura da movimentada esquina das ruas Dr. Virgilio Carvalho Pinto com Artur de Azevedo.

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Juliano Salgado chegou cedo à Reserva Cultural. “O Sal da Terra”, documentário que codirigiu com Wim Wenders, foi um dos destaques da IV Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e abriu o evento em sessão especial para convidados.

Temporada em SP

 

Para rever Hilda Hilst

Ocupação HH - Itaú Cultural

Da Casa do Sol: Universo da escritora paulista reproduzido em espaço do Itaú Cultural. Até 21/4.

+ Sampa, São Paulo, SP…As minhas Pauliceias >> 

Brasília carnavalesca

Mais uma dos arquivos

 

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Why so serious? :  Bsb 90’s

De um Carnaval em que fui atrás do Pacotão, bloco fundado por jornalistas e um dos mais tradicionais de Brasília. A concentração acontecia em frente ao Bar do Chorão, próximo à quadra onde eu morava, na época.
No momento em que fiz a foto, devíamos estar nos aproximando do final do percurso, na W3 Sul. Creio que o ano era 1993.

Foto por Adriana Paiva © 

Leitura em trânsito

 

Tem mais gente lendo

 

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Do Metrô de SP: Para o Instagram

Gosto muito dessa série de flagrantes colhidos pelo jornalista Sergio Miguez no Metrô de São Paulo. Frequentemente, penso nela quando ando de Metrô, aqui, no Rio. Entre estações do Centro, Botafogo e Ipanema, por onde mais circulo, é muito raro que eu veja pessoas lendo outra coisa que não as telas de seus celulares. Por que, nessas circunstâncias em especial, os paulistanos dedicam seu tempo ocioso à leitura de livros, mais do que o fazem os cariocas, é algo que há muito tempo me intriga.

Dos arquivos

Especial ‘Arrumações de final de ano’

Leituras dominicais d’antanho

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As Cobras LFV no JB

As Cobras: Luís Fernando Veríssimo para revista do JB


Eis que relembro da colecionadora contumaz que um dia fui. Fui, pretérito a fórceps, graças ao inevitável aprendizado de perdas, entre uma mudança e outra. Enfim, mas gostei muito de encontrar, em meio a dezenas de pastas, a minha pequena coleção de tirinhas “As Cobras”.
Em uma das fases em que morei em Brasília e vinha ao Rio passar férias na casa de meus avós, a revista Domingo, do Jornal do Brasil, esteve entre as publicações que eu mais ansiosamente aguardava. Quase tão esperadas quanto eram as tirinhas do Veríssimo, que eu cuidadosamente recortava (em geral, datando-as) e acondicionava em pastas. Já a minha coleção de programas e cartazes de teatro…não tenho a mais vaga ideia em qual mudança de casa/cidade eu a perdi.

Encontro com o poeta

 

Postado, originalmente, no Instagram

 

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Manoel de Barros: Conversa com futuras jornalistas

Campo Grande (MS). Maio de 1992. De uma tarde na casa de Manoel de Barros, em companhia de amigas – estudantes de jornalismo, como também eu àquela altura. A qualidade da foto original é sofrível. Os negativos e as ampliações das outras imagens que registrei na ocasião, lamentavelmente, perderam-se em uma de minhas muitas mudanças. Guardo este registro, entretanto, como uma vívida lembrança de horas de animada conversa com o poeta.

Memória expandida

Na edição de novembro da Revista da Cultura

Artistas e coletivos de fotógrafos encontram na passagem do tempo matéria e desafio para a criação de projetos que extrapolam os suportes tradicionais e, não raro, vão parar nas ruas

Foto de Usha Velasco jornalismo cultural jornalistas culturais brasilienses journalist periodismo Matéria da reportagem de jornalista Adriana Paiva

Foto do projeto O Olhar no Tempo, de Usha Velasco

De Brasília e de Belo Horizonte, mas com atuação também fora de suas cidades de origem (e, inclusive, do país), esses grupos de artistas e fotógrafos têm em comum o fato de encontrarem na passagem do tempo matéria para a criação. Seja pelo resgate da história dos indivíduos retratados, seja pelo uso de métodos próprios da arqueologia ou mesmo enquanto desafio para continuar produzindo coletivamente. Outra linha costura o trabalho de todos: vai longe a época em que eles libertaram a fotografia dos suportes convencionais, levando-a para fora das galerias, e, amiúde, imbricada com outras linguagens. Para ler a matéria na íntegra, >> clique aqui.

Da série: Revirando as gavetas

 Um alemão na Praça dos Três Poderes

Postado, originalmente, no Facebook

Fotos Goethe-Zentrum Brasília Distrito Federal - Goethe-Institut alemães alemão Alemanha repórteres Jornal de Brasília Correio Braziliense Bsb
GoetheZBsb

Kurt Buchwald:  Sob lentes de fotógrafos de Brasília e olhares de passantes

 ICBA - instituto cultural brasil alemanha Palácio do Planalto Praça dos 3 Três Poderes Esplanada dos Ministérios Goethe-Zentrum workshop Fundathos Goethe-Institut Brasilien workshops

Ao fundo, professor e alunos durante intervenção “Proibido fotografar”

O fotógrafo alemão Kurt Buchwald, figura curiosíssima que conheci quando fiz o workshop que ele foi ministrar na Fundação Athos Bulcão, em Brasília, a convite do Instituto Goethe. Aí, na Praça dos Três Poderes, posando para repórteres do Correio Braziliense e do Jornal de Brasília. Estávamos em 1995. Mas a julgar pela cintura alta das calças, poderia-se facilmente afirmar que o registro é de alguns anos antes.

Outro dado curioso sobre esse workshop é que todas as fotos que fizemos em aula foram reveladas e ampliadas no laboratório do falecido U.Dettmar (perto de minha casa, na época), fotógrafo com grande experiência de cobertura dos meandros políticos de Brasília.

Rio em preto e branco – Ed. II

 

Via Instagram

Recortes de setembro e outubro

Praia do Pepê - Barra da Tijuca

Amanhecer na Praia do Pepê.

Praia da Barra - Posto 5

Centro Cultural Banco do Brasil.

Theatro Municipal

Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Centro do Rio

De turistas e de transeuntes. A caminho do Paço Imperial.

Copa - Posto6

De quando se tem tempo para os prazeres da contemplação. Ou: A ensimesmada do Posto 6.

Fotos por Adriana Paiva © 

Saudade das cartas manuscritas

Lembranças de amigos que fiz país afora

De Belém Pará,Amazônia, Belem, Amazon, belemense, paraenses, paraense, região amazônica, Norte do país, Amazonia, Pelos Correios - Cartas e cartões, correspondência, comunicação epistolar, filhos de militar, FAB, Força Aérea Brasileira, Plano Cruzado, moeda, Brasil, selo, selos, filatelia

De Belém para Brasília. Pelos Correios

Encontrei, há algum tempo, em meio à minha papelada afetiva e achei que fazia sentido escanear. Carta e cartão postal vindos de Belém, em dois momentos daquele 1987, ano em que eu voltava a morar em Brasília.
No cartão, os dizeres: “Ainda não houve tempo para ver a exposição, mas são eles a expressão atual da fotografia paraense.” Impressos os nomes : Abdias Pinheiro, Ana Catarina, Elza Lima, Jorane Castro, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Octávio Cardoso, Patrick Pardini, Paulo Ribeiro, Rosário Lima.

Inspirados por Nise da Silveira

Revista da Cultura. Edição 86. Setembro de 2014

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Fotos por Bruno Veiga

Reginaldo Terra, um dos atores do Teatro de DyoNises. Foto: Bruno Veiga

Especial sobre Educação da Revista da Cultura deste mês vem com reportagem de minha autoria: Bravos discípulos – Dentro de instituição fundada há 103 anos, na zona norte do Rio, museu e série de projetos inovadores mantêm vivo o legado da psiquiatra Nise da Silveira. Para ler >> clique aqui.

Brincando com o PicsArt

            

Registros por aí e por aqui

 

Dois momentos no CCBB do Rio

Call me Helium

Final de junho: Público em fila para ver a mostra Salvador Dali

Praia de Copacabana

Maio: Visões na coleção Ludwig

Da varanda e pela minha vizinhança…

Novo Leblon

Lá embaixo, o dia ensolarado que chama

Novo Leblon

De explorações felinas

Sobre intervenções artísticas

Com a deixa de um especial de aniversário

Gostei de abrir o jornal, hoje, e constatar que algumas das imagens que ilustram especial de 10 anos da Revista O Globo trazem interferências do designer gráfico Lucas Levitan (aqui, a reportagem: http://glo.bo/1lMFJXk). Eu já conhecia seu trabalho do Instagram. Publicitário de formação e artista por paixão, como ele também gosta de se apresentar, o gaúcho toca por lá o projeto Photo Invasion. Tempos atrás, ele invadiu minha galeria e assim modificou uma foto que fiz a caminho do Teatro Nacional, em Brasília:

ruas de Brasília Plano Piloto arquitetura arte artes gráficas intervenção artística blog da jornalista Adriana Paiva

Foto: Adriana Paiva | Arte: Lucas Levitan

 

Thaís Gulin : Entre o ninho e a estrada

 

Revista da Cultura. Edição 84. Julho de 2014

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Reportagem e texto da jornalista Adriana Paiva, Cantora Thaís Gulin fotografada por Luciana Whitaker, jornalismo cultural, entrevistas, músicos, cantores,

Fotos: Luciana Whitaker

Entrevistei a cantora Thaís Gulin para a edição de julho da Revista da Cultura. Entre um show e outro, a curitibana tenta concentrar energias na criação de canções de seu próximo disco. O álbum já tem alguns parceiros confirmados e a provável participação do músico Jorge Mautner, com quem a cantora volta a dividir palco em apresentações na Caixa Cultural Brasília, nos dias 24 e 25/7. Para ler a matéria na íntegra, >>clique aqui.

Outono, até mais ver

 

Seleção | Instagram

Porque minha mais inspiradora estação se despede, ficam as notas de dias tipicamente outonais

Call me Helium

Passando pelo “corredor cultural”, dia desses. O balão no céu lembra que a mostra Call me Helium, colaboração artística entre Helio Oiticica e os irmãos Andreas e Thomas Valentin fica no Centro Cultural Correios até 13/7.

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Praia da Barra - Posto 5

No Posto 5. Um raro sábado outonal a superar a mais otimista de minhas projeções.
Registro de 31 de maio.

Barra - Posto 4

A cada outono essa mesma vontade de me encontrar na imensidão | Praia da Barra, Posto 4.

Muro da Unirio

Enquanto segue vacilante o outono, outro dia, na Urca, os muros da Unirio disputavam minha atenção com um céu estonteantemente azul.

Descida da Niemeyer

Descendo a Niemeyer, em algum momento do início de abril…

 

 

 

Ali, onde desembocam minhas zapeadas

 

Série musical na HBO

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Encuentros en Brasil - HBO

Kevin Johansen em escala por Fernando de Noronha: No restaurante O Pico, recebido pelo chef Alvaro Segundo


Acabo de ver que o Now já colocou no ar quatro dos episódios de Encuentros en Brasil. Tendo visto todos os seis, em suas exibições originais pela HBO, curioso notar como, ao contrário do que ocorreu com o uruguaio Jorge Drexler, o argentino Kevin Johansen e a chilena Francisca Valenzuela (donos de temperamentos mais extrovertidos), se beneficiam imensamente mais da passagem pelas cidades escolhidas pela produção.
Uma figuraça esse Johansen. Quase sempre com uma cuia de chimarrão a tiracolo, no Recife, como em Olinda ou em Fernando de Noronha — e antes, em cidades mineiras –, o músico, até aqui, foi quem melhor interagiu com os personagens locais.
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Por onde andará ?

 

Via meu perfil no Facebook

 

Péri no Sesc Pompeia

Péri em apresentação do show Samba Passarinho: Sesc Pompeia, 2005

 

Desses dias em que acordo nostálgica – e não são poucos, como bem o denuncia minha timeline. Hoje, não sei qual foi a deixa, quis saber: onde andará o Péri? Fui atrás e reencontrei-o aqui. Conheci o músico baiano na época em que fizemos assessoria de imprensa para projeto que o também músico Carlos Careqa levou ao CCBB de São Paulo. “Novo de Novo – O Brasil de Pixinguinha” reuniu no palco paulistano, em 2003, entre outros, feras como Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé, Belchior, Vitor Ramil e Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha.

A TV Cultura gravou os espetáculos e exibiu-os no programa Jazz & Cia. E aqui, a segunda parte, traz show e entrevista com o saudoso Itamar Assumpção.

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Foto: Divulgação.

Mad Men

 

Humano, demasiado humano

 

Mad Men - HBO

TV televisão canal pago canais pagos séries seriados publicidade publicitários

Sequências finais do episódio 13 da sexta temporada


Não são poucas as razões pelas quais a figura ambígua de Don Draper fará falta.
Reunião com executivos da Hershey’s e Draper, o diretor de criação, já um tanto alcoolizado, irrompe em um daqueles acessos de franqueza, que nunca deixam pedra sobre pedra. E esse, como sabemos, acaba levando seus sócios na Sterling Cooper & Partners a “convidá-lo” a sair de férias.
Que destino aguarda o personagem, na sétima e última temporada da série, é o que também estou curiosa para saber. Mas não antes de amanhã, às 21h.

 

 

Game of Thrones

Uma penca de motivos para não ver

Do  meu perfil no Facebook

Veep

Em Veep, Julia Louis-Dreyfus é Selina Meyer: Vice-presidente dos EUA e rainha das gafes

Bem que eu tentei e, tão logo a série estreou na HBO, em 2011. Mas não há o que me faça gostar de Game of Thrones — nem mesmo a minuciosa produção ou a caprichada fotografia. Dos dragões de estimação às espadas desembainhadas a cada cinco minutos (ou às cabeças cortadas com e sem motivo), tudo ali contribui para me manter à distância. E, pelo que tenho ouvido e lido por aí, estou na contramão de um alardeado sucesso de público. Fazer o quê? Não gosto e #prontofalei. Na mesma HBO, tenho gostado de acompanhar Psi, que ontem entrou no quarto episódio, e espero lembrar de assistir à estreia da terceira temporada de Veep, logo mais, às 22h.

Foto: Divulgação | HBO

 

Notas Paulistanas

 

Mais uma série no Instagram

 

Ibirapuera

Tamanha a saudade da Pauliceia me bateu hoje, que resolvi reabrir os arquivos de meus agridoces (dez) anos de moradia na cidade. Inicio a série com esta feita de dentro do carro. Provavelmente a caminho de casa, em Moema. Lá fora, vestígios da chuva e o famoso Monumento às Bandeiras.

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Praça Coronel Fernandes de Lima

Com ares interioranos e nome de milico, essa praça é uma *gracinha, no coração de Moema. Gostava de incluí-la no meu trajeto de casa até o “Pé no Parque”, na Hélio Pellegrino com a Inhambu, onde, não raro, tomava café da manhã — àquela altura, um dos melhores da zona sul de SP.

 

Parque Ibirapuera

De domingos no parque. O Ibirapuera era um destino frequente, tanto na época em que morei em Moema quanto, anos mais tarde, na fase em que vivi no Campo Belo — ambos bairros vizinhos daí. E como esquecer a série “Pão Music”? Um dos primeiros shows a que assisti, tão logo me mudei para São Paulo, em 1998, foi o de Gal Costa.

 

Cow Parade

Arte ou o mais descartável entretenimento ? A polêmica fervia e mal desembarcara em São Paulo a primeira edição brasileira da #CowParade. Estávamos em 2005. No começo, foi mesmo divertido andar pela cidade e dar de cara com uma dessas multicoloridas vaquinhas. Customizada pela artista plástica Patrícia Golombek, a “Cowmen Miranda” ficava na Avenida Paulista, bem em frente ao prédio do @itaucultural.

 

Campo Belo

Outra de minha ex-vizinhança. Só que, agora, no Campo Belo. Onde mais teria-me sido possível saber que irmãs carmelitas são dadas a flanar em grupo? Certo dia, em que também saía a passeio, divisei-as subindo a Rua Princesa Isabel, do outro lado da calçada. Provavelmente, rumo ao convento, próximo daí. E o que me pareceu tão interessante quanto, uma delas carregava uma sacolinha da Kopenhagen.

 

Imã Foto Galeria

Encerro mais uma série de “notas paulistanas” com este registro de uma tarde na Imã Foto Galeria, onde participei, ao lado de outros jornalistas, de entrevista com Walter Firmo – especialmente gravada para o site do fotógrafo Claudio Versiani.

Transporte público em evidência

 

O valor de um desabafo nas redes sociais

 

onde estudei estudos Segundo Grau Escola Eduardo Guimarães Escola de Artes do Parque Lage atrizes Maria Padilha atores Daniel Dantas Colégio Eduardo Guimarães

Lucélia Santos na capa da revista O Globo: “Não é pelos R$3”

Reportagem na revista O Globo deste domingo traz suíte da polêmica que envolveu atriz e, vai além, convidando outras personalidades que utilizam o sistema para discutir seus prós e contras.
Sobre o assunto, escrevi em meu perfil, no Facebook, há alguns dias: Polêmica torta essa. Vivi uma fase de minha adolescência, no Rio, em que as pessoas não eram estigmatizadas por andarem de ônibus. Eu, particularmente, adorava os das linhas 511/512, que me levavam não apenas ao colégio, na Mena Barreto (Botafogo), como também aos meus cursos, na EAV do Parque Lage.

Certa feita, aliás, no ponto em frente à escola de artes, esperando meu ônibus de volta a Urca, onde eu morava, vi ao meu lado, também esperando, a atriz Maria Padilha. Só não lembro se, nessa época, o “Pessoal do Despertar”, grupo teatral ao qual ela pertencia, estava com alguma peça em cartaz na EAV.
E nos comentários, ainda escrevi : Sou fã de metrô, Filipe. Só não fui usuária mais assídua ao morar em bairros (até então) não servidos por esse tipo de transporte – como Moema e Campo Belo, em São Paulo e agora, na Barra da Tijuca. Tive carro, pego eventualmente o de minha mãe, mas não tenho a mínima vontade de voltar a ter – muita dor de cabeça envolvida nisso. Na Barra, moro em um condomínio com transporte próprio, o que facilita deveras a minha vida, mas adoraria que minha locomoção pela cidade pudesse se dar basicamente de metrô.

Imagem: Reprodução capa da revista O Globo / Foto: Fábio Seixo.

Minha homenagem ao mestre do flamenco

Via Facebook

PACO DE LUCÍA está inscrito no rol de minhas grandes paixões juvenis. E sempre me remeterá à época de ter vinte e poucos anos e ainda estar tão entusiasmada pela Antropologia. Ou à descabida pretensão de emulá-lo em meu humilde Di Giorgio 28, entre uma e outra aula de violão. Paco de Lucía parte jovem demais.

 

Os Gêmeos

 

Preparativos para uma nova mostra

Na Fortes Vilaça, a partir de junho

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Os Gemeos - Instagram

Os artistas em ação : Foto publicada no Instagram dos grafiteiros


A primeira vez em que estive com os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo foi, exatamente, nas dependências da Galeria Fortes Vilaça (em junho de 2006) para entrevista sobre a estreia dos grafiteiros no circuito de galerias de arte de São Paulo, com a mostra O Peixe que Comia Estrelas Cadentes. Agora, os grafiteiros se preparam para uma volta à galeria com nova exposição. A abertura está programada para o final de junho.

 

Outro #prontofalei

E o alvo, mais uma vez, a Barra da Tijuca

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Cidade das Artes: Músicos homenageiam Luiz Paulo Horta

Tantos eventos interessantes rolando ultimamente. E perto, mas tão ridiculamente perto de casa (2 km + ou – ), que é o fim da picada que chegar lá a pé seja tão complicado (para não dizer…letal). Sei que esse é um meu queixume recorrente, mas se algo na Barra da Tijuca me tira do sério (afora emergentes dados a ostentar aquisições), é que este seja um bairro tão pouco amigável a quem prefira locomover-se por meios outros que não os automotivos.

No Facebok, adendos meus em debate sobre o assunto:

De O Globo, em matéria sobre o Projeto Aquarius: “Kalil lembra que a Cidade Das Artes está diretamente ligada ao Terminal Rodoviário da Alvorada, por meio de uma passagem subterrânea que facilita o acesso de todos aqueles que decidirem usar o transporte público para chegar ao concerto”. Bacana, perfeito que a população em geral tenha acesso facilitado a eventos dessa natureza. Mas, vem cá, e os moradores da Barra? Para chegar lá, continuarão a ter que tirar seus veículos da garagem (ou, quem sabe, se aventurar a uma viagem de BRTrombada)?

Aí eu comparo a Barra da Tijuca com Brasília, e os brasilienses mais bairristas ficam chateados. Estando Lucio Costa por trás de ambos os projetos arquitetônicos, fazem todo o sentido as semelhanças. Sempre gostei de andar a pé. Mesmo em Brasília, fazia-o com grande prazer. Mas, sejamos honestos, tanto lá quanto aqui, é altamente sacrificante viver sem carro.

Sim, Helena, as superquadras daí parecem-se bastante com os condomínios daqui. Inclusive no que tange a serem providas de bons centros comerciais. A questão é: e como fica quem não quer viver circunscrito à própria vizinhança ? Não é nada fácil ser pedestre ou ciclista na Barra. Aliás, você já deve ter ouvido/lido a respeito dos atropelamentos ocasionados pelo BRT.

Foto: Divulgação

 

Convite para entrar no jogo

 

Lá no Facebook

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Teatro Nacional por Jorg Diehl

Fachada do Teatro Nacional recebe reparos em foto de Jorge Diehl

 

“Este é um jogo para manter viva a arte“. Eu cliquei em ‘curtir’ e foi-me atribuído um artista. Maria Hirszman escolheu para mim Athos Bulcão.
Que outra escolha seria tão apropriada ? Athos Bulcão inclui-se naquela categoria de artistas múltiplos, indelevelmente inscritos em minha memória visual. Afinal, passei quinze anos de minha existência morando em Brasília, cidade que Athos viu ser construída – em estreita colaboração com Oscar Niemeyer – e que deu provas de amar até o fim de sua vida. Dos muitos Athos que vi e revi em cada palmo da capital federal, desde que fui morar lá pela primeira vez, em 1975, este é um dos que me são mais caros: o painel de blocos de concreto na parte externa do Teatro Nacional. É incrível a experiência de passar por ali algumas vezes ao longo do dia e ver os efeitos ocasionados pelas variações da luz solar.


#StreetArt

 

Instagramadas do período

 

Jockey

Muros do Jockey Club Brasileiro, na Gávea: Onde os grafiteiros cariocas se encontram.

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Do meu Instagram

Explorando entorno da Praça XV, depois de deixar o Paço Imperial. A região ficou bem mais interessante após ação Adicione Cor, capitaneada pela marca Converse.

Praça 15 - Grafite

Mais uma pilastra grafitada durante ação Adicione Cor, promovida pela marca de artigos esportivos Converse.

Porque hoje é Dia das Crianças

Recorte de álbum de família – Via Facebook

clube militar clubes militares filhos Adriana Ana Cristina pais filhas Arita Antonio Augusto nado natação oficiais Exército Cavalaria Lagoa Jardim Botânico Rio de Janeiro

Naninha e Tininha: Dois de nossos apelidos

 

Eu e minha irmã, duas “creonças pegando fogo no clube” — para tirar do baú expressões com que se referiam a nós naquela época. Foi numa dessas piscinas que eu aprendi a nadar. A foto foi feita em algum momento anterior à nossa primeira mudança para Brasília, em 1975. Depois dessa, foram mais quatro as vezes em que fomos morar na capital federal.

 

A um Passo do Estrelato

 

Entre as boas do Festival do Rio

 

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Judith Hill entre Jo Lawry e Lisa Fischer: Carreira solo não é ambição de todas


Muito bem urdido documentário musical. Assisti ontem no Estação Ipanema, em uma sessão onde tudo funcionou. Dirigida por Morgan Neville, a homenagem ao papel das backing vocals dentro da música pop fez sua estreia no Sundance Festival deste ano. Não é de todo surpreendente ver quem são as donas das vozes poderosas por trás de grandes clássicos da história do rock. Contam-se entre elas cantoras do quilate de Merry Clayton, Darlene Love e Tata Vega (que alguns também devem lembrar da trilha sonora de ‘A Cor Púrpura’). Quase doce em seu desencanto, Claudia Lennear é quem, talvez, melhor resuma a importância comumente dada a essas profissionais. “Cantamos os refrãos”, ela diz a certa altura. “Olhando a história da música pop é isso o que as pessoas cantam. Conosco a maior parte do tempo”. Lennear, que hoje se sustenta dando aulas de espanhol, foi backing vocal de Joe Cocker, inspirou canções de David Bowie e dos Rolling Stones e chegou a ser tida como a mais sensual entre as cantoras de apoio do mega cafajeste Ike Turner – numa época em que até Tina Turner não passava de uma “Ikette”. Mas o documentário não deixa de mostrar que os astros, os maiores entre eles, também fazem questão de abrir espaço para momentos solo de suas backing vocals. Sting o fez inúmeras vezes para Lisa Fischer. E os Stones também. Vídeos com a cantora levando Gimme Shelter  surgem aos borbotões na rede. Difícil escolher a mais impressionante performance (aqui, uma das mais conhecidas: http://is.gd/Q3csLo). Parte da mostra “Midnight Music”, do Festival do Rio, o filme tem mais duas exibições programadas. A próxima, amanhã (domingo, 6), às 16h45, no Estação Rio 1.

 

Texto: Adriana Paiva. Foto: Divulgação.

 


Rock in Rio

Recortes de uma outra edição

 

De uma vinda de São Paulo para participar da cobertura jornalística da edição de 2001 do festival

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Sheryl Crow. Coletiva durante RIR 3

Sheryl Crow posa para fotógrafos ao final da coletiva de imprensa que aconteceu no Hotel InterContinental, em São Conrado.

 

Cidade do Rock. Rock in Rio III

Chegando à Cidade do Rock, durante o Rock in Rio 3, em janeiro de 2001.

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Rock in Rio 3 - Janeiro 2001

 Não lembro quem é o esfuziante rapaz, mas o motivo da animação devia estar ali, a metros de nós, no palco da “Tenda Raízes”.

 

Cidade do Rock. O repouso do ambulante

Nas costas do ambulante, os valore$ praticados naquele verão de 2001.

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Rock in Rio 3 - Iron Maiden

Publico esta, mas não poderia me abster de igualmente registrar: não gosto de Iron Maiden. Na verdade, nunca gostei de heavy-metal. Entretanto, ainda sendo muito justa, adorei a experiência de fazer fotos de um show tão bem produzido e cheio de efeitos como o realizado durante o Rock in Rio por Bruce Dickinson e seus companheiros de banda. Eu, que já vinha fotografando espetáculos desde a adolescência, saí dali convicta de que a energia e a presença de palco do pequenino Dickinson são capazes de arrebatar o mais indiferente dos espectadores.

 

+ Rock in Rio (e outros festivais), no meu site >>

 

 

Seleções dominicais

Lá no Deezer

Charly Garcia - Bilboard AR

Charly Garcia: Em agosto, o músico foi capa da edição de lançamento da Bilboard argentina

 

E porque o domingo também pode ser de incursões jurássico-musicais. Ouço, justamente, Los dinosaurios, do Charly Garcia. E lembro da primeira vez que vi sobre um palco essa que, então, me pareceu a mais estranha, tresloucada e interessante das figuras. Isso foi em 1989, durante uma das edições do FLAAC (Festival Latino-Americano de Arte e Cultura). Rara época em que, morando em Brasília, não desejei estar em outro lugar.

 

>> Mais de minhas playlists.

Do fundo do baú

 

Com escala no Facebook

Desfiando recordações…

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CCBB

Fernanda Torres e Júlia Lemmertz: Revista Programa, do Jornal do Brasil

Baseado no romance Orlando: Uma Biografia, da escritora inglesa Virginia Woolf, o espetáculo dirigido por Bia Lessa marcou a inauguração do Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, em 1989.

Sobre a reprodução da imagem (com foto de Ricardo Leoni), escrevi no meu perfil no Facebook: De inesperadas reminiscências. “Orlando” em cartaz em um recém-inaugurado CCBB. Eu lembro dessa capa no suplemento de domingo do JB. E de, nessa época, morar em Brasília e estar no Rio passando férias na casa de meus avós. Eram tantos os motivos para maravilhamentos.

Veja também:  No Facebook, o perfil público da diretora Beatriz Lessa.